30/12/2011

Imagem do consciente II

Não rasgue o meu poema
Pois sangra igual fomes orgânicas
Sangra comigo de igual forma à Nação
Pois não destrua os meus poemas
Pois são razão de vida, mas vida poética
De um amor incessante
Da Justiça desejada
No meu poema não cabe o domínio
dos hipócritas e nem a luxúria
Dos dominadores,
Nem os dominadores
Mas cabe a solidão dos excluídos.
O meu poema é de sangue, tecido e células...
É vida, em sinais de resistência,
De um povo iludido.
Meu sangue é poema, meu ser é verso
Minha estrofe é parte de outros poemas
Minha vida é poemas
Meu ser inspiração,
Pois não me tirem o céu,
minhas estrelas e luz
Minhas nuvens e meu arco-iris único
Meus poemas, enfim...
Não destruam meus poemas
sem os quais não vivo.

Nilson Ericeira
Robrielli

A voz do coração



A encontrei em mim,

No meu céu e sol,

Em meu coração.

Encontrei no amor

inteiro,

Estavas linda!

Contemplei teus gestos,

E corpo inteiro,

Jeito e trejeitos,

Faceirice.

Então, desejei amor,

Deduziste-me ao encanto

Mas queria encontrar o tempo

Revolvê-lo

E devolver em mim o que é só encanto

Mesmo que em vento que abrasa

Ou no silêncio que fala

À voz do coração.

Nilson Ericeira

24/12/2011

MENSAGEM DE ESPERANÇA E FÉ



Neste momento de permanente reflexão em Deus, em que o mundo comemora o nascimento de Cristo, que os homens unam-se no sentimento de Paz e harmonia, dissipando-se do orgulho egoístico que nos diminui e ofusca nosso brio, levando-nos a situações desiguais.

Como disse, é momento de reflexão e adoração a um Deus único que redime os nossos pecados e nos perdoa na sua extrema sabedoria.

Que não nos deixemos levar pelo fácil, belo e fútil, e nos regozijemos apenas do fruto de nosso labor e suor. Que não nos admiremos de orgias e ostentações, pois disso não se agrada nosso Pai.

Um Natal de existência permanente e muitas felicidades durante a vida inteira.

São os votos de Nilson Ericeira

22/12/2011

Pizza de babaçu

Que a palmeira de babaçu tem mil e uma utilidades isso é do conhecimento de quase todos os maranhenses, mas que entre as suas substâncias servem para produção de Pizza, só mesmo perguntando a receita para os deputados estaduais do Maranhão. O detalhe é que a Pizza pode servida em Pires e só preferirem com canjinha de Pinto ou ainda com degustação de café feito direto na Cafeteira.

De Pindaré ao Mearim há muitos babaçuais. E para não gerar nem uma Fofoquinhas, Ed-lázio, ou melhor, é de lá que vai para uma tal Comissão de Ética.

Para saber a dimensão de tudo isto é só morar no Maranhão. Aqui tudo pode, desde que esteja em algum dos Poderes. Esse prato pode ser servido a uma família inteira até se tiver 42 duas pessoas. Ah, sopa de babaçu também é bom para fortalecer a voz e com isso, mais fácil fica iludir por meio da palavra. Por favor, sirva-me uma pizza de babaçu!

21/12/2011

Do deputado Rogério Cafeteira

“Eu sou ferrolho”


Deputado Rogério Cafeteira usou de de linguagem vulgar para explicar que não freqüenta a Beth Cuscuz: “eu sou ferrolho, sou casado e já estou velho para isso”. Falou no Programa Bastidores da Capital, apresentado por Ibson Lima e José Machado. A declaração foi dada hoje dia 21 de dezembro, às 11h

Isso dispensa comentários...

10/12/2011

E se eu pudesse te abraçar



Se a vida me quisesse outra vez,
novamente teu beijo cálido,
Tua face límpida,
Teu caráter, teu riso puro, teu afeto,
abrigo e amor...
Se na vida tu esperasses por mim,
outra vez te amaria com igual intensidade e querer.
Se te olhasse sorrindo, caminhasse ao encontro dos seus
novamente cantaria e contaria histórias para ti.
E se Deus me separasse de ti, sofria de amor
outra vez...
E se meus olhos me transportassem,
alagassem me consolaria no teu alento,
aconchego de amor.
E se nos caminhos me perder seguirei teus exemplos
porto seguro de amor.
E se outra vida eu tiver amarei sempre você.
E se algum poema eu fizer dedicarei a bondade, ao amor
e ternura, sinônimos de ti.
E essa saudade sufocante é teu sinal,
é amor que nunca vou deixar de sentir.
Se ... herdei amor vou multiplicar em homenagem
a ti...

Nilson Ericeira
Robrielli

Quem sabe, faz...


A professora da rede estadual também é repórter fotográfica




ALUNOS DO PAULO VI ASSISTEM A APRESENTAÇÕES DA PRIMEIRA IGREJA BATISTA






Professora Conceição Carneiro, gestora da escola,aplaude em meio aos alunos do Paulo VI
 
O coral emocionou os alunos

ALUNOS DO PAULO VI ASSISTEM A APRESENTAÇÕES DA PRIMEIRA IGREJA BATISTA



ALUNOS DO PAULO VI ASSISTEM A APRESENTAÇÕES DA PRIMEIRA IGREJA BATISTA



Nem na sala de aula e nem no palco, as apresentações foram na quadra da escola. Nesta manhã de sábado, dia 10 de dezembro, centenas de alunos do CE Paulo VI, escola da rede pública estadual, localizada na Cidade Operária, deram as mãos e foram agraciados com apresentações teatrais, de circo, coral e de suwing, seguida de orações e muito aplausos. Muitos aplausos mesmo. Os aplausos foram oferecidos a um Rei: Jesus Cristo.

Ação que faz parte do projeto Resgate, da Primeira Igreja Batista, da Cidade Operária

E continuaram os aplausos - Aplausos também pela importante iniciativa da gestão da escola, para os alunos, para todos componentes da Igreja Batista e principalmente para Deus. Já que é esse o verdadeiro sentido.

O Projeto é direcionado ao jovem utilizando a linguagem do jovem, esse é um dos motes do projeto. Nesse sentido, entendem os protagonistas da ação, que arte não pode ser dominada por grupos, uma vez que Deus foi quem criou toda forma de arte.

Ao todo foram apresentadas três danças, uma apresentação circense, um swing, o coral, que contou com a presença de cerca de 50 componentes.

Mais aplausos, quando alunos da escola num verdadeiro sentido de contrição, respeito e educação lotaram as arquibancadas da quadra.

Sintam-se abraçados todos que souberam tirar proveito desta bela ação, tanto por parte da Primeira Igreja Batista da Cidade Operária, quanto da direção da escola que abriu a escola para que todos fossem acolhidos no amor, por meio de gestos e palavras e, os alunos, que souberam entender a mensagem.

Saudade: substantivo concreto



Hoje eu senti falta de você,

Aliás, eu sempre sinto falta de você.

Sinto saudade...

Talvez fosse bem melhor não falar que me amava,

Que eu era o seu melhor amigo,

E que era um amor de irmão,

Que eu era um verdadeiro irmão...

Talvez fosse melhor não se unir,

Para depois abandonar...

Talvez fosse melhor esconder,

O que me é difícil aceitar.

Há palavras que antes de ser ditas,

Precisam ser hibernadas no amor das certezas.

Agora, eu vago na incerteza de tudo.

Do que me dissestes e do que silencias.

E, principalmente, do que me silencia.

Do que se foi e do que eu não me permiti.

Antes fosse apenas uma brincadeira,

Mas antes não me tivesse roubado o brio.

Resta-me a gratidão e a consciência

Que não roubei você de ninguém.

Mas me levaram você.

Eu perdi você.

Deixando em mim o sujeito de felicidades,

Confusões, ilações, devaneios, incertezas, enfim.

Esse é o sentimento concreto,

No tom do teu silencio que,

A cada instante me esvazia.

Vou senti saudades, mas nunca esquecerei você.

Pois não se esquece o que se tem,

O que se teve e o que se foi...

Você é pessoa concreta,

É só saudade em mim.

Nilson Ericeira

Saudade: substantivo concreto



Hoje eu senti falta de você,
Aliás, eu sempre sinto falta de você.
Sinto saudade...
Talvez fosse bem melhor não falar que me amava,
Que eu era o seu melhor amigo,
E que era um amor de irmão,
Que eu era um verdadeiro irmão...
Talvez fosse melhor não se unir,
Para depois abandonar...
Talvez fosse melhor esconder,
O que me é difícil aceitar.
Há palavras que antes de ser ditas,
Precisam ser hibernadas no amor das certezas.
Agora, eu vago na incerteza de tudo.
Do que me dissestes e do que silencias.
E, principalmente, do que me silencia.
Do que se foi e do que eu não me permiti.
Antes fosse apenas uma brincadeira,
Mas antes não me tivesse roubado o brio.
Resta-me a gratidão e a consciência
Que não roubei você de ninguém.
Mas me levaram você.
Eu perdi você.
Deixando em mim o sujeito de felicidades,
Confusões, ilações, devaneios, incertezas, enfim.
Esse é o sentimento concreto,
No tom do teu silencio que,
A cada instante me esvazia.
Vou senti saudades, mas nunca esquecerei você.
Pois não se esquece o que se tem,
O que se teve e o que se foi...
Você é pessoa concreta,
É só saudade em mim.

Nilson Ericeira
Robrielli

Quanto pior melhor



Observa-se que um destes cones poderia ter sido usado para evitar
 congestionamento



Nesta manhã, um carro da Dínamo, empreiteira da Cemar, colidiu com outro veículo, nas proximidade do Forró do Catarino, na Vila Janaina, na mesma rua que dá acesso ao Supermercado Universo.

Nada demais no reino do caos uma simples batida de veículos numa cidade que não existem ações efetivas nem de informação, muito menos de legislação, e, ainda, muito menos educação. Há ausência de autoridades e de autoridade no sentido de que se respeite a lei e se mantenha ordem.

Essa redundância toda, para dizer que dezenas de outros veículos eram obrigados a subir na calçada das casas em virtude de o carro da Dínamo, prestadora de serviço da Cemar , por meio de seu condutor, se recusar de colocar os cones a mais ou menos 50 metros do local da batida no sentido de que outros veículo não subissem nas calçadas ou engarrafasse mais o trânsito. Palavras do próprio condutor do veículo: “problema seu eu não tenho nada a ver com isso”. O fato foi registrado por este jornalista e testemunhado por uma pessoa que mora na Vila Riode.

As imagens falam mais que infinitas palavras.

09/12/2011

A GOVERNADORA ROSEANA SARNEY INAUGURA UPA DO ARAÇAGY




COM INFORMAÕES FORAM ABSTRAÍDAS DO PROGRAMA BASTIDORES DA CAPITAL, DA RÁDIO CAPITAL, QUE É APRESENTADO POR IBSON LIMA E COM COMENTÁRIO DE JOSÉ MACHADO.

ROSENA SARNEY UNAUGURIU NESTA MANHÃ, A UPA DO ARAÇAGY E VILA LUIZÃO. A GOVERNADORA APROVEITOU PARA DESEJAR A TODOS UM FELIZ NATAL E PROMETEU UMA ESCOLA DE ENSINO MÉDIO PARA A VILA LUIZÃO.

A GOVERNADORA DISSE QUE NÃO PODE FAZER TUDO. UM MORADOR DA COMUNIDADE DA VILA LUIZÃO SOLICITOU UMA CRECHE. A CHEFE DO EXECUTIVO MARANHENSE FALOU QUE NÃO PODE FAZER TUDO E QUE ESSA É UMA ATRIBUIÇÃO DA PREFEITURA. ELA PROMETEU TAMBÉM UMA ESTRADA METROPLITANA QUE VAI MELHORAR O ACESSO DAS PESSOAS À UPA. EM SEU PRONUNCIAMENTO DECLAROU QUE JÁ FORAM INAUGURADAS CINCO UPAS.

SEGUNDO A GOVERNADORA, PARA O ANTENDIMENTO DE QUALIDADE NA ÁREA DE SAÚDE, NA GRANDE SÃO LUÍS, FARÁ HOJE A ASSINATURA DE UM CONVÊNIO DO GOVERNO DO ESTADO COM A PREFEITURA DE SÃO JOSÉ DE RIBAMAR, PARA ASFALTAMENTE DA REGIÃO DO ARAÇAGY.

JÁ O SECRETÁRIO MAX BARROS, DISSE QUE A UPA É COM O QUE HÁ DE MAIS MODENA COM GENTE TOTALMENTE PREPARADA. FALOU DAS OBRAS DO CASTELÃO. EXISTIA UM CONTRATO, QUE FOI REINCIDIDO O CONTRATO ANTERIOR. O NOVO PROJETO DE RECUPERAÇÃO DO CASTELÃO CONTEMPLA A PARTE HIDRÁULICA, ELÉTRICA, AS CADEIRAS. O ESTADO CASTELÇÃO VAI SER UM DOS MAIS MODERNO DO BRASIL E ESTÁ ALTURA DE JOGOS DA SELEÇÃO BRASILEIRA.

MAGNO BACELAR DISSE QUE AFIRMOU QUE DISSERA QUE O DEPUTADA MARCELO TAVARES HAVIA RECEBIDO DINHEIRO NA CAIXA DE SAPATO. O DEPUTADO DISSE QUE NÃO ESTÁ AFIRMANDO, MAS FALA DO QUE ESTÃO DIZENDO A ELE. CABE AO DEPUTADO PROVAR.

O REPÓRTER RAIMUNDO LEITÃO, DA RÁDIO CAPITAL, VOLTOU A INSISTIR NESSA QUESTÃO, MESMO DIZENDO QUE NÃO ESTAVA PRESENTE QUANDO DAS DECLARAÇÕES EM PLENÁRIO FEITAS PELO.

O JORNALISTA DÉCIO SÁ FALOU QUE O DEPUTADO MAGNO BACELAR FALOU DA TRIBUNA QUE MARCELO TAVARES RECEBIA DINHEIRO NA CAIXA DE SAPATO. DÉCIO SÁ REINTEROU QUE A DENÚNCIA É BASTANTE SÉRIA E FOI FEITA DA TRIBUNA DA ASSEMBLÉIA.

DISSE AINDA, QUANDO PERGUNTADO PELO JORNALISTA JOSÉ MACHADO, QUE O SUCESSO DE SEU BLOG ERA A NOTÍCIA. “ISSO QUE VOCÊ FAZEM AÍ, CORRER ATRÁS DA NOTÍCIA E PÚBLICAR A NOTÍCIA COM SERIEDADE”.

08/12/2011

VALE À PENA FAZER PERGUNTAS?

À primeira vista, falar de filosofia parece uma prática totalmente inútil. Afinal de contas – você perguntaria – porque refletir acerca de elementos abstratos, como amizade, verdade, justiça, liberdade, moralidade? Vale à pena fazer perguntas sobre questões como essas e tantas outras que envolvem o universo amplo da filosofia? Refletir implica gastar tempo. E tempo, no universo dominado pela selvageria do capital, é dinheiro. Quem, portanto, se daria ao privilégio tomar tempo para refletir sobre questões tão simples como essas. Viver e praticar não seriam suficientes? E ainda: qual a utilidade de teorias, conceitos e abstrações?

Primeiro, é preciso dizer que o princípio de fazer perguntas sobre o que é o mundo, sobre o que é cada coisa do mundo é bem antigo. Os filósofos anteriores a Sócrates já faziam essas perguntas. O próprio Sócrates, na sua maiêutica, faz compreender que cada coisa no mundo tem que primeiro ser gestada por meio das ideias para depois serem paridas. A maiêutica socrática consiste de dois aspectos. O primeiro refere-se “as dores de parto” onde, partindo do princípio de que nada sabe, leva o interlocutor a apresentar suas opiniões para, em seguida, fazê-lo perceber sua própria ignorância. Mas isso não é o bastante. Para chegar à verdade é preciso que haja o “parto das ideias” (a maiêutica), momento em que o interlocutor, por meio de sucessivas aproximações chega à verdade. É o resultado da inquietação filosófica. É isso mesmo! A inquietação filosófica gesta e trás à luz as ideias, e estas, põe nosso mundo em movimento. Desse modo, é dever fazer perguntas, até sobre as nossas certezas. Afinal de contas, o conhecimento jamais será algo pronto. E o modo de empreender a análise apropriada dos pensamentos é por meio do diálogo – literalmente através do logos, da palavra em movimento. Logos aí não se refere a um vocábulo estático, permanente, e pronto para uso, como nos fazem crer os gramáticos. É mais que isso. Trata-se da possibilidade quase infinita de dialogar com o mundo. Trata-se de voltar à raiz dos conceitos, ao fundamento de cada coisa, situação ou problema. Trata-se de questionar o próprio mundo e obter respostas que levem a novos questionamentos, num devir incessante. Assim, não obstante, seja possível viver sem questionar os reais fundamentos do mundo, dos valores, das crenças e de tudo mais que envolve o nosso dia-a-dia, é preciso dizer que, fazer perguntas, tanto nos transforma como provoca transformação no mundo. Assim como no livro “O pequeno Príncipe” (do autor francês Saint-Exúpery), simples perguntas podem levar a amplas reflexões sobre o sentido daquilo que já está estabelecido como verdade em nós, e gerar grandes transformações. O problema é que estamos ocupados demais com nosso universo particular. Mas, bastam pequenos momentos de quietude e reflexão para que o novo se apresente e tudo ao nosso redor se transforme. O próprio deserto já não será o mesmo, pois ele esconde uma fonte ainda oculta para a maioria. Ao refletir, aquilo que parecia desinteressante e fútil ganha novo valor, até mesmo um insignificante planeta escondido em algum canto do universo. Crenças e valores ganham novos contornos. A vida, como uma flor cultivada e cativada, ressurgirá de repente como a poesia. Ressurgirá também com poesia, musica e alegria. Então, ver-se-á, sem muito esforço, que a vida tem um requinte de todos esses elementos. Dissociá-los um do outro implica em extinguir não somente a vida, mas a própria razão de viver.

Aprender a refletir, a fazer perguntas sobre o que pensamos ser certo ou errado, bem ou mal, lícito ou ilícito, bom ou mau, verdadeiro ou falso, belo ou feio... É de um valor inestimável. Torna-nos capazes de não crer no imediato; de não aceitar aquilo que nos é dado como pronto, útil e indispensável. Torna-nos capazes de decisões mais sensatas. Gera saudável ponderação diante das questões que nos são postas pelos sistemas do mundo; ajuda a valorar de modo mais coerente nossas escolhas, crenças e valores. Torna-nos seres mais livres. Conscientiza-nos da necessidade de constante transformação e estar aberto para mudanças sempre surpreendentes. Então, vale a pena fazer perguntas? Vale à pena buscar respostas? Pelas razões exposta aqui e por tantas outras que você mesmo descobrirá, parece que sim. Então, comece já a sua própria reflexão.

José de Ribamar Ericeirra Sousa

Teólogo e filósofo

04/12/2011

PROFESSORES DO PAULO VI ASSISTEM ÀS APRESENTAÇÕES

ALUNOS DO PAULO VI PARTICIPARAM ATIVAMENTE DE ATIVIDADE DE CIDADANIA

ALUNOS DO PAULO VI DÃO AULAS DE CIDADANIA

ALUNOS DO PAULO VI DÃO AULAS DE CIDADANIA

ALUNOS DO PAULO VI - AULAS DE CIDADANIA

"ALUNOS DO PAULO VI" DÃO AULAS DE CIDADANIA





Informar para cuidar e transformar

A cargo da professora Cristiane Costa de Carvalho, Bióloga e Mestre em Saúde e Ambiente, aconteceu a culminância nos dias 03 e 04, nas ambiências da Escola Paulo VI, na Cidade Operária, e contou com o imprescindível apoio da gestão da escola e todo o corpo docente e discente dessa instituição de ensino público da rede estadual.

O objetivo principal do Projeto, desenvolvido no Paulo VI, é o desenvolvimento de estratégias que estimulem nos alunos hábitos saudáveis em relação ao próprio corpo, garantindo melhor qualidade de vida.

No bojo do Projeto que é desenvolvido durante todo o ano letivo, os alunos também se envolvem nas dinâmicas, de modo a repensarem sobre a combinação sexo-adolescência, alertando para as doenças sexualmente transmissíveis (DSTS) e gravidez não planejada. Também sensibilizá-los quanto às questões: cuidados com a saúde, os impactos psicológicos e sociais da gravidez não planejada, uso de drogas psicoativas... Nesse sentido, alunos e professores tiveram acesso a literatura acerca do assunto.

A escola Paulo VI tem vivido muitos momentos especiais, o que se reflete no empenho de professores, alunos, todos os técnicos da escola, coordenadores e de seu quadro gestor. Exemplo demonstrado sábado, dia 01 de dezembro, em que os alunos, os principais protagonistas desta ação, saíram em passeata, pelas principais avenidas da Cidade Operárias, acompanhadas bela banda marcial da escola da rede estadual Henrique de La Roque, momento em que distribuíram panfletos informativos, preservativos e emitiram palavras de ordem, num verdadeiro protagonismo cívico-estudantil.

As exposições dos trabalhos – Alunos e professores, coordenados pela professora Cristiane, bem antes de saírem às ruas, expuseram painéis informativos sobre questões de interesse público. Também seguiram com apresentações em que puderam demonstrar todo potencial numa verdadeira aula de interpretação no que foram aplaudidos intensamente pelo público, sempre aos olhos da banca de professores que lhes conferiram notas, atribuídas ao desempenho de cada apresentação e seus respectivos componentes.

O ESCRITOR E JORNALISTA BENEDITO BUZAR LANÇA MAIS UM LIVRO: “NO TEMPO DE ABDALA ERA ASSIM”.

Buzar autografa o livro e oferece a Gonçalo Amador

O LIVRO FOI LANÇADO EM ITAPECURU, SUA TERRA NATAL. BUZAR TEM SE PERMITIDO ADENTRAR PELA HISTÓRIA DE ITAPECURUR E DO MARANHÃO, AO MESMO TEMPO EM QUE OFERECE AO MARANHÃO SEU BELO, MAGNÍCO TEXTO, COM PECULIAR INTELIGÊNCIA.

NO MOMENTO, O AMIGO ESCRITOR E JORNALISTA BENEDITO BUZAR AUTOGRAFA UM EXEMPLAR DO LIVRO, SEU MAIS NOVO TRABALHO, AO SER HUMANO DE IGUAL IMPORTÂNCIA GONÇALO AMADOR, EMPRESÁRIO E FUNDADOR DO JORNAL DE ITAPECURU. ESTE É MAIS UM DOS GRANDES MOMENTOS E ENCONTROS QUE O CONHECIMENTO DE PESSOAS IMPORTANTES DO PONTO DE VISTA DO CONTTEXTO EDUCACIONAL, DE DIVULGAÇÃO E TRANFORMAÇÃO NOS TRAZ.

03/12/2011

Ser mentecapto

Cheio de mim
e do resto do mundo
em que sobra-me impaciência
e parcimônia.
Falta-me tempo para me censurar,
gela-me na alma
em insipiências.
Congelo-me em ser inexpressivo
em meio a tantos sonhos e devaneios
que sucumbiram, sumiram...
encheu, sobrou asneiras, tolices enfim.
Transborda em recipientes de células mortas
que proliferam solidão.
Nas beiras de uma vasilha vazia
Nas beiradas transborda, transpira ignomínias,
contradições de um ser inútil
que afoga-se nas suas próprias inutilidades.
é um ser objeto, travestido de homem,
de espectro seco, xoxo, insensato que
num invólucro se esvazia e se esgota no de que se enche.
sem estatura, esconde seu rosto, não tem face
olhos arregalados, tristes pois só enxerga-se
e ver-se num retrato narciso,
feio, moribundo, mentecapto
infeliz...
E segue mentecapto num labirinto sem fim.

Nilson Ericeira
Robrielli