30/04/2012

Futebol Society movimenta São Luís


Com uma rodada dupla, teve prosseguimento no campo da Caema, no Tirirical, sábado, dia 28 de abril, o 1º Campeonato de Futebol Society da Secretaria de Estado da Cultura (Secma).

Na preliminar o time da sede deu uma goleada de 7X4 no time da Cefor, que ainda não conseguiu pontuar neste campeonato.

Os gols do time da Sede foram assinalados por Aldir Piloto (3), Xororó (1), Jeovah (1), Dyan (1) e Marcelo (1). Já os tentos do Cefor foram marcados Mailson (2), Jodilson (1) e Hiago (1).

Na partida principal, Cacem e Museu não saíram do empate de 2X2. O resultado da partida refletiu o baixo desempenho das duas equipes, uma vez que já se encontram classificadas para o quadrangular final.

Os gols do museu fora marcados por Daniel e Francisco e os do Cacem foram cometidos por Nonato e Francisco.

A próxima rodada será 5 de maio, sendo que a preliminar terá início às 8:30h, entre Museu versos Teatro A.A. e a partida principal será entre Sede e Cacem, com início às 10:30h

29/04/2012

ARI e Sindicato remetem ofício ao ministro da Justiça/Décio Sá

Exmo. Sr.
JOSÉ EDUARDO CARDOZO
DD. Ministro de Estado da Justiça
Brasília - DF
Senhor Ministro:

A Associação Riograndense de Imprensa (ARI) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio Grande do Sul, sediados em Porto Alegre, lamentam profundamente o assassinato do jornalista Décio Sá, 42 anos, ocorrido em São Luís, no Maranhão. A vítima se soma a outros cinco jornalistas brasileiros assassinados nos últimos seis meses, dos quais três estão relacionados ao exercício profissional, segundo relatório apresentado esta semana pela Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP).
O informe apresentado pelo representante brasileiro no encontro, promovido pela SIP em Cádiz, citou ainda outros 27 casos de crimes contra a imprensa, como agressões, ameaças e vandalismo. Também mereceu realce e grande número de decisões judiciais que tem impedido jornais, blogs e emissoras de rádio e TV de veicular reportagens sobre diversos temas, como investigações envolvendo autoridades públicas e empresários em casos de corrupção.
As entidades, por outro lado, defendem uma nova postura do Brasil, levando o país a assinar de forma imediata a resolução da Unesco que garante mais segurança a profissionais de imprensa do mundo todo. Diante do exposto, reivindicamos de Vossa Excelência medidas que impeçam a impunidade dos responsáveis pelos ataques à imprensa, um dos grandes fatores do recrudescimento de ações de censura e, como essência, a preservação das normas constitucionais.
As duas instituições pregam, ainda, que o Congresso Nacional aprove o projeto de lei que federaliza os crimes cometidos contra jornalistas. Com a reiteração de nosso respeito, ao lado do mais forte protesto contra os atentados à imprensa, aguardamos medidas que preservem uma das maiores conquistas do povo brasileiro, que é de ser bem e fielmente informado.

Respeitosamente,
João Batista de Melo Filho
Presidente da Associação Riograndense de Imprensa

José Maria Rodrigues Nunes
Presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS

28/04/2012

Egoísmo, futilidades, poder!

Egoísmo, futilidades, poder! Os homens se agridem e até se matam por coisas banais. Isso é resultado de falta de amor a si próprios, aos próximos e a própria sublimidade da vida. Bem maior. A violência tem tomado precedentes alarmantes ao ponto de mostrar as vísceras de um Estado ineficiente, combalido e de um direito nem sempre justo. Resta-nos, então, o direito justo, no que concerne a leis positivas e suas letras. O cárcere espera os transgressores com uma pseudo-idéia de que este se regenerará e voltará ao convívio social. Mas de que forma se ali raramente se vê política de inclusão? Ainda há quem acredite nesta retórica e discurso. São muitos os que pensam e pensaram que o homem nasce bom e que é a sociedade é que o corrompe e, ainda, existem doutrinadores que acreditam que o homem já nasce propenso para mal, para práticas delituosas.
Porém, se o próprio Estado não o tornou ser sociável por que teria que retornar a uma situação a qual nunca conheceu? Para quem tem a vida (bem maior e, em tese, juridicamente protegida pelo Estado) ceifada, resta à dor e o desalento dos familiares e amigos que, vítimas um Estado natimorto, consolam-se na esperança de que as leis dos homens amenizem, pelos menos, esse conflito posto: o da quase certeza da impunidade. Mas se espera que o rigor da lei seja realmente posto aos maus feitores, desumanos, desalmados. Objetos andantes que se acostumaram com impunidade e vangloriam-se de tais atos, seja em que esfera for. Os tiranos desafiam a lei e a ordem.
Acredita-se que os conflitos não sejam resolvidos pela autotutela – que com evolução da sociedade e a organização do Estado ela foi sendo expurgada da ordem jurídica por representar sempre um perigo para a paz social – e, sim, por meio de penas eminentemente positivas no (direito justo - o direito posto) no seu sentido máximo de justiça. Mas muitos são os detentores de poder que imaginam e agem da forma que, para eles, o que pode mais não pode menos e usam a “justiça” na medida de suas forças. É lógico que estamos falando do Estado brasileiro, e consequentes estados federados, em que se confunde o que é essencialmente público com o que é coisa sua, objeto de suas posses. Os agentes públicos têm mandatos e que devem ser sempre transitórios, jamais vitalícios. Percebe-se que ainda perduram os resquícios autoritários nos poderes. Que isso não se justifique pelo percurso histórico do qual formamos a nossa Nação.
Desde o princípio da humanidade o homem tentou buscar alternativas de resolver suas demandas sociais, seus conflitos, e isto o fez, delegando a particulares o arbítrio das questões em cujo litígio não havia imparcialidade, não se tinha também a figura do Estado e muito menos do direito e o pior, o mais forte sobrepunha-se ao mais fraco. Isso mudou? Eis uma pergunta em abeto. Até porque se se morre de “morte natural”, ainda assim tem nos faltado cidadania e consequentes políticas públicas que não torne o ser humano cada vez mais ilha de si próprio. Não são poucas as pessoas que tem sido vitimas do próprio Estado, pois párias de políticas públicas, sucumbem bem antes da expectativa relativa de vida.
E no percurso histórico, na dinâmica da sociedade e suas relações conflituosas, apareceram às figuras do Estado, do direito e de um terceiro que poderia mediar os conflitos. Agora, pensam os delinquentes que podem desafiar o Estado, transgredir, macular ferir, matar... É a alei do mais forte.
Ensina-nos nosso Deus que a ninguém tem direito de tirar a vida de seu próximo e nem de si próprio. Quem mata ou manda matar é criminoso com previsão no Código Penal Brasileiro, e no Estado Democrático de Direito que não suporta a intolerância.
Mesmo inspirado no livro dos livros, no rei dos reis, no mestre dos mestres ou em fatores reguladores da sociedade, nada tem sentido nas nossas vidas caso não nos aceitemos gregários, unidos, amantes uns dos outros e amigos. Mesmo que não sejamos amantes de nós próprios, mas que sejamos amantes da vida em abundância. Quem não se resolve em si próprio não pode multiplicar amor. Esse é o sentido da vida: buscar e conquistar a felicidade incessantemente, em comunhão com nossos parceiros, numa sociedade em que uns respeitem os outros e obedeçam a costumes e leis consagradas. Se os transgressores da ordem não temem a Lei de Deus, que temessem pelo menos o poder de tutela do Estado, pelo menos. Mas não temem, pois são irascíveis.
Nunca devemos fazer do nosso ódio, nossa cólera, cegueira absoluta, nossos destinos, nossa prisão... Isso reduz nossos semelhantes a um sofrimento eterno. É irracionalidade. Devemos viver de maneira mais harmônica e nos apegar as coisas e objetos como traquejos de uso passageiro e apenas necessário para nossas necessidades básicas. E, nesse mesmo sentido, devemos nos unir a nossos semelhantes com o objetivo gregário, societário, participativo e agirmos sempre em comunhão para a celebração da vida, presente de Deus. Quem sabe se a sociedade não poderia ser menos violenta se nos ligássemos às coisas unicamente na forma de objetos, portanto, para o uso necessário somente e, nos juntássemos aos seres humanos, com a finalidade de sublimemente amá-los. Quem sabe se assim nos tornaríamos menos ferozes, irascíveis, frios e hediondos? O pior é que são muitos os que convergem somente para o mal, para o dolo, para o crime. Basta! Ninguém consegue viver se a preocupação não fora a vida em sociedade, com os pares, com os amigos, com os seres únicos sociáveis e filhos de Deus. O homem muitas vezes faz a opção por seus desatinos para se tornar bicho, ferus, pária de suas brutalidades, uma espécie de estorvo, lixo, um verdadeiro vampiro de si mesmo. Mas com certeza este não é o princípio da vida e do amor que nos fazem seres melhores, sarados em nós próprios e bons para as relações.
Minha inquietude me remete a ratificar esta opinião empírica, mas que no meu entendimento, muito útil para que repensemos nossos relacionamentos egoístas e centrados no ter, no possuir e no garantir. Mais que isso, que antes de cometermos injustiça, tenhamos a certeza que é possível existir um Estado justo, ordeiro, igual para todos e que não se esgota somente em um dos seus deveres: o de punir.
Desse entendimento, de que é preciso viver bem e em sociedade, que as leis são iguais para todos na sua obediência e aplicabilidade, mas também na sua eficácia, sem distinção de qualquer ordem e natureza é que me valho para expor determinada interação de justiça justa, equitativa, social, popular, da sociedade, dela e para ela, em que migra o direito. Não falaria, apesar dos visíveis ou risíveis parcos e poucos recursos intelectuais, de resgate do homem ao seu meio social, em virtude de acreditar esta ser uma equação inversa, ou seja, não se pode e não deve resgatar o que nunca se teve. Mas disto diremos depois.
Nilson de Jesus Ericeira Sousa
Poeta, jornalista, professor psicopedagogo e estudante de Direito

Notas sobre educação

Professores que dobram carga horária
Segundo uma fonte, as dobras de carga horária dos professores da rede de ensino pública estadual serão pagas em folha suplementar até a primeira quinzena do mês de maio. O pagamento será feito com o pagamento das diferenças relativas ao início da dobra.

