30/10/2011

ALUNOS DO MARANHÃO ASSINTEM À AULA DEBAIXO DE PÉ DE MANGA

O fogão onde é feita a alimentação escolar dos alunos da escola campal

ALUNOS DO MARANHÃO ASSINTEM À AULA DEBAIXO DE PÉ DE MANGA

OBSERVE AS FOTOS:

ALUNOS DO MARANHÃO ASSINTEM À AULA DEBAIXO DE PÉ DE MANGA

A MATÉRIA É DO JORNAL DE ITAPECURU

JI na comunidade
E fomos ver a escola do povoado Mangal, lá constatamos o que disse o vereador JR. Antes mesmo de chegar ao local pensamos estar longe, quando encontramos um senhor carregando um botijão d’água numa bicicleta e, então, perguntamos a ele se estava perto do povoado Mangal e da casa do presidente da Associação de Moradores. O senhor respondeu: Aqui já é Mangal e a presidente mora em frente onde têm uns meninos estudando debaixo de um pé de manga. Isso mesmo, pé de manga e não é notícia fantástica. Daí a reportagem não teve mais dúvida, pois constata-se a verdade do que dissera o vereador JR. Conversamos com a presidente daquela comunidade e também professora aposentada a senhora Raimunda Bispo dos Santos Almeida (Conhecida por Dica). Bem comunicativa, dona Dica falou das dificuldades que eles enfrentam para conquistar algo, dizendo que ela era presidente da associação quilombola comunitária do povoado Mangal do Ipiranga, com 56 associados morando e trabalhando em terras de herança. Acrescentou que só foi feito pelo prefeito Junior Marreca um poço ainda no primeiro mandato, quando estava em campanha para se reeleger. E continua o relato: ele (o prefeito) chegou aqui se reuniu com a comunidade e disse não iria esperar o outro mandato, ia logo fazer e fez, só que até hoje, nunca funcionou! Segundo ela e outros moradores, a água é boa, mas botaram a caixa de 15mil litros com ramal e torneira nas casas, inventaram que iram fazer análise da água e nada foi feito. “Nós estamos carregando água no balde, de um poço cacimbão que tinha aqui há muitos anos. O programa luz para todos este veio e estar funcionando” repudiou.
A escola de aula campal – O nome da escola até que é sugestivo, pelo nome do povoado, mas contrasta com a educação, pois as aulas acontecem mesmo é a céu aberto, no desalento, embaixo de uma mangueira - Quanto à escola dona Dica disse que é do jeito que o senhor está vendo. A merenda! “Vou levar para você”, falou a merendeira Firmina, conhecida como dona Miruca, no que mostrou o fogão coberto com uma toalha. Antes, porém, o repórter, perguntou aos alunos da escola campal o que eles iriam merendar naquele dia? Os alunos disseram que naquele dia não tinha merenda, talvez fosse comer manga quando cair do pé, pois a professora já guardava uma em cima da mesa.
E relata dona Miruca que recebeu para a merenda: 2kg de Feijão; 4kg de arroz; 8 Pacotes de Macarrão;5 Pacotes de Biscoitos Creme Crak;7 Latas de carne Bovina; 01 Pacote de Corante; 3 Pacotes de Mistura para Mingau; 01 Lata de Óleo; 01kg de Sal; 03 Risoto de Carne; 100g de alho;300g de Cebola.

E o cardápio? O cardápio fica assim: 2ª feira: bebida lacta com biscoito
3ª feira arroz com feijão; 4ª feira: macarrão com carne de lata; 5ª feira: risoto de carne; 6ª feira: mingau de tapioca.
Para exercer esta função dona Dica recebe apenas R$ 170,00 por mês e este ano só recebeu duas vezes.

Poder público – A Secretária Municipal de Educação do Município de Itaepecuru, professora Elisângela Marinho, quando perguntada sobre a situação da escola Campal, declarou que sim e que se trata de um problema que está perto de ser resolvido. Informou que nessa escola funcionando em dois turnos, no matutino e na Educação de Jovens e Adultos, que funciona no noturno. Que já foi aberta a licitação para a construção de 24 escolas na zona rural de Itapecuru, uma das quais será construída no povoado Mangal, ainda este ano. Acressecentou a secretária, que a escola estava funcionando numa capela, mas como está demorando a licitação para a construção do prédio da escola, a comunidade resolveu não aceitar que às aulas continuassem na capela, como uma forma de forçar à construção da escola daquela comunidade. “Fomos lá e até nos prontificamos de ajudar na construção de um barracão para a escola funcionar enquanto fosse construído o prédio”. Segundo ainda a secretária essa proposta não foi aceita pela comunidade que só sairiam daquele local “campal” quando a escola estivesse construída.
A Secretária Municipal de Educação disse que se trata de um compromisso do prefeito Júnior Marreca que antes de terminar o seu mandato, construir todas as escolas.

A MATÉRIA NÃO FOI EDITADA PRODUZIDA POR ESTE JORNALISTA.

A casa de paizinho

Um retrato que não sai da minha memória

Na Rua de Santa Luzia – Arari – MA. Era uma casa grande com muitas portas e janelas e tinha um quintal grande. O vizinho da direita era senhor Jorge Oliveira, um enfermeiro de primeira hora e contador de muitos causos dele, que já nos deixou há algum tempo. Da parte esquerda, a professora Benedita Ericeira “Dudu” esposa do senhor Raimundo Ericeira (nossos tios). Meus avós maternos são Pedro Paulo Ericeira e Casilda Rosa Fernandes Chaves Ericeira. Parte da minha infância eu traquinei entre a casa de paizinho e casa de meus pais.

Nessa residência funcionava um comércio com três portas de frente e uma para o lado da casa dos tios, duas janelas de frente, uma no fundo copa e dezenas nos corredores, coberta com telhas antigas e pintada de branco. Ali tudo era muito rústico, a começar pela cômoda de paizinho que era cheia de bregueços. Tinha uma porta de entrada para com acesso ao que chamavam de sala de visitas e uma outra entrada pelo jardim (onde rentintim, o cachorro de Raimundo Ericeira me mordeu quando fui levar curimatãs pegas na mitra por meu pai Crescy para vovó Sinhá); a sala de visitas ficava eternamente fechada e tinha ladrilhos grandes e decorados, o quarto de mãezinha era de assoalho. A sala de visitas só se abria quando havia alguém “mais importante”. Pedro Ericeira foi vereador, presidente da Câmara e vice-prefeito de Arari.

Na cozinha, havia um fogão à lenha com uma chaminé, as bocas estavam quase sempre acesas; um jirau de cimento liso, com um canalzinho para água descer e escorrer pelo canal entre tijolos no quintal. Havia também o armazém velho, com muito carvão, ração de animal e coisas úteis, mas velhas. Lembro-me que eu. Tânia, Verinha e Fernando passávamos o dia inteiro brincando. Éramos tão proprietários de fazenda quanto meu avô o era da Fazenda Velha, ou Canto do Sabiá. Volta e meia passamos nossas cabeças em roupas estendidas no quintal ou em carne que secava no quintal. Na divisa da serca ao fundo o pica-pau tritura estacas com o seu bico forte. No alto a goiabeira de estimação de minha avó: eram goiabas-peras tão grandes que o gosto não tem igual. Para pegar-lhes entre as galhas, só com autorização de Sinhá. A sua horta e seu jardim eram tão especiais quanto ela é em nós.

Do Lado da casa de Raimundo Ericeira, havia um portão grande para entrada de cavalos e outros animais, ao mesmo tempo em que mãenzinha cultivava uma horta e aves. Ainda no quintal, existia o lado do jardim e um peitoril onde era cultivado um outro tipo de plantação. Ali existiam bananeiras, laranjeiras da terra (que mãezinha fazia doces que iguais não há), samambaias e outras plantas ornamentais. Do lado central do quintal, havia duas mangueiras, um pé de caju e uma azeitoneira, bem na divisa da cerca dos fundos tinha um pé de coqueiro. Ali brincávamos próximo ao armazém de paizinho e da estribaria. Os banheiros eram no quintal e tinha uma parte só de lavagem, com a centinha separada.

Lembro-me do pica-pau furando as estacas da cerca do fundo, assim como me lembro dos pés de manga de seu Jorge. Pareciam às frutas mais saborosas e nos instigavam ao desafio de tê-las para nós. Não o fazíamos porque temíamos ao próprio dono e a paizinho que não admitia tal atitude. Levávamos horas e horas brincando no quintal. Posso dizer eu e meus primos que inventávamos mil e uma peripécias. Eu e Tânia Lobo éramos mais “explorados” por paizinho porque ele nos denominou espertos e queridinhos dele. Naquele quintal, éramos vaqueiros, casais, desbravadores de estradas da nossa imaginação. Engenheiros que a viagem ao lúdico nos faz. Pontes, carros, casinhas, bois, porcos e arvoredos, chuva, sol e o céu de nós... Do Lado direito, tinha o famoso pé de goiaba prata. Eram as mais saborosas que já degustei e que era vigiado por mãezinha.

Lembro-me também do tanque que ficava entre o corredor estreito de muitas janelas e sala que saia no jardim. Ele enchia ou com chuvas ou com muitas caminhadas dos meninos de senhor Marajá. Na cozinha fogão à lenha, na copa um contorno escultural que nos remetia às casas coloniais; no mesmo corredor uma série de oito janelas de dois vãos, um quartinho onde paizinho colocava apetrechos da fazenda e de que fosse usar seu dia-a-dia. Após o almoço, sentava-se em uma cadeira preguiçosa e bradava a seus súditos do que precisava. Fumando seu tabaco de fumo forte chega enchia de fumaça nos quatro cantos da sala, enquanto um quadro da grande ceia nos vigiava sobre a proteção das eternas orações da velha Sinhá. Na quitanda, a velha Zifi (irmã de mãenzinha) arrastava com sua destreza incomum. Vigiava-nos. Ali, caixotes de arroz, farinha, sal, açúcar bruto e café. A preta Lourdes com sua cisma se fazia de rogada e dificultava operações dos menores na cozinha ou em qualquer compartimento de consumismo. Mesmo assim, Casilda dava um jeito de diblar à censura. Com seu azeite de amor, azeitava nossas vidas de amor, bem-quer, e alimentava-nos com uma comida que mais saborosa não há.

Serviam a Fazenda Velha, o preto Justino, os vaqueiros Dazico Lobo (encarregado do gado e da fazenda) e depois Manoel Silva (Mano). Mas essa é uma outra bela história. Nesse contexto não podemos esquecer de Canuto e Marajá que se avizinhavam.

Na hora do almoço, paizinho apimentava a sua comida e sempre perguntava por mais comida. Mãezinha economizava e sempre, nesse quesito, desagradava o coronel. Colocava os netos na perna e orgulhava-se disso. À noite a cena se repetia e ele não agüentava ouvir dizer que comida fazia mal a alguém. Sempre dia que a barriga não sabia se era dia ou noite e então tudo podia! Ele também tomava umas pingas e andava o dia inteiro de lá e pra cá reclamando e dizendo como deveriam ser as coisas. A velha Casilda, como uma rosa, a obedecia em quase tudo.

São desses cenários que reconstruo tantos outros que a minha abstração me dá e assim vou vivendo a vida.

Nilson de Jesus Ericeira

Poeta, jornalista, professor, psicopedagogo, estudante de Direito

27/10/2011

Washington Oliveira ai assumir o Governo do Maranhão


O jornalista Nilson Ericeira e o vice-governador do Maranhão
Washington Oliveira (PT) vai assumir o governo do Maranhão. A governadora se afastará para tratar de problemas de saúde e o vice-governador comandará o Estado.

Constitucionalmente o vice-governador deve exercer o mandato de governador, quando a titular da pasta se afasta. Porém o vice-governador tem papel de destaque n Governo Roseana.

Washington não deve fazer mudanças nos escalões, porém dará o tom da agenda do Governo do Maranhão. Algumas injustiças que acontecem no governo em relação à aliança, Oliveira não tem conhecimento ou foi mal informado sobre tais problemas.

E o tempo segue.






26/10/2011

E no jardim II

Eu não sabia que doía tanto
Eu não sabia que não compreendia esta partida assim.
Eu não sabia que suportaria esse amor um dia partir.
Eu não sabia se me despedia, e me desprendia desse
amor em mim.
Eu não sabia que não suportaria essa dor imensa de te ver assim.
Mas eu já sabia que você unia, que você amava,
que você sorria...
Eu não sabia que doía tanto e tá doendo em nós.
Mas eu já previa e também sabia que Deus te recebia
em sua alegria no seu reino eterno.
Mas também eu não sabia que essa lágrima lasca nossos corações.
Eu já sabia que naquela casa a saudade dela vai doer mais em nós.
Eu proporia que esse amor imenso, esse sentimento só florisse mais.
Pois se ela souber vai sorrir no amor e nos conforta a dor.
Mas eu não queria que naquela casa e em seus jardins
a saudade dela doesse tanto em nós.
Mas se eu soubesse que essa dor imensa não fosse passar,
Eu me agarraria no seu leito, feito menino para essa dor passar.
Mas eu não suportarei a tua ausência, essa dor imensa que devora nós.
Meu amor eu...
Não suportaria repetir palavras pelo amor de Deus...
Mas sei suportaremos esse amor em nós.
e você menina, e você Cacilda, e você Sinhá,
e você vozinha essa dor imensa tá doendo mais.
Mas eu já sabia que nosso Pai eterno tá sorrindo,
vai...


Nilson Ericeira
Robrielli

25/10/2011

REAJUSTE DOS TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO SERÁ PAGO EM FOLHA SUPLEMENTAR, A INFORMAÇÃO FOI DADA EM REUNIÃO COM O SIMPROESEMMA

Governo se compromete a pagar o reajuste salarial a todos os professores e profissionais da educação, contemplados no Estatuto do Magistério, ainda no mês de outubro, em folha suplementar.

Espera-se, pois cada vez que o governo não cumpre com a categoria, representado pelo seu sindicato, aumenta o abismo entre governo e trabalhadores da educação. Tomara que tenha alguém de sensibilidade na Seduc que possa agir proativamente e não permitir mais desgastes...

Caso o professor João Bernardo Bringel queira realmente praticar uma boa gestão na Educação terá que afastar dinossauros que tem atrapalhado a ações no sistema.

Opinião com base na realidade - Trata-se de pessoas (não são muitas, mas são fortemente apadrinhadas) cujas amarguras, passados comprometedores (a mídia divulgou, é caso de contratos, delator, constrangimentos...), portanto há arquivos, não dignificam os cargos que ocupam. Em alguns setores da Educação os servidores são maltratados. No serviço de Pessoal, por exemplo, a gestora maior não informa com clareza nenhuma para a pessoa interessada, mesmo sendo um direito seu. Fala por metáforas e ainda pergunta o que aconteceu com o servidor que é obrigado a ouvir um monte devaneios. Eu fui vítima e provo. É o tribunal da inquisição. Vai fazer um ano que me submeti a essa deposição constrangedora. Igual a Sócrates, prefiro beber cicuta a suportar a dissimulação dos incompetentes.

Mas há um sistema enorme que o secretário precisa conhecer. É urgente. Rodei-se de pessoas que conheçam e queiram fazer pela sociedade. Assim com certeza dará algum fruto. Caso opte pelo suor das aquixilas, ou a pequenez de mentes fracas, cuja propensão é só para mal, lamentavelmente perderemos mais uma oportunidade de construir algo de concreto.

Esta opinião tem base em 33 anos de convivência e de observação, estudo, muito estudo.

Patrulhamento maldoso a Flávio Dino

QUEM DISSO CUIDA DISSO USA

Não tem menor fundamento associar a imagem de Flávio Dino a qualquer pessoa que esteja sob suspeita de algum crime, seja desvio de recursos públicos ou de qualquer conduta atípica. Não sou amigo de Flávio Dino e nem votei nele na última eleição. Vejo com ar de maldade esta associação, proveito político, talvez.

Flávio Dino, desde os tempos da academia, que o conheço, sempre foi uma pessoa honesta. Não há nada que macule a sua imagem.

Não é correto esse tipo de associação e as pessoas que a fazem sabem disso. Isso sim é desonesto.








24/10/2011

E num jardim... Numa homenagem que faço a minha avó Cacilda Rosa Chaves Ericeira (Vó Sinhá, mãezinhá), com a transpiração de quem ama e reconhece-se no amor. E, se algo raga nossso peito, dilacera nossos corações, âncoramo-nos no nosso Deus buscando força!

E num jardim...
Nosso amor nasceu, sofreu, venceu,
Iluminou.
Nosso amor brotou, floresceu, amadureceu,
Floriu.
Nosso amor amou, secou-molhou, respirou,
Nasceu.
Nosso amor molhou, reviveu, regou, sorriu,
Encheu, transbordou.
Nosso amor: jardins, jasmins e rosas, estações, enfim.
Amigos...
Nosso amor,
É esse amor que viveu,
Sofreu, lutou, venceu...
Nosso amor sentiu, resistiu, resignou,
Aplaudiu...
Nosso amor viveu, amou, felicitou,
Chorou.
Sentiu saudades, amou, pacificou, orou,
Uniu.
Rezou, ter-ceu, resignou,
Adoçou-nos...
Esse amor rogou, semeou e contagiou amor.
É esse o nosso amor.
Nosso amor em Deus viveu, acudiu,
Recitou, declamou, produziu, serviu,
Criou, abriu caminhos,
Amou...
Abençoou-nos.
É esse amor,
O nosso amor...
Sinhá.

Nilson Ericeira
Robrielli

22/10/2011

EDUCAÇÃO DO MARANHÃO: DE MAU A PIOR

Não é miragem. A educação do Maranhão nunca esteve tão mal. Estas cenas são do povoado Campal, no municípiio de Itapecuru. Alunos assitem a aulas debaixo de uma árvore. Na cena, professora e alunos num esforço fora do normal , insistem em ensinar a aprender numa situação que, infelizmente ainda existem no século XXI.

Aula campal, no Município de Itapecuru-Mirim-MA


20/10/2011

A INVEJA


O vírus da inveja é a deformação de uma projeção

A inveja é tão vil e vergonhosa que ninguém se atreve a confessá-la, mas dissimulá-la. Em determinadas situações não é possível esconder, pois o invejoso traz características estampadas na cara do detentor, possuidor-proprietário, cujos sujeitos passivos são as pessoas com quem se relaciona ou além delas.

Ao logo dos anos, principalmente depois que comecei a estudar e trabalhar, após meus 17 anos de idade, e quando me ensinaram a ter prazer pela leitura, logo após à minha vida para a Seduc, digo vinda, tenho percebido que cada vez aumenta mais o número de invejosos, principalmente nos ambientes de trabalho, na vizinhança, na igreja, na política, na disputa de poderes e onde quer que haja disputa por alguma coisa, principalmente se esta coisa for material. Mas isso não é um mal só desses espaços. A inveja é uma fraqueza humana de quem se projeta nos outros para realizar seus sonhos, chega ao ponto do invejoso, portador do vírus transmissor, até se ver substituído, idealizado, encarnado num ser inocente que as vezes nem percebe, mas a todo instante está sendo molestado por muxoxos, por perseguições e outras práticas, por gestos outros de repulsa ante uma presença que o ameaça. Para que haja realização plena do invejoso, antes a sua vítima não existisse, pois ela lhe provoca náuseas, tristeza na aparente alegria. Os detentores desse vírus do mal, a inveja, até conseguem escamotear por algum tempo sua rejeição excessiva à outra da pessoa, chamando-o de amigo, presenteando-o, desejando-lhe muitas felicidades, mas no fundo, no seu íntimo se corrói, a sua bile dilacera enquanto não suga o sangue de sua vítima. Para o invejoso, o sucesso do outro é a sua desgraça permanente. É a sua própria morte. Fator que o faz perseguir, tentar destruí-lo e até eliminá-lo, tirando-o de seu caminho, não se importando com os métodos.

O invejoso tem uma característica quase comum a todos que detém esse vírus: é bajulador e dissimulado. É desonesto consigo próprio e com o mundo... Ancorado na mentira e hipocrisia, julga-se o melhor de todos, mas consome-se ante ao insucesso iminente. Rir de si, pesando rir dos outros. E tece seu próprio veneno. Tem mais tempo, aliás, perde seu tempo admirando-se, é narciso, ama-se tanto, esquecendo-se de si, que se destrói numa projeção impossível: a de ser igual à sua vítima. Sempre quer ser o outro, mas esse é um desejo inatingível. Lendo a sua face, analisando seus elogios forçados, seus disfarces, quase imperceptíveis, sua voz alternante, seu riso às vezes sonoro, mas amarelo e entre os dentes, somos capazes de identificá-los.

Não sou especialista neste assunto, embora vítima, o abomino, mas entendo problemática relevante para que menos vítimas sejam afetadas por esse mal. Trata-se de um convívio anti-social, asqueroso cujas vítimas sofrem mutilações que vão da injúria, infâmia, difamação à propalação de inverdades que se caracterizam como se verdade fossem e, alastram-se, proporcionando prejuízos à vida e a moral das pessoas. Chega a afetar a família, fazendo a vítima sofrer prejuízos financeiros e causar desestabilidade emocional. A impressão que temos é que os mentirosos são coroados, mas que, travestidos em suas hipocrisias, no seu farto repertório, inclui-se a bajulação. Vis e imorais, rastejam-se feito bichos...

Quando fazemos menção a um caráter deformado, temos dificuldade de compará-lo mesmo sabendo que se trata de gente que precisa ser tratada, precisa de piedade e muito cuidado, principalmente por parte de suas presas que, de aparente amigas, terem suas vidas destroçadas.

*Nilson de Jesus Ericeira Sousa

Poeta, jornalista, professor, psicopedagogo e estudante de Direito

19/10/2011

O PODER DE CONTRARIAR O PODER: BRIGA ENTRE ROSEANA SARNEY E CASTELO PREJUDICA A POPULAÇÃO


A GOVERNADORA DISSE ONTEM, DIA 18, QUE VAI REURBANIZAR A ORLA DA PONTA D’AREIA. O ANÚNCIO FOI FEITO NO MESMO DIA EM QUE A GOVERNADORA ROSEANA SARNEY VISITOU AS OBRAS DA VIA EXPRESSA.

ESPECULA-SE QUE A GOVERNADORA FOI ACOMPNHADO DE GRANDE NÚMERO DA TROPA DA POLÍCIA MILITAR. E QUE TAMBÉM ERA GRANDE O