Professores receberão titulação e progressão
Também o Governo do Maranhão assegurou, por meio de representantes da educação, que estão garantidos os pagamentos das progressões e titulações dos professores, conforme o compromisso assumido pelo governo no início deste ano. Os pagamentos das progressões e titulações serão feito em maio. Ainda segundo informações, o a minuta do decreto das concessões já foram encaminhadas à governadora Roseana Sarney.
Relação nominal das progressões
O governo também se comprometeu de encaminhar ao Sindicato do Professores (Simproesemma) as relações com os nomes dos profissionais que serão contemplados com as progressões e titulações. Sendo que no mês de maio, terão prioridade para receber as progressões os trabalhadores com mais de 25 anos de trabalho e com mais de 50 anos de idade, até o limite de 500 concessões.

Muito mais progressões
Segundo a mesma fonte, são 24 mil progressões que deverão ser incorporadas aos profissionais da educação e que, além das quinhentas incorporadas em maio, serão oito mil progressões até o final do ano de 2012, de acordo com compromisso firmado entre o Governo do Estado e o Simproesemma.

Boa e velha notícia aos professores
Que a partir da aprovação do novo estatuto as progressões serão automáticas.

27/04/2012

Pais devem estimular leitura para futuro brilhante do filho

O livro pode, e deve, ser um dos melhores amigos de seu filho. Os benefícios dessa relação são inúmeros e estarão presentes em sua vida até na hora de se sair bem no trabalho. A Fundação Nacional de Leitura Infantil (National Children's Reading Foundation), dos Estados Unidos, afirma que, para a criança de zero a 5 anos, cada ano em contato com um livro equivale a 50 mil dólares a mais em sua futura renda.
Ao mesmo tempo, a criança que lê tem contato com um mundo rico de aprendizagem e diversão. "O hábito da leitura ajuda a criança a desenvolver habilidades como a criatividade, a análise, o senso de crítica e o poder de argumentação", afirma a professora Suzy Vieira Março de Souza, do Colégio AB Sabin.
O papel dos pais nesse momento de introdução à leitura é fundamental, e pode influenciar o gosto do filho pela leitura no futuro. Segundo a pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", de 2011, publicada pelo Instituto Pró-Livro em março, 63% dos entrevistados que não são leitores nunca viram a mãe lendo e 87% nunca foram presenteados com livros na infância. O estudo também revelou que para 88% dos entrevistados ganhar livros teve muita influência no gosto pela leitura.

1º livro
Os pais encontram em livrarias ou lojas de brinquedos educacionais livros que são indicados para bebês que nem engatinham ainda. Existem alguns de pano, outros de plástico para a hora do banho e até páginas de exalam cheiros para estimular a criança. O importante é que o livro faça parte de sua vida desde sempre.

Ler para o filho
Ao ler para o filho, cria-se um momento de proximidade na família, no qual os laços ficam mais estreitos. Isso porque a leitura permite que todos entrem em contato com seu lado emocional. É importante interagir com a criança depois da leitura, perguntar o que ela achou, estimular que conte para os outros a história e até perguntar o que ela acha que vai acontecer em seguida. "Quando as crianças ouvem o adulto lendo uma história, estabelecem contato com a linguagem formal dos livros e com o texto escrito, o que as motiva a aprender", diz Suzy.
Temas interessantes
Compre livros com assuntos de interesse da criança. É importante começar com edições que usem muitas ilustrações, letras grandes e linguagem acessível aos pequenos. "Com crianças menores, os livros excessivamente ilustrados possibilitam o desenvolvimento da linguagem, além de aprimorar a criatividade", destaca Suzy. Fique atento à idade e a faixa etária indicada no livro. Pedir sugestões para amigos e professores também é uma ótima saída.

Benefícios da leitura
"O livro, além dos conteúdos escolares, abre os olhos dos leitores para outras dimensões. É um olhar que vai além do didático, que vai permitir a formação da cidadania e dar as ferramentas do conhecimento. Um olhar que permite ao cidadão desenvolver a capacidade de reflexão e análise", disse a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, durante a divulgação da pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil".
Coletânea Editorial
Especial para o Terra

http://www.terra.com.br/



26/04/2012

VEJA O QUE DIZ O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DA SECCIONAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, ANTONIO PEDROSA, SOBRE O ASSASSINATO DE DÉCIO SÁ.

Data da postagem: terça-feira, 24 de abril de 2012

Um assassinato contra a democracia
Um crime é sempre uma afronta à democracia, porque violenta não apenas o Estado, mas também a comunidade dos cidadãos organizados na esfera pública.
Não adianta agora, por outro lado - em nome da justiça que deve necessariamente ser feita - alçar o jornalista/vítima à condição de baluarte da democracia, o que nunca foi.
O crime contra Décio Sá deve indignar,como deve indignar qualquer crime, sem fundamento em nenhum espírito de corpo, ou privilégio que esconda as mazelas do jornalismo marrom,
Não derramei lágrimas de crocodilo no velório, no qual não aceitaria confortavelmente comparecer. Sempre discordei dessa linha de jornalismo, que, no Estado, é composta por um pequeno número de gorilas diplomados.
Não me surpreenderia se ao cabo das investigações se descobrissem motivos bem menos nobres para o assassinato. Esperamos que não.
Quero apenas repisar que o crime de encomenda no Maranhão é mais antigo do que a estruturação das modernas organizações criminosas. Aqui, ele mais se refere ao crime-padrão dos coronéis, que habitam os feudos profundos do Nordeste e do Norte. É modus operandi antigo e cruel.
Organizações criminosas modernas não se importam de serem achincalhadas na mídia. São discretas e silenciosas. Preferem autoridades ou concorrentes que atravessam seus caminhos.
O crime de que foi vítima Décio é colonial. Representa apenas vindita infame. Fúria de algum poderoso da elite ou de alguma corporação ressentida com algum enxovalho.
Nenhum crime é perfeito, porque bandido geralmente é burro. Escolher a vida criminal já demonstra falta de intelecto. Nesse caso, também deixaram pistas.
Mesmo contando com o extraordinário desaparelhamento do nosso sistema de segurança pública, temos esperança de ver preso o mandante desse crime.
Se tivéssemos um sistema de segurança suficientemente organizado, dificilmente os criminosos escapariam daquele cenário geográfico. Poderiam já estar presos.
Contamos sobretudo com a coragem de alguma testemunha e o material de um punhado de câmeras de segurança particulares. Além disso, com o entusiasmo de alguns policiais, envolvidos com a investigação, que muito difere de abordagens violentas e sem sentido, como costumamos tomar conhecimento. Agora é a hora de polícia - no seu termo mais exato.
Fonte: http://blog-do-pedrosa.blogspot.com.br/

Autismo na sala de aula


Por Sonia Casarin

Uma criança só, isolada, fechada em si mesma, com movimentos repetitivos, que evita olhar diretamente para as pessoas. Esta é a imagem associada à criança que tem autismo. Quando o professor recebe em sala de aula um aluno autista, questiona-se: sou capaz de atendê-lo? Até que ponto esse indivíduo tem condições de aprender?
Em primeiro lugar, o educador precisa se informar. Dentre as características importantes desse transtorno, que precisam ser de conhecimento do docente, estão: dificuldade na interação social e comprometimento na linguagem e no comportamento, apresentando movimentos estereotipados, como balançar o tronco ou rodar objetos. Além da dificuldade de se comunicar verbalmente, a criança percebe pessoas e objetos do ambiente de maneira fragmentada e tem dificuldade de simbolizar. A capacidade cognitiva varia e algumas crianças com autismo podem ter deficiência intelectual. Geralmente diagnosticada na infância, a pessoa com autismo pode apresentar habilidades surpreendentes, por exemplo, excelente memória, podendo memorizar longas listas de datas e números, mas essas habilidades costumam ter pouca funcionalidade.
A dificuldade de relacionamento interpessoal do aluno autista coloca um desafio ao professor e a afetividade é uma forma de enfrentá-lo. O isolamento da criança autista não deve ser entendido como uma ausência de afeto, ao contrário, criar um ambiente afetivo e acolhedor é essencial para estabelecer um vínculo seguro e construir um relacionamento que vai favorecer o processo de aprendizagem.
A atitude receptiva, acolhedora e compreensiva do professor se expressa também pela comunicação. A linguagem deve ser simples, clara e direta; o professor deve se dirigir individualmente ao aluno que tem autismo, dizer seu nome e se manter fisicamente próximo. Entretanto, o contato físico não é recomendável, pois, na maioria das vezes, a criança não aceita esse contato e pode ter reações intensas, como agitação motora e agressividade. Essas reações podem surgir também em situações de frustração, medo e raiva. Inicialmente, a criança não tem condições de enfrentar a situação e o docente deve afastá-la da situação problema.
O aluno com autismo pode chegar à idade escolar sem ter adquirido a postura de estudante, esta deverá ser construída no ambiente da sala de aula e da sala de recursos multifuncionais. As expectativas de comportamento devem ser explicitadas e mostradas com clareza, ou seja, onde ele deve ficar, quais materiais deve usar, quais atividades deve realizar. E a organização do ambiente da sala de aula e a estruturação das rotinas escolares facilitam a adaptação da criança e garantem a previsibilidade que proporciona segurança.
Portanto, o professor deve conhecer os hábitos, objetos e atividades que atraem a criança para utilizá-los nas atividades pedagógicas e evitar situações que causam ansiedade. Embora repetitiva, a manipulação que a criança faz dos objetos pode ser a base de atividades como brincadeiras de encaixe e montagem, de complexidade crescente, por meio das quais a criança pode aprender a realizar operações lógicas.
Um dos papéis da escola é promover a autonomia do aluno, tanto no aspecto pragmático como no intelectual. Na criança com autismo, a autonomia se refere principalmente aos aspectos práticos de autocuidados e rotinas, ou seja, cuidar da higiene, saber se alimentar, saber utilizar os objetos necessários para realizar tarefas cotidianas e, no aspecto pedagógico, conseguir realizar atividades por iniciativa própria e se apropriar de conteúdos intelectuais, de acordo com suas condições cognitivas.
Vale lembrar ainda que a parceria com a família é muito importante para que haja consistência nas mensagens que a criança recebe na escola e em casa. Essa consistência proporciona segurança, facilita a aprendizagem e favorece o desenvolvimento da criança com autismo.

http://www.profissaomestre.com.br



25/04/2012

Clamor do jornalismo...


Deixe-me cumprir a minha
Pauta.
Mas permita que a liberdade
Exista.
A minha, a tua, a nossa liberdade...
Sinta o amor e faça com que ele exista,
Que o Estado Exista,
Que a expressão exista,
Que o Direito exista,
Que o dizer da Justiça exista.
E que este texto não tombe,
Exista, sobre-viva...
Que o jornalismo exista,
Que a voz não cale,
Que o clamor exista,
Mas por justiça.
Que suportemos a dor
Mas que o amor exista.
Mas que este texto não tombe,
Não cale, escreva, disserte, acerte...

Nilson Ericeira
Robrielli

Clamor do jornalista

Deixe-me cumprir a minha
Pauta.
Mas permita que a liberdade
Exista.
A minha, a tua, a nossa liberdade...
Sinta o amor e faça com que ele exista,
Que o Estado Exista,
Que a expressão exista,
Que o Direito exista,
Que o dizer da Justiça exista.
E que este texto não tombe,
Exista, sobreviva...
Que o jornalismo exista,
Que a voz não cale,
Que o clamor exista,
Mas por justiça.
Que suportemos a dor
Mas que o amor exista.
Mas que este texto não tombe,
Não cale, escreva, disserte, acerte...
Nilson Ericeira
Robrielli

Estado e sociedade não podem e não devem conviver com a intolerância

Ainda consternado e indignado com o assassinato do jornalista Décio Sá e a conseqüente agressão contra a humanidade, entendo que, embora o Estado tenha sido desafiado no seu objetivo maior de justiça social e livre expressão do pensamento, reconheço o empenho do aparelho de repressão para elucidar o crime bárbaro, mesquinho, satânico. Não obstante, é preciso que todos nos unamos em torno de que toda verdade a respeito desse barbarismo venha à tona.

Todos sabemos do perigo do jornalismo. Tenho dito que é o que mais me conforta: ser jornalista. Porém não devemos recuar. A elucidação desse crime contra a humanidade é um alento a todos nós. É necessário que confiemos nas instituições e na sua natureza de atribuições.

Nunca quis alinhar meu blog ao blog de ninguém, muito menos agora, em que todos sofremos, somos afetados de alguma forma.

Temos uma safra de muitos bons jornalistas no Maranhão, sinto-me honrado de ter estudado com muitos deles. Eles me reconhecem e eu os admiro. Admiro alguns desses jornalistas admiro desde o tempo de Academia. É preciso nos educar para convivermos com quem não comunga com que pensamos e no que acreditamos. O Estado e sociedade não podem e não devem conviver com a intolerância.




A LUZ DOS LIVROS

Nilson Ericeira e Battista Soarez


TENHO, MESMO QUE FORA DO HORÁRIO, ALMOÇADO E JANTADO À LUZ DE LIVROS FAZ MUITO TEMPO. PORÉM, HOJE QUARTA-FEIRA, DIA 25 DE ABRIL, ALMOCEI LITERALMENTE À LUZ DOS LIVROSM NA COMPANHIA DO ESCRITOR E JORNALISTA BATTISTA SOAREZ.

EU E BATTISTA SOAREZ ALMOÇAMOS JUNTOS NO RESTAURANTE DA TIA LOIDE, EM FRENTE AO COCOMA, NA DIVISA ENTRE COREIA, VILA PASSOS, AREINHA, NO MONTE CASTELO. É QUE BATISTA FEZ A DOAÇÃO DE TRÊS LIVROS DE SUA LAVRA A ESTE JORNALISTA.

REGISTREI O MOMENTO DO ENCONTRO. PARA MIM, UMA SATISFAÇÃO MUITO GRANDE TER O PRIVILÉGIO DA AMIZADE E INTERAGIR UM POUCO COM ESSE GRANDE NOME DA LITERATURA E DO JORNILISMO MARANHENSE.

CONVERSAMOS SOBRE A AGRESSÃO QUE TODOS NÓS SENTIMOS COM O ASSASSINATO DO JORNALISTA DÉCIO SÁ, DE QUEM FUI COLEGA NA UFMA, DA VIOLÊNCIA CRESCENTE NO MARANHÃO, PROJETOS, AÇÕES NA COMUNICAÇÃO, POLÍTICA E FAMÍLIA.

BATISTA SOAREZ É UM EXCELENTE ESCRITOR, MADRUGADOR, PSICOPEDAGOGO E TEÓLOGO QUE TEM FEITO DA SUA ESCRITA UMA MARCA HUMANIZADORA, TRAJETÓRIAS DO MUNDO.

TRATA-SE DE UM DOS IMPORTANTES JORNALISTAS MARANHENSES. BATTISTA SOAREZ É AUTOR DOS LIVROS: POR UMA PEDAGOGIA EXISTENCIAL, A IGREJA CIDADÃ E SER CRISTÃO EM TEMPO DE CRISE.

COMO PODEM PERCEBER, RECEBI OS EXEMPLARES DOS LIVROS LANÇADOS POR BATTISTA SOAREZ, AUTOGRAFADOS PELO NOBRE AMIGO.


24/04/2012

UM DIA DE EXTREMA TRISTEZA, DESALENTO, DOR, INCERTEZAS

O ASSASSINATO DO JORNALISTA DECIO SÁ É UM ATENTADO CONTRA O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITOS, CONTRA AS INSTITUIÇÕES E PRINCIPALMENTE CONTRA A LIVRE EXPRESSÃO CONSTITUCIONAL. QUANDO A AÇÃO PRIVADA - O CRIME - SOBREPÕE-SE AO ESTADO, É UM TRISTE SINAL.
O QUE ESTÁ EM PAUTA AGORA É A URGENTE ELUCIDAÇÃO DO BARBARISMO, DA SELVAGERIA E O SALVO-CONDUTO DO ESTADO QUE INEGAVELMENTE CAMBALEIA. SE O CRIME CONTRA A INFORMAÇÃO NÃO SE ELUCIDAR, O ESTTADO MORRE JUNTO.
TRTTA-SE DE CRIME HEDIONDO DO QUAL FOI VÍTIMA DÉCIO SÁ E QUE ATINGE DE MORTE OS APARELHOS REPRESSIVOS DO ESTADO. SENTIMOS O IMPACTO DA TIRANIA DE UM “ESTADO” PARELELO. SENTIMOS, CHORAMOS, PERDEMOS... O JORNALISMO PERDEU!
QUE NÓS JORNALISTAS NÃO SEJAMOS SILENCIADOS COM ESTA AÇÃO BRUTAL E QUE POSSAMOS SER A CADA DIA MAIS LIVRES NA EXPRESSÃO...
DÉCIO ESTAVA NO BAR ESTRELA DO MAR, NA AVENIDA LITTORÂNEA QUANDO FOI MORTALMENTE ATINGIDO POR SEIS TIROS, ONTEM POR VOLTA DAS 23 HORAS.

23/04/2012

Menina que nasceu sem as mãos ganha concurso de caligrafia nos Estados Unidos

Annie Clark nasceu sem as mãos e ganhou um
concurso de caligrafia nos EUA

Uma menina de 7 anos que nasceu sem as mãos ganhou dia18 de abril um prêmio de caligrafia nos Estados Unidos. Annie Clark, que estuda em uma escola da região de Pittsburgh, foi a primeira ganhadora da premiação Nicholas Maxim, concedida por uma editora.
Além de escrever, a garota também aprendeu a pintar, desenhar e colorir. Annie também nada, se veste, come e abre latas de refrigerante sozinha. A menina, que também consegue usar o iPod touch e computadores sem ajuda, quer escrever um livro sobre animais no futuro.
Annie foi adotada por Tom e Mary Ellen Clark e tem oito irmãos –cinco deles, adotivos. Ela, assim como os irmãos, são chineses. Quatro dos adotivos têm deficiências que afetam as mãos ou os braços. Outras duas irmãs de Annie, Alyssa, 18, e Abbey, 21, têm síndrome de Down.
“Nós não estávamos procurando adotar crianças com necessidades especiais, mas foi o que aconteceu”, disse Mary Ellen. “Essa foi a família que Deus quis que tivéssemos.”

(*Com informações da Associated Press)
http://educacao.uol.com.br/noticias/

20/04/2012

Opinião: Ler faz crescerOpinião: Ler faz crescer

Por: PEDRO CARDOSO DA COSTA. Bacharel em direito.

"A má qualidade e a baixa instrução do brasileiro, apesar de alcançar um bom espaço nos meios de comunicação, ainda deveria ter maior abordagem na imprensa e muito mais na televisão", afirma Pedro Cardoso da CostaFonte: Folha de Boa Vista (RR)
PEDRO CARDOSO DA COSTA. Bacharel em direito.
Ao contrário de anos anteriores, o debate sobre a Educação formal, do ensino, e, especialmente da qualidade tem tido espaço na mídia, com destaque na imprensa. Todos apontam as causas da baixa Escolaridade, os efeitos da má qualidade e os benefícios trazidos pelo bom ensino, mas o problema perdura. Nem sequer o Brasil consegue extinguir o analfabetismo. A má qualidade e a baixa instrução do brasileiro, apesar de alcançar um bom espaço nos meios de comunicação, ainda deveria ter maior abordagem na imprensa e muito mais na televisão.
Todo dia o Jornal Nacional fala dos índices das bolsas de valores, dos mercados e das economias mundiais, mas passa semanas sem falar de Educação, que poderia ter definido como critério falar ao menos uma vez por semana, regra a ser seguida por todos os programas de televisão e de rádio.
Tem aumentado o debate sobre o tema, e isso parece trazer uma certa acomodação às autoridades e à sociedade em tentar solucionar o problema de uma vez por todas. Mas, dentro da amplitude que é o tema Educação, a leitura sofre de um descaso maior, que traz como resultado o pouco hábito de leitura ao brasileiro, em comparação aos países desenvolvidos. Pesquisa recente do Ibope mostrou a diminuição da leitura de livros em 2011, comparado com o ano de 2010, com uma piora do que já era ruim. De acordo com a pesquisa a redução da leitura foi medida até entre crianças e adolescentes, que leem por dever Escolar. Em 2011, crianças com idades entre 5 e 10 anos leram 5,4 livros, ante 6,9 registrados no levantamento de 2007. O mesmo ocorreu entre os pré-adolescentes de 11 a 13 anos (6,9 ante 8,5) e entre adolescente de 14 a 17 (5,9 ante 6,6 livros).
Para estimular a leitura, uma das boas iniciativas do governo federal foi aprovar a Lei 12.244 em 2010 com previsão obrigatória de uma biblioteca em toda Escola. Como parte dos defeitos que fazem perdurar os problemas, a lei é frouxa ao permitir que essa obrigação seja cumprida no prazo máximo de 10 anos.
Apesar de serem poucas as iniciativas oficiais de incentivo à leitura, o problema se agrava pela omissão da iniciativa privada, por não apresentar nenhuma ação incentivadora. O Banco Itaú se torna uma ilha de exceção nesse mar de omissão. Por ano, o banco vem fornecendo uma coleção de 3 a 4 livros infantis gratuitamente. Os livros são entregues no endereço fornecido pelo solicitante, já com todas as despesas de correios pagas. O objetivo desse texto é exatamente levar expandir o conhecimento dessa medida, pois falta uma divulgação mais ampla. Para fazer o pedido, gratuitamente, basta acessar o site que dá título a este texto: www.lerfazcrescer.com.br e clicar sobre o ícone “peça sua coleção”. Como diz uma frase no mesmo site, a cada livro, o Brasil inteiro vira uma página.

A influência do ensino na vida das pessoas



Por trás das estatísticas do nível de alfabetismo, gente que frequentou a escola e não aprendeu

Acompanhar a coleta de dados de uma pesquisa sobre alfabetismo é mais que observar a aplicação de questionários. É enxergar a verdadeira influência do ensino na vida das pessoas.
Num dia de maio, na periferia de Santo André, na Grande São Paulo, dois pesquisadores do Instituto Paulo Monte-negro - braço do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) - batiam de porta em porta para colher informações para o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) de 2009.
A busca por voluntários para responder às 126 questões é árdua. O discurso de apresentação é repetido com paciência ao público-alvo do Inaf, que têm idade entre 15 e 64 anos. "Estamos fazendo uma pesquisa sobre Educação para ver como o que aprendemos na escola está sendo usado aqui fora." Paulo Vicente e outros 40 entrevistadores, nas ruas do país até o fim de junho, perdem a conta de quantas recusas recebem. "Quando falo que é preciso dispor de cerca de uma hora, muitos desistem de participar."
Depois de muita caminhada e de dez tentativas frustradas, encontramos a primeira voluntária de Vicente, uma das 2.002 pessoas que irão compor o quadro de entrevistados. Lidiane*, 27 anos, respondeu a todas as questões em 40 minutos (quando, em média, são gastos 50). O questionário mede as habilidades matemáticas, de leitura e de escrita aplicadas no contexto social. Pelo grau de escolaridade que declarou (Ensino Médio completo), ela deveria ter alcançado o nível pleno de alfabetismo. Mas ficou abaixo, no de alfabetismo rudimentar, que corresponde à capacidade de ler números em contextos específicos e localizar informações explícitas em textos curtos.
Outra voluntária, Teresa*, 39 anos, estudou até a 5ª série. Mesmo tendo sido classificada como alfabetizada em nível básico - um abaixo do pleno -, ela sente, no dia-a-dia, as limitações provocadas pela falta de estudo. "Tenho dificuldades para anotar recados", confessou. Ou seja, não consegue elaborar textos curtos, o que se espera para esse patamar.
No fim do dia, Paulo Vicente e o colega José Benedito Ribeiro tinham aplicado sete pesquisas. O semblante dos dois revelava, além de cansaço, tristeza. Eles sabem que carregam um retrato desolador da Educação brasileira nas mãos. "A gente vê nas ruas a realidade do povo no que diz respeito às escolas. É triste. Sonho em ver a maioria dos entrevistados acertar todas as questões. Porém acho que não vou estar vivo para presenciar isso", desabafa Ribeiro.
Está realmente longe o dia de tal desejo se realizar, mas o caminho foi aberto. A porcentagem de pessoas analfabetas absolutas caiu de 12 para 7% entre o período de 2001 e 2007. Nesse mesmo intervalo, o nível de alfabetismo básico aumentou de 34 para 40% e o de pleno passou de 26 para 28%.
Apesar de lamentar o ritmo lento dessa evolução, Ribeiro considera que o seu o trabalho vai além de desvelar um cenário da atualidade. Visa fomentar o debate, estimular iniciativas da sociedade civil e fornecer subsídios para as políticas públicas. Com tudo isso em ação, o sonho do entrevistador - a transformação da realidade de todas as Lidianes e Teresas - talvez fique um pouco mais próximo.


* Os nomes foram alterados para manter o sigilo da pesquisa e preservar a identidade dos entrevistados.

Quer saber mais?
Site do Instituto Paulo Montenegro, com os resultados do Inaf dos anos anteriores. No segundo semestre, serão divulgados os números de 2009.



DE PORTA EM PORTA A cada entrevista feita, Vicente registra parte da realidade do país. Foto: Marcos Rosa. Clique para ampliar









19/04/2012

Arari um coração-oceano e o resto do veneno dos Narcisos

Desde criança corro nas ruas de Arari. Já me aproximando a melhor idade, continuo nelas, que avenidas em mim. No meu coração-oceano abrigo coisas, pessoas, estórias e histórias que em muito têm me ajudado a seguir. Mas este não é um privilégio só meu, conheço outras pessoas que iguais a mim, escrevem, narram, vivem em Arari e o município vive neles. Poucos, porém, sãos os “intelectuais” que borram seu discurso para demonstrar insensatez, por pura insipiência ou talvez por se sentirem acima de todos. Acima do bem e do mal. Estes intelectuais que dispenso os seus aconselhamentos, em nada têm contribuído com Arari e seu povo. Falo de pessoas soberbas que cospem, ou melhor, vomitam no prato que comem ou comeram. Por outro lado, prefiro seguir os que têm uma história de compromisso com nosso município e que nos edificam e nos orgulham e enobrecem.
A sociedade é assim. Acontece que não nos acostumamos com ingratidão, aliás, ninguém deveria se acostumar, pois é um desvalor. O ingrato não tem tempo para reflexões ou remissões e logo se acostuma com o aparentemente mais lucrativo. Insensível, desculpa-se usa de uma suposta razão para destilar sua insensatez.
Deságua no peito um sentido: o de servir Arari e sua gente. Sou contra a politicalha imposta pelos dominadores e muito mais ainda, contra os que maltratam nossa gente. Subtraem seus recursos e os diminuem na sua dignidade.
Arari não pode parar no tempo e não construir de agora para frente administrações planejadas e voltadas para todos. Arari cresce da mesma maneira que crescem inúmeros municípios, cujas pilastras são a desigualdade e sobrepujança dos mais fortes sobre os aparentemente mais fracos. É preciso que essa gente que diz que Arari precisa de pessoas intelectuais e que se mantenha a geração de “letrados”, não se esqueçam que são muitos os nossos conterrâneos cuja perspectiva é hedionda. Não porque eles desejam, mas porque os impuseram. Acordem narcisos! Ergam vossas cabeças e vislumbrem com os que têm menos saberes e não têm o privilégio da detenção de um cérebro superdotado, outras perspectivas para nossa gente, outros caminhos que não o da ausência de políticas públicas urgentes e necessárias para a construção de uma cidade limpa, inclusive livre dos vossos preconceitos e burrices.. Estranho é que esses mesmos que criticam os poucos que escrevem sobre a nossa gente e suas coisas, nada têm contribuindo com Arari. Traduzo que de tão sábios, são verdadeiras bestas. Bestas porque se enxergam melhor que seus irmãos que comem do mesmo peixe que outrora matava suas fomes e, que, por ironia do destino, não tiveram a sorte de fazer parte de algum cabide de emprego. Entendo que vocês não são nem a imagem, nem os espelhos, muito menos o reflexo, são, pois criaturas mecânicas no envolto de suas hipocrisias.
Tem pessoas que contribuem mais quando não falam, ou não escrevem, pois quando assim o fazem, geram alfabetos de grosserias que são tão fúnebres quanto as suas pretensões maquiavélicas.

NOTAS


ACIDENTE
Agora pela manhã aconteceu um acidente na Avenida Lourenço Vieira da Silva no lado direito de quem sai da Cidade Operária. O acidente envolveu um Ford Car e uma motocicleta. O condutor da moto não foi identificado por esta reportagem.
A o trânsito que fluía no mesmo sentido teve que ser desviado para uma das ruas do conujto São Cristóvão. Não houve grandes transtornos dada a atuação rápida de guardas da Secretaria de Trânsito e Trasnportes do Município.

JARDIM AMÉRICA SEM ÁGUA NEM´PARA TOMAR BANHO
O CONJUNTO JARDIM AMÉRICA SOFRE HÁ ANOS COM UM GRAVE PROBLEMA: A FALTA D'ÁGUA NAS TORNEIRAS. ALGUNS MORADORES, COM ISSO, CONSTROEM CISTERNAS QUE SÃO VERDADEIROS DEPÓSITOS DE ÁGUA, O QUE AGRAVA MAIS A SITUAÇÃO DOS MORADORES QUE MORAM NA PARTE MAIS ALTA DO CONJUNTO.
NA MINHA CASA É UM CLARO E SENTIDO EXEMPLO DE QUE Á AGUA CHEGA A CONTA-GOTAS.
ALÉM DA OMISSÃO E DESCASO, A GANÂNCIA E EEGOÍSMO DE UNS POUCOS QUE PENSAM UMA CIDADE SÓ PARA OS SEUS.

CUIDADO COM OS BURACOS
NA AVENIDA LOURENÇO VIEIRA DA SILVA TEM UMA GRANDE QUANTIDADES DE BURACOS CRATERAS DO LADO DIREITO DA PISTA QUE SAI DA CIDADE OPERÁRIA. MUITOS ACDENTES TÊM ACONTECIDO POR CONTA DISSO. QUANDO CHOVE FICA DIFÍCIL SABER ONDE ESTÃO OS BURACOS E FAZ COM QUE OS MOTORISTAS QUEBREM, BATAM OS CARROS. É QUE TEM COISAS QUE A PREFEITURA DE SÃO LUÍS FAZ E VOCÊ NEM VÊ. ESSE É UM EXEMPLO.

PICHE NOVO NO SÃO CRISTÓVÃO
ALGUMAS ENTRADAS DO SÃO CRISTÓVÃO ESTÃO TENDO UMA OPERAÇÃO TAPA- BURACOS. MAS NÃO SE ANIMEM QUE É SÓ NAS ENTRADAS.

FEIRA DA CIDADE OPERÁRIA
OS DOIS LADOS DA FEIRA ESTÃO QUASE INTRAFEGÁVEIS. SE NÃO FOSSE OS MORADORES QUE COLOCAM ENTULHO DENTRO DOS BURACOS, COM CERTEZA JÁ HAVIA LANCHAS, CANÔAS, BARCOS OUTRA ENBARCAÇÃO...

MAS AGUARDEM
JÁ JÁ VAMOS TER A PRESENÇA DE POLÍTICOS SALVADORES DA CIDADE. TRISTE É SABER QUE PASSARAM QUATRO OU MAIS ANOS NO PODER E NÃO FIZERAM NADA, OU MELHOR, FIZERAM, EMPURRARA A ESPERANÇA DO POVO PARA O ABISMO.  BEM FEITO QUEM MANDOU VOTAR NELES.

18/04/2012

OS PARASITAS DE ALUGUEL

EXISTEM PESSOAS QUE NÃO CONSEGUEM SER FELIZES SEM PERSEGUIR E ODIAR AS OUTRAS. SINTO PENAS DESSAS CRIATURAS, POIS COM CERTEZA NÃO CONHECEM O AMOR DE DEUS.
ESSAS PERSONAGENS NÃO SE CONTENTAM EM MENTIR. DIFAMAM, INJURIAM, CALUNIAM (TODAS COM PREVISÃO NO CÓDIGO PENAL). NESSA TAREFA, TÊM O MÉRITO DA PERSUASÃO MENTIROSA, MAS NEM SEMPRE CONSEGUEM SEUS DESATINOS. AGEM DE FORMA ARDIL, METICULOSA..., USAM AS SUAS PRÓPRIAS SOMBRAS COMO DISFARCE, SEM CARÁTERES. HOMENS NUS. NÃO CONSEGUEM ENXERGAR A SI PRÓPRIOS. E OLHA QUE É CRIME TANTO QUEM PRATICA COMO QUEM PROPALA INVERDADES DE PESSOAS ÍNTEGRAS E ATINGEM A HONRA OBJETIVA. QUANDO NÃO CAUSAM PREJUÍZOS FINANCEIROS E/OU DOENÇAS.  
SÃO PESSOAS QUE FAZEM DA INVEJA O PRINCIPAL INSTRUME PARA REGAR SEUS REPERTÓRIOS DE MALDADES.
EU SOU VÍTIMA DESSES TRAVESTIS QUE TÊM APARÊNCIA DE ANJOS E AGEM IGUAIS AOS DEMÔNIOS AGEM.
AINDA BEM QUE NÃO SÃO POUCAS AS PESSOAS QUE CONHECEM O MEU CARÁTER, A MINHA VIDA, A MINHA AÇÃO, MINHA FAMÍLIA, MEUS AMIGOS E MINHA HISTÓRIA. SOU TÃO LIVRE QUE DOU MEU CPF E RG PARA QUEM DESEJAR. NÃO ME ESCONDO, NÃO VADIO.
O HIPÓCRITA, NA SUA SEDUÇÃO, AGE ATÉ COM UM CERTO CHARME E PENSA QUE NUNCA NINGUÉM VAI SABER DOS SEUS DESATINOS. É UM BOBO! NÃO, UM PARASITA.
CABEM MUITAS PERGUNTASMAS FAREI APENAS UMA: SERÁ QUIE GOSTARIAM QUE SEUS FILHOS OU FILHAS PASSASSEM PELO MESMO MAL QUE PROVOCAM AOS OUTROS?

Profissão: articulador escolar

Carmen Guerreiro

O coordenador pedagógico se consolida cada vez mais como formador, orientador de um trabalho coletivo e elo entre as pessoas, o projeto escolar e os conteúdos programáticos

Reger a escola do século 21 não é uma tarefa para qualquer maestro. Numa época em que se rediscutem espaço, tempo, modo, sujeito e conteúdo da aprendizagem, a figura do coordenador pedagógico se destaca como articuladora e representante dessa nova forma de pensar a educação. O coordenador é hoje - ou poderia ser - o elo a unir projeto pedagógico da escola, conteúdo programático e as pessoas envolvidas no projeto - professores, gestores, pais e alunos. E, para ele, é impossível harmonizar esses três polos sem responder a grandes questões da educação atual: de quem é a responsabilidade pelo aprendizado dos alunos? Como trabalhar o conteúdo de um currículo fixo de maneira diferente em cada turma? Como quebrar a barreira das disciplinas? Como apoiar o professor e contribuir com a sua formação?
Em meio a essas demandas, o cenário educacional contemporâneo introduz ingredientes que criam paradoxos para o exercício da função. Ao mesmo tempo que a cobrança social pela aprendizagem dos alunos, cada vez mais, recai de forma individualizada sobre o professor, ele é instado a trabalhar de forma interdisciplinar, em projetos conjuntos com as outras disciplinas e áreas de saber. No que tange ao currículo, há uma crescente defesa da constituição de um "mínimo múltiplo comum", sobretudo para algumas disciplinas do ensino médio, nas quais o aluno, caso mude de escola, está arriscado a estudar a mesma coisa nos três anos dessa etapa. Em paralelo, há uma grita pela manutenção das singularidades regionais - nem sempre justificada, pois muito do conhecimento com que a escola trabalha é universal.
Em meio a pressões de todos os lados - dos docentes, gestores, alunos e familiares - quais seriam, então, as características que fariam do coordenador um profissional capacitado a desempenhar o papel de articulador?
Um bom comunicador
Para dar conta de tamanho desafio, o coordenador precisa ter a seu favor algumas características. "Não podemos definir um perfil exato para o coordenador, pois é possível praticar a coordenação pedagógica com estilos variados. No entanto, o cuidado com as relações interpessoais tem de ser um norte a ser perseguido. As características que definem um bom coordenador talvez sejam as mesmas que caracterizam um bom professor", aponta Renata Cunha, docente do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep).
Independentemente de suas semelhanças com os professores, o coordenador deve ser alguém, segundo Nilda Alves, da Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), que saiba liderar sem perder de vista que está coordenando uma equipe em uma escola, e não em uma empresa, que tem dinâmica e foco diferentes. "E isso não significa ficar levando textos que conclamam o professor a trabalhar melhor, já que o professor está ali para cumprir o seu trabalho."

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RESPEITO AOS SEGUIDORES

TENHO TIDO POUCO TEMPO PARA ATUALIZAÇÃO DESTE BLOG. JÁ ATÉ PENSEI EM DESATIVÁ-LO, INVIÁVEL, TALVEZ, EM VIRTUDE DA MINHA ÂNSIA DE ESCREVER. TENHO RECEBIDO RECLAMAÇÕES DE AMIGOS A ESSE RESPEITO, PORÉM ESTOU EM PERÍODO DE PROVAS NA UNIVERSIDADE, MAS LOGO QUE TERMINAREM AS PROVAS POSTAREI NOVAS INFORMAÇÕES.

EM RELAÇÃO AS NOTÍCIAS DA EDUCAÇÃO EM NÍVEL NACIONAL, TENHO POSTADO BOAS EXPERIÊNCIAS QUE SÃO PUBLICADAS EM DIVERSOS JORNAIS E SITES. O OBJETIVO É FAZER COM QUE CONHEÇAMOS EXITOSAS EXPERIÊNCIAS OU INFORMAÇÕES DE BOA AÇÕES. ENTÃO, PENSO QUE CONTEMPLA NOSSO DESEJO.
AGUARDEM QUE COBRIREMOS A CIDADE DE SÃO LUÍS E TEREMOS NOVAS INFORMAÇÕES E IMAGENS. AGUADEM!

EDUCAÇÃO


RIBEIRINHOS NA AMAZÔNIA VIAJAM MAIS DE 3H DE BARCO PARA IR À ESCOLA

Taxa de evasão escolar da região é de 1%, abaixo da média nacional. 'Tem que ter força de vontade, senão ninguém vai pra frente', diz aluna

Ribeirinhos no Amazonas percorrem um longo percurso sobre as águas dos rios para chegar à escola todos os dias. Apesar da aventura e da dificuldade de acesso, alunos-ribeirinhos não desistem dos estudos. Um exemplo disso é que a taxa de evasão na escola da região é pouco maior que 1%.

Para os irmãos Daniel Pinheiro Azevedo, de 13 anos, e Priscila Rodrigues de Azevedo, 15, há dois anos é essa a rotina. Todos os dias eles percorrem um longo caminho até a escola.

Depois de 20 minutos de viagem na rabeta, eles chegam ao flutuante para esperar o barco do transporte escolar. "Hoje foi tranquilo, pior mesmo é quando chove porque dá medo e a canoa pode virar", disse Priscila.

De casa em casa, são quase 20 paradas até a Escola Estadual Pedro dos Santos. Quase três horas depois de ter saído de casa, os alunos chegam à comunidade do Mutirão, para a aula.

De acordo com a diretora da unidade de ensino, Joelma Lemos, a Escola Pedro dos Santos é a única da redondeza a oferecer turmas até o nono ano, além de ensino médio completo. Segundo ela, a evasão escolar é de apenas 1,5%, enquanto a média nacional, segundo o Ministério da Educação (MEC), é de 6,9% no ensino fundamental.

"A persistência no estudo é para sair do interior e fazer uma faculdade em Manaus. Nós já formamos muitas turmas e muitos alunos estão para lá em busca de seus sonhos: vencer na vida né?", disse ela.

Às cinco da tarde, o sol já vai baixando. Começa a jornada de volta e tem gente animada, mas a maioria se rende ao cansaço. Já passa das oito da noite quando Priscila, Daniel e as vizinhas fazem o trecho final da viagem, no escuro.

No outro dia, a rotina se repete e assim será pelos próximos anos. Priscila não pensa em desistir. "Meu maior sonho é terminar meus estudos, fazer faculdade, ter um bom emprego, ter minha casinha toda ajeitadinha".

E na escola da vida é Daniel que dá uma lição: "Aqui é tão longe e dificultoso, mas a gente não põe dificuldade em nada. Tem que ter força de vontade senão ninguém vai para frente. As pessoas que ficam bem pertinho da escola não querem ir e nós aqui longe, né? Tem que ter coragem mesmo, vontade", disse.

Estes jovens têm a sorte que nem todos na região tiveram. Aos 90 anos, o agricultor Sabino ainda lamenta não ter aprendido ler e escrever. Ele largou a escola para trabalhar. "Até arrumar outro professor, a gente já tinha esquecido o que tinha aprendido. Aí começava do 'ABC' tudo de novo", contou.

Sabino deixou os livros cedo, mas ajudou a construir o sonho destes jovens: ele criou a primeira escola da região. "Era de madeira, eu carregava o esteio nas costas. Até que arrumamos uma professora. Ela ensinou e aí veio crescendo que nem um pé de plantinha". A escola criada por Sabino passou, na década de 70, a ser mantida pelo município e atualmente tem professores regulares, que atendem a 50 alunos.



Em São Luís e em Arari e vou com o PT.

Caso o deputado Bira do Pindaré tivesse vencido às prévias eleitorais do PT, enquanto Petista, votaria e faria campanha para ele, ou melhor, para o PT.
Acho pertinente que o grupo que venceu as prévias procurar o deputado Bira do Pindaré para escutar dele e de seu grupo se vão com o PT, nesta futuras eleições para prefeito de São Luís.
O vice-governador Washington Oliveira tem dito, e disse isto para este repórter, que Bira era o seu candidato a prefeito, caso somasse para a composição com o PMDB, da forma que é em nível nacional e estadual (governos estadual e federal).
Agora é o PT. Nossa militância é diferente. Juntos poderemos levar o PT à Prefeitura de São Luís. Sou PT com o pré-candidato do PT Washington Oliveira. Caso Bira tivesse vencido as eleições estaria com ele.
Respeito Bira do Pindaré e seu grupo, da mesma forma que o faço com todas as tendências dentro do PT, porém é coerente que não cessemos as discussões que envolvem o PT e suas intenções. Reunir, discutir é preciso.
É salutar que sentemos à mesa e procuremos nos unir em torno de um nome. Sentido em que o nome já foi escolhido de forma democrática e agora é somar para o PT.
Precisamos agir aqui na capital São Luís com o que nos possibilita a estrutura nacional, uma vez que “exercemos”, após anos de luta, debates, divergências e união, o governo central. Mas é evidente que esta é apenas uma opinião.



15/04/2012

Príncipe

Meu Amor

Meu amor de Deus
Meu amor que é luz
Meu amor que assim se traduz:
João Victor.
Meu amor, meu presente
E bem-quer...
Meu amor é você.
Meu dia, meu sol e chuva,
Estações para mim.
Meu jardim, começo ou
Amadurecidas flores, nesses jardins.
E no jardim da vida,
Meu perfume, encanto,
E sentido.
Meu norte, encontro,
Meu começo, recomeço e chegada.
Meu festejar, meu adeus.
Meu sorriso constante,
Meu apelo, meu abrigo, meu braço,
Corpo e tudo.
Meu Deus, meu eu, se eu existo...
Meu nome, dignidade, identidade
Sanidade, racionalidade e estações.
Meu amor é você!
Meu amor é você...

*Este poema dedico a meu filho João Victor, que brilha em mim de maneira tão cintilante que não explico, encontro em Deus a dimensão de tal sentimento e explicações para esta fonte de amar, ancoro-me no amor e fortaleço meu ser...
Nilson Ericeira
Robrielli

Flor!



Flor!
Terra, mar, água e vento
Intempéries e ar... respiração!
Orvalho numa sequidão
Vida em raiz descendente
Ascendente à gravidade.
Flor!
Ainda nem nasceste e existe
Em pó, em sopro, micro-partículas
Que existe, sobre-existe
Teu ser!
Flor!
Composição meta-física
A física desse roçado que é mundo...
Pai celestial e mãe natureza
E ainda aguardam pacientemente
Esse brotar de teu solo
talo, hipotalo, pétalas, sementes.
És rosa...
Mas que espetáculo!
Num cenário mais lindo!
Que crava a vida
És um cravo sem sexos
Ou nexos materiais:
Pois só amor te define.
Flor!
Da infância, menino(a), moleque, adulto
E na maior idade
Perfuma-se, transforma-se
Flor em essência
Sêca em peta-aladas,
Caídas, sofridas
És única.
Ser, sêde flor
Apesar dos espinhos...
Nilson Ericeira
Robrielli

14/04/2012

A ACADEMIA ESTÁ DE LUTO...

Foto reproduuzida da Internet
Antropólogo Gilberto Velho morre no Rio, aos 66 anos

Acadêmico era decano do Departamento de Antropologia Social do Museu Nacional da UFRJ. Ele teve um AVC na noite deste sábado

Gilberto Velho morreu após ter AVC enquanto dormia, na madrugada deste sábado (14)
O antropólogo Gilberto Velho morreu na madrugada deste sábado, aos 66 anos, no Rio, enquanto dormia em casa, em Ipanema. Cardiopata, ele sofreu um acidente vascular cerebral.
Gilberto Velho era decano do Departamento de Antropologia Social do Museu Nacional da UFRJ desde 1999 e membro da Academia Brasileira de Ciências desde junho de 2000.
Sua obra tem ênfase no estudo de camadas médias e elites urbanas, mas aborda ainda áreas diversificadas como a antropologia das sociedades complexas, a teoria da cultura, a antropologia e sociologia da arte, estudos de transe e possessão, desvio, a problemática do uso de drogas, violência e interpretações do Brasil.
Mais recentemente, vinha trabalhando em estabelecer comparações entre o Brasil e outras sociedades, mais especificamente, com Portugal.
Leia mais: http://ultimosegundo.ig.com.br

EDUCAÇÃO - Ensino Médio

O ensino médio e seus caminhos
 
Programas governamentais miram a integração entre a educação profissional e o ensino médio tradicional e a flexibilização do currículo, com a introdução de disciplinas optativas para que alunos possam construir seu percurso de aprendizado
 
Filipe Jahn

Um dos principais dilemas da educação contemporânea é aquele que gira em torno da permanência dos alunos do ciclo médio nos bancos escolares. Atraídos pelo número de estímulos e pela velocidade da sociedade, a escola lhes parece enfadonha. No entanto, muito do que lhes parece fora de propósito nessa fase - experiências, relações, conhecimentos - só irá adquirir sentido ao longo do tempo. Muitas vezes acaba por não fazer, por diversos motivos, entre eles o abandono da escola.
Todo esse clima de desinteresse dos adolescentes pela vida escolar tem gerado muitas reflexões mundo afora sobre os possíveis caminhos de fazer com que o ensino médio seja vivido e percebido como significativo. Nessa perspectiva, o desafio dos sistemas de ensino nos últimos anos envolve a capacidade de organizar um programa curricular que consiga, ao mesmo tempo, formar os jovens para continuar os estudos no ensino superior e prepará-los para o mercado de trabalho. Ou seja, fazer com que se escolarizem o mais possível, o que muitas vezes obscurece outros sentidos da educação. 
No Brasil, o cenário segue roteiro parecido. As novas proposições do governo federal para o ensino médio têm o objetivo de elevar o índice de conclusão do ensino médio regular para o patamar de países mais desenvolvidos. "Para esses países, a permanência do aluno em sala de aula nessa etapa deixou de ser um desafio há alguns anos. Hoje existe uma forte pressão socioeconômica, e muitos daqueles que saem não têm a menor chance profissional na vida", avalia Cândido Gomes, consultor da Unesco e professor da Universidade Católica de Brasília (UCB-DF).
Evidência disso é o índice de jovens de 18 a 24 anos que completaram o segundo ciclo do 2º grau, que equivale ao nosso ensino médio. Conforme o Gabinete de Estatísticas da União Europeia (Eurostat), a média de conclusão nessa faixa etária entre os 27 membros é de 79%. Nos Estados Unidos, chega a 89%. No Brasil, conforme a Síntese dos Indicadores Sociais divulgada pelo IBGE em 2010, somente 37% dos jovens de 18 a 24 anos já completaram a etapa. Segundo pesquisa recente divulgada pelo Instituto Unibanco junto à rede estadual paulista, de cada 100 alunos que terminam o ensino fundamental com a idade correta, 83 vão para o ensino médio. Destes, apenas 47 terminam o médio em três anos. Considerando a evasão do início do fundamental ao final do médio, de cada 100 estudantes que entram saem 23 no período correto.
Para aumentar esses índices de conclusão, o MEC aposta na ampliação da educação profissional, ainda pouco expressiva no Brasil. No âmbito do ensino secundário, ela responde por apenas 14% das matrículas, contra 77% da Áustria, 58% da Alemanha, 44% da França, 42% da China e 37% do Chile.
Realidade brasileira - Para melhorar o cenário, o governo federal aposta, desde 2004, em propostas que apontem para um programa curricular mais flexível. Uma das principais medidas foi a possibilidade de integrar ensino regular e a educação profissional, sacramentada pelo decreto 5.154/04. Dessa maneira, instituições privadas e públicas oferecem as aulas regulares em um turno e cursos que preparem para o mercado de trabalho em outro, sob uma mesma matrícula.
Esse é o caso de Matheus Escobar, aluno do 2º ano da Escola Técnica Estadual (Etec) Jorge Street, em São Paulo. Durante a tarde, ele cursa as disciplinas do ensino formal tradicional; de manhã, tem aulas de desenho técnico mecânico, automação industrial e eletrônica digital, entre outras.

 
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CIDADE OPERÁRIA - AUSÊNCIA DO PODER PÚBLICO

AS AUTORIDADES ESTÃO DE COSTAS PARA ESTE LADO DA CIDADE. MAS PODEM TER CERTEZA QUE QUANDO A CAMPANHA ELEITORAL COMEÇAR VÃO DIRECIONAR O FOCO PARA CÁ, AFINAL AQUI SE ELEGEM VÁRIOS VEREADORES.

QUANDO CHOVE É UM DEUS-NOS-ACUDA. A FEIRA ESTÁ JOGADA ÀS MOSCAS, AS RUAS DE DENTRO DAS UNIDADES ESTÃO TOTALMENTE ESBURACADAS, COM CICLOVIAS DESTRUÍDAS, AS AVENIDAS NÃO TÊM GALERIAS PARA QUE A ÁGUA ESCOE COM MAIOR RAPIDEZ, NÃO TEM SINALIZAÇÃO DE ESPÉCIE ALGUMA, O TRÂNSITO É CAÓTICO, VALE A LEI DO MAIS FORTE. EM SUMA, AQUI NÃO TEM AUTORIDADE E PODER PÚBLICO. QUANDO VOCÊS OLHAREM UM GUARDA DE TRÂNSITO NA CIDADE OPERÁRIA, POR FAVOR CHAMEM A PÓLÍCIA PORQUE NÃO É UM FATO NORMAL. É ATÍPICO.

AQUI CABERIA UMA AÇÃO PLANEJADA DE REESTRUTURAÇÃO DO CONJUNTO E SANEAMENTO DE SEUS RESPECTIVOS BAIRROS E/OU OCUPAÇÕES.

E SEGUE A NAU À DERIVA... ATÉ QUANDO?





GONÇALO AMADOR, UM TIMONEIRO DA COMUNICAÇÃO NA REGIÃO DO ITAPECURU

Gonçalo Amador, doutora Wilsa e Flávio Amador, um de seus
 filhos

Por Jucey Santana

OS 63 ANOS DO EMPRESÁRIO E FUNDADOR DO JORNAL DE ITAPECURU
GONÇALO AMADOR NONATO
Oriundo de família simples, sua infancia foi vivida na vizinha cidade de Presidente Vargas. Nasceu no dia 14 de abril de 1949. Caçula de uma prole de 7 irmãos, seus pais, Senhor Domingos Pereira Nonato e Dona Sebastiana Amador seus reitores o ensinaram trilhar no caminho correto do respeito ao ser humano e a Deus. “o respeito é tudo” dizia seu pai. Embora trabalhasse duro com os seus pais na agricultura, o seu maior interesse eram os estudos, logrando ajudar a sua família e sua cidade e conquistar .outras esferas mais adiantadas fora do contexto de sua terra. Foi catequista a partir dos 16 evangelizando as crianças na comunidade São Luis, zona rural à 9 quilômetros da sede do município. Na história de Presidente Vargas escrita por Manoel Horácio da Silva “Horacim” Gonçalo é citado como evangelizador e líder local.
Foi agricultor, padeiro, vendedor e publicitário. Sempre esteve disposto a ajudar quem precisasse da sua colaboração.
Fez seus primeiros estudos no Ginásio Bandeirante de sua cidade, quando então teve que trabalhar duro pela subsistencia.
Aos 22 anos viajou para o Rio de Janeiro onde trabalhou CTC ( Companhia de Transporte do Estado do Rio) De volta do Rio de Janeiro, vai residir em São Luis onde conclui o curso de Técnico em Contabilidade no Colégio Santos Dumont, 1975/78.
Passa a trabalhar na Empresa Pacotilha proprietária do Jornal Imparcial, como Corretor de Publicidade sem nenhuma experiencia mas com muita determinação, fazia tudo, contrato de publicidade, reportagens, era chamado apelidado de “Caçador de Prefeitos” porque viajava para as cidades do interior do Maranhão entrevistando prefeitos, políticos, elaborando reportagens, sempre em busca de notícias para veiculação no Jornal. O seu trabalho no Imparcial constituiu uma verdadeira escola, começando aí a sua paixão pelo trabalho de imprensa, sonhando em fundar um Jornal local.
Em 23 de novembro de 1990 foi finalmente concretizado seu desejo, com o lançamento do Jornal de Itapecuru, no Itapecuru Social Clube, vieram prestigiar o evento o Secretário de Cultura do Estado na época Benedito Buzar e o Vice Governador José de Ribamar Fiquene, prefeito da cidade, vereadores, secretários, autoridades e a sociedade convidada. Enfrentando dificuldades financeiras, porem com muita determinação. Até hoje o Jornal não possui maquinário próprio, o Jornal é impresso em oficinas tercerizadas. O periodico além de Itapecuru o cobre as cidades de Arari, Mata Roma, Vargem Grande, Miranda do Norte, Anajatuba, Matões e outras, procurando sempre prestar um bom serviços com unilateralidade sem fazer política partidárias, sendo sempre, “amigos dos amigos”, este é o lema de Gonçalo Amador.
Apaixonado por Itapecuru, sua história, suas lendas e curiosidades, faz questão de publicar os fatos referente ao passado do município ajudando a resguardar a memória dos ilustres conterraneos que se destacaram com relevantes serviços e também acontecimentos de notoriedade.
Atualmente está empenhado, com o auxílio de alguns amigos, na montagem de um compêndio, “LIVRO REPORTAGEM” sobre a história dos 21 anos de existência do periódico, agregando a história da cidade, com a publicação dos principais editoriais, e reportagens de acontecimentos importantes como: chegada do Papa, eleição dos Presidentes Color de Melo e Luis Inácio, eleições dos prefeitos, biografias de vultos importantes para a cidade e muitas outras. Imaginando que este trabalho traga benefício a classe estutantil e a sociedade em geral que busca informações da história da nossa terra.
Atualmente, com a Fundação da Academia Itapecuruense de Letras em novembro do ano passado, Gonçalo se sentiu ainda muito mais motivado no seu intento, uma vez que tem acompanhado o trabalho dos Acadêmicos, pesquisando a vida dos 40 Patronos das Cadeiras da AICLA que se destacaram como expoentes na cultura, artes ou que prestaram relevantes serviços à Itapecuru Mirim, o que faz questão de publicar ajudando assim na preservação da memória histórica da região.
A FAMÍLIA
Em 1982 Gonçalo casa-se, com a farmacéutica cearense Maria Wilza Teixeira, e em 1984 muda-se definitivamente para Itapecuru Mirim, com quem criou seus tres filhos: Flaviana, Fábio e Flavio, que vieram a lhes presentear com 6 netos que são os xodós do vovó Gonçalo: Flávia, Jorge Neto, Vitória, Isabela, Bruna, Doniel. Segundo Gonçalo, a família é o centro de gravidade de sua existencia.
Católico, Gonçalo é bastante atuante na Paróquia de Nossa Senhora das Dores, onde faz parte da Pastoral Familiar, dando apoio as famílias e auxiliando a Igreja, participando dos eventos da Diocese com dedicação e comprometimento.
Vale salientar, que seu grande incentivador sempre foi o amigo Benedito Buzar, que sempre o apoiou em sua jornada, além da família e da sociedade itapecuruense onde o empresário sempre se sentiu acolhido se tornando itapecuruense de coração.
O fato mais marcante de sua vida foi sem dúvida o ter encontrado a companheira da sua vida e sua união por mais de 30 anos e o que o faz sempre feliz é a convivência familiar e entre amigos diletos, conquistado por toda sua vida.
O empresário Gonçalo Amador completa 63 anos de existência feliz, rodeados de seus familiares e amigos. A autora do texto se sente feliz em entre seus amigos e deseja que você caminhe sempre em busca do sucesso, e alcance todos os seus objetivos no futuro. Parabéns!


12/04/2012

TRANSPORTE COLETIVO DE SÃO LUÍS: DEUS TENHA PIEDADE DO POVO

HOJE PELA MANHÃ, LEVEI CERCA DE 50 MINUTOS NA PARADA DE ÔNIBUS COLETIVO. ALI NA CIDADE OPERÁRIA, EM FRENTE À ESCOLA ESTADUAL PEDRO ALVARES CABRAL. AINDA BEM QUE CABRAL NOS ACHOU NAS SUAS CARAVELAS. POIS SE AGORA, ROGARIA PELA SANTA MARIA, ANTES QUE A NINA PINTASSE.

LEVEI CERCA DE UMA HORA E MEIA DENTRO DO ÔNIBUS PARA UM PERCURSO DA CIDADE OPERÁRIA AO MONTE CASTELO.

UNS AVISAM: “VOU TER QUE PASSAR AÍ”. “E LÁ VAI EU”! E UMA PESSOA PRETUBERANTE: “SINTO MUITO, MAS VOU TER QUE ESMAGAR VOCÊ”. “VIRGEM MARIA, MAS PARECE UM TREM”. MEU DEUS! E SEGUEM AS “CONFABULAÇÕES” ENTRE “SAFANÕES” E EMPURRÕES DE TODA ORDEM.

ADMIROU-ME, PORÉM, DESTREZA DE UMA CRIANÇA QUE SE AJEITAVA ENTRE O FERRO DA PORTA DO MEIO, GAROTO QUE APARENTAVA MAIS OU MENOS 10 AMOS DE IDADE, SEGURAVA UMA SÉRIE DE TRALHAS ENTRE PERNAS E BRAÇOS E AINDA ME OLHAVA AFLITO. PUDE VER: DESCEU NO RETORNO DO SÃO CRISTÓVÃO. PUXOU TODAS AS BOLSAS, SEGUROU UMA IRMÃ DE DOIS OU TRÊ ANOS E AINDA ORIENTOU SEUS PAIS. É CERTO QUE DELES, ELE JÁ DESCEU COM A ÚLTIMA BAGAGEM COM O ÔNIBUS EM MOVIMENTO. “ESPERA AÍ MOTORISTA, ESPERA”, DISSE ASSUSTADO.

O ÔNIBUS SUPERLOTADO. AS PESSOAS SE EMPRENSAVAM COMO PODIAM E COMO NÃO PODIAM. FAZIA MAIS OU MENOS DOIS MESES QUE USAVA ESSE TIPO TRANSPORTE, NÃO POR QUE NÃO PRECISE, (ENTENDO QUE TODOS PRECISAMOS, ATÉ O MAIS ROBUSTOS DOS ARROGANTES) MAS POR QUE OS COMPROMISSOS ASSUMIDOS NÃO SUPORTAM ESSA DEMORA. E HOJE, POR MOTIVO DE FORÇA MAIOR, O FIZ. ATÉ GOSTO DE ESCUTAR AS HISTÓRIAS DENTRO DO ÔNIBUS E OBSERVAR CENÁRIOS. PORÉM, PARECE-ME QUE ISSO É COISA DO PASSADO. A CIDADE DE SÃO LUÍS É SO PROBLEMAS E FALSAS PROMESSAS. JUDAS TRAIU JESUS. O PREFEITO, O POVO.

É IMPRESSIONANTE O NÚMERO DE PESSOAS QUE ENTRAM E SAEM NO ÔNIBUS NESSE PERCURSO. OS ÔNIBUS NÃO CABEM MAIS, MAS É PRECISO FATURAR E, ENTÃO, ESMAGA-SE GENTE. GENTE SOFRIDA QUE RALA NO TRABALAHO, RALA PARA IR AO TRABALHO E RALA PARA RETORNAR DO TRABALHO A SUA CASA. SÓ DEUS PARA TER PIEDADE DO POVO DE SÃO LUÍS.

TUDO QUE AS AUTORIDADES TÊM DECLARADO NA MÍDIA A RESPEITO DA MELHORIA DO TRANSPORTE COLETIVO EM SÃO LUÍS É APENAS FIGURA DE ILUSÃO. PENSEI ATÉ QUE SE CLODOMIR PAZ, SECRETÁRIO MUNICIPAL DE TRÂNSITO E TRANSPORTE DE SÃO LUÍS, PASTA QUE TEM OBRIGAÇÃO DE POR ORDEM NESSES CAOS, CASO TOMASSE UM ÔNIBUS NESSE TRAJETO, IRIA CERTAMENTE PARAR NO HOSPITAL, ISSO SE CHEGASSE VIVO. NINGUÉM AGUENTA. É MUITA HUMILHAÇÃO. AS PESSOAS SE PISAM, AS PESSOAS SE INSULTAM. MAS A CULPA É DO PODER PÚBLICO MUNICIPAL QUE MAQUIA PROBLEMAS E NÃO OS RESOLVEM. TRATA-SE DE UM PROBLEMA ESTRUTURAL E GENERALIZANTE, POIS ENVOLVE TODO O SISTEMA. ISTO É APENAS UM NÓ DESSE GARGALO.

DENTRO DA MINHA REFLEXÃO CHEGUEI A SEGUINTE CONCLUSÃO: QUE TUDO QUE AS AUTORIDADES DA PREFEITURA DE SÃO LUÍS DIZEM SOBRE O QUE VÃO FAZER PARA MELHORAR ESTÁ SOMENTE NO NÍVEL DA ILUSÃO.

E PASSA UM E MAIS UM E DIZ ETA TRÉM BOM SHÔ! E OUTRO DIZ RAPÁ NOLS TAMOS É DENTRO DUM ÔNIBUS VÉIO. E CHOVE, E CHOVE DENTRO DO ÔNIBUS VÉIO.

AS PESSOAS CONSEGUEM RIR DO SEU PRÓPRIO SOFRIMENTO. EU ME ESMAGO, ALIÁS ME ESMAGAM. ESTOU COM PRESSA. O TEMPO PASSA. COM LOCENÇA, COM LICENÇA, DÊ LICENÇA! O DE BAIXO É MEU! NA HORA: INÚMEROS PÉS EM CIMA DE MEUS PEQUENINOS PÉS. MINHAS MÃOS NÃO ALCANÇAM OS FERROS DO TTETO. DESCOBRI QUE SOU BAIXO. E LÁ VAI, LÁ VAI, MAIS UUUMMM!!!

O ÔNIBUS FREIOU E QUASE ME LEVA JUNTO A UMA TRALHA QUE ALGUNS CHAMAM DE PAINEL.

O QUE EU SEI QUE AO ALCANCE DE MIM, APENAS PREOCUPAÇÕES COM O HORÁRIO. MAS AINDA BEM NÃO TENHO PLANTÃO, NÃO SUPORTO DITADORES E NÃO ELOGIO HIPÓCRITAS. ESCREVO COM OU SEM HIFENS, OU MELHOR, TRACINHOS, MAS SE PREFERIREM, SINAIS GRÁFICOS OU LÉXICOS QUE SERVEM HIFENIZAR, DIGA HIFENIZAR, NÃO É INFERNIZAR...

DESCE, DESCE QUE O TRÉM QUEBROU, OU SEJA, O ÔNIBUS. VAMOS À OUTRA CONDUÇÃO.

E ASSIM O PÚBLICO APLAUDIU!

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EDUCAÇÃO


Rafael Arbulu
Você certamente se lembra dos tempos de colegial (ou Ensino Médio, dependendo da sua idade): era comum ver vários alunos em sono profundo durante aulas como Química, Física ou Matemática. Há, hoje, quem culpe o atual método de ensino por essas ocorrências, acusando-o de enfadonho e desinteressante, que falha em prender a atenção de um público volátil, caracterizado pelo dinamismo.
Hoje, a chamada "Geração Z" tem como maior característica o fato de estar online o tempo todo. Essa turma nasceu em uma realidade globalizada e convive com informações em escala mundial desde o berço. Pensando nessa mudança, alguns especialistas e acadêmicos decidiram que chegou a hora de uma "nova aula" para capacitar esses "novos alunos".
Coordenador pedagógico e professor de Química da Oficina do Estudante (Campinas/SP), Anderson Dino é um desses acadêmicos que acham que o padrão atual, com alunos em silêncio e o professor ministrando o curso à frente de um quadro negro, precisa ser retrabalhado. Para ele, não é interessante que se mude tudo, mas adaptações bem grandes já viraram necessidade: "a lousa ainda é importante: como você vai ensinar Matemática sem ela?", diz o professor.
"A 'geração Z' é o que chamamos de 'nativos digitais', ou seja, já nascem tendo à mão smartphones, tablets e pacotes de dados e 3G pagos pelos pais", explica Dino. "É diferente da minha geração, por exemplo, que cresceu com apenas um televisor instalado na sala de jantar". Dino ainda diz que, pelo fato da geração "mandante" ser aquela mais antiga, certas regras foram passadas pelo ponto de vista deles: "existe uma lei estadual, por exemplo, que proíbe o uso de celular em sala de aula - o professor pode tomar o aparelho e devolver só quando terminar a aula. Isso conflita com os interesses da geração atual, que prefere se manter conectada o tempo todo com o que lhe interessa. Entretanto, mesmo essas pessoas mais antiquadas adotam a tecnologia quando enxergam a interatividade que ela pode promover entre eles e seus alunos".
Os argumentos de Anderson Dino são similares aos de outra acadêmica: Patricia Lopes da Fonte, autora do livro "Projetos Pedagógicos Dinâmicos: A Paixão de Educar e o Desafio em Inovar" (Editora WAK), diz que os alunos atuais anseiam pelo aprendizado que desafie seu conhecimento através de softwares e também pela web: "A Internet é uma tecnologia que facilita a motivação dos alunos, pela novidade e pelas possibilidades inesgotáveis de pesquisa que oferece. Essa motivação aumenta se o professor a faz em um clima de confiança, de abertura, de cordialidade com os alunos".

Mas, efetivamente, quais recursos da web estariam disponíveis para um uso mais pedagógico? Dino não se acanha em mostrar seus próprios métodos na Oficina do Estudante: "Nós, por exemplo, fazemos vídeo-aulas via Youtube, publicando o conteúdo do dia na rede de vídeos. Também praticamos conversas pertinentes via Twitter, páginas oficiais no Facebook - até aquele LOLCat do gatinho na mesa de química nós usamos [Nota do Autor: o entrevistado se refere ao "Chemistry Cat", cujas piadas giram em torno de elementos químicos da tabela periódica - conforme galeria abaixo]".

Leia mais:
http://olhardigital.uol.com.br/jovem/rede

OUTRAS IMAGENS DA APRESENTAÇÃO DA PAIXÃO DE CRISTO EM ARARI

10/04/2012

Reflexão: Sobre a importância do perdão

Fábio Torres Ser capaz de perdoar alguém é uma capacidade admirável, além de ser algo que todos nós podemos fazer. Aquele que é capaz de perdoar alguém, independentemente do que essa outra pessoa tenha feito, possui uma das qualidades mais bonitas do ser humano. O terapeuta e doutor em Finanças Eduardo Melo Valente, de Curitiba (PR), fala um pouco sobre essa atitude tão bela. Vão-se os anéis e ficam os dedos O que levamos dessa vida não são os bens materiais. Esses ficam. O que levamos efetivamente são os valores morais intrínsecos em nós. As capacidades de amar, de perdoar, de administrar uma família, de fazer e conservar amigos, de ser útil e prestativo ao próximo. Qualidade exuberante É preciso perdoar a si próprio pelos erros cometidos agora e no passado, seja em que época for, e perdoar as pessoas envolvidas nas situações vividas. Não importa quem tenha ou teve razão. O importante é a nossa capacidade de perdoar. Praticar sempre À medida que vamos exercitando nossa capacidade de perdoar, estamos dilatando nossa compreensão do ser humano. Estamos usufruindo desses benefícios todos que a sabedoria divina nos proporciona. Estamos, inclusive, trocando nossas dívidas maiores por dívidas menores, por meio do merecimento. Chave para mudanças O perdão auxilia no desenvolvimento espiritual. O perdão envolve pessoas, sentimentos e mágoas antigas. Ele altera as vibrações de nossos chakras, proporcionando-nos auras bonitas, brilhantes, de cores vivas, e iluminando todo o nosso ser.

Dilma busca ajuda dos EUA para capacitar estudantes brasileiros

Presidenta visita hoje as duas maiores instituições de ensino do país, Harvard e MIT A capacitação de estudantes brasileiros e parcerias nas áreas de educação, ciência e tecnologia estão no centro da agenda da primeira visita oficial da presidente Dilma Rousseff aos Estados Unidos. Com esse foco, a presidenta visita nesta terça-feira, em Boston, duas das mais respeitadas instituições de ensino dos EUA, a Universidade de Havard e o Massachusetts Institute of Technology (MIT). Leia também: Obama diz 'ter sorte' por encontrar em Dilma uma parceira A passagem por Boston faz parte dos esforços para promover o programa Ciência Sem Fronteiras, do governo federal, que tem como meta enviar 100 mil bolsistas para estudar no exterior - 75 mil financiados pelo governo. A expectativa é de que cerca de um quinto desses bolsistas vá para os Estados Unidos. Harvard já integra o programa, e o MIT fará parte a partir desta terça. Atualmente 800 bolsistas brasileiros já estudam nos EUA como parte do programa. São estudantes como Letícia Moura, que estuda enfermagem na Universidade de Fairfax, onde deve permanecer até o fim do ano. Acordos O governo brasileiro, porém, quer que mais universidades americanas recebam estudantes brasileiros. A agenda da comitiva brasileira nos EUA inclui a assinatura de 14 acordos na área de educação relativos ao Ciência Sem Fronteiras. Vistos: EUA abrirão dois novos consulados no Brasil A busca por capacitação dos estudantes brasileiros é um esforço para combater o problema de escassez de mão-de-obra qualificada no Brasil, que se tornou mais visível após uma década de crescimento econômico e baixos índices de desemprego e, caso não seja solucionado, pode acabar atrasando o desenvolvimento do país. Como observa o diretor do Brazil Institute do centro de pesquisas Woodrow Wilson, em Washington, Paulo Sotero, o Brasil melhorou até certo nível, mas precisa "resolver problemas domésticos estruturais e fazer sérias reformas" se quiser avançar mais. Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo

VIVA A PAIXÃO DE CRISTO! VIVA ARARI!

07/04/2012

VIVA O ESPETÁCULO! VIVA O POVO DE ARARI!

NO COMEÇO DA NOITE, COM ALGUNS ROSTOS MUITO CONHECIDOS, SEMBLANTE DE ESPERA, AR DE ESPECTATIVA. NO CÉU, O ANÚNCIO DE CHUVA PROMISSORA, NO DIA 6 DE ABRIL, SEXTA-FEIRA, SEXTA DA PAIXÃO, NA PRAÇA DO FOLCLORE EM ARARI, A COMPANHIA TERRA VIVA, A ARTE PRODUÇÕES E A SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA APRESENTARAM O ESPETÁCILO “PAIXÃO DE CRITO”.

E AS PESSOAS PASSAM. CONVERSAM. NAMORAM. SÃO EMOLDURADOS PELA CIDADE QUE NOS COMPLETA. EU, TIMIDAMENTE VEJO-ME NA MULTIDÃO DE PESSOAS DA MINHA IDADE, DE IRMÃOS QUE SERÃO O FUTURO DESSA TERRA E DE OUTROS A QUEM DEVO OBEDIÊNCIA. ESTA É A PRIMEIRA TOMADA.

E ATENÇÃO!

OS ATORES DEMONSTRARAM MUITA VERSATILIDADE NA ARTE DE INTERPRETAR, O QUE PROVOCOU EM CENTENAS DE PESSOAS QUE ASSISTIRAM À PEÇA, MOMENTOS DE COMOÇÃO, REFLEXÃO E, PRINCIPALMENTE, SERVIU DE ALERTA SOBRE A CAMPANHA DA FRATERNIDADE DESTE ANO QUE TEM COMO LEMA: “QUE A SAÚDE SE DIFUNDA SOBRE A TERRA!”

A PEÇA FOI MUITO BEM DIRIGIDA PELO ARARIENSE LÉLIZ PESTANA E O TEXTO FOI ADAPTADO POR ROMÁRIO OLIVEIRA.
O ESPETÁCULO APRESENTADO SÓ DEMONSTRA QUE EM ARARI TEM INÚMEROS TALENTOS EM TODAS AS ARTES E EM DIVERSOS RAMOS DO CONHECIMENTO.

QUE ME PERDOEM OS ‘INTELECTUAIS’ OU MESMO OS (BURRÓIDES) DE PLANTÃO.

VIVA O ESPETÁCULO! VIVA O POVO DE ARARI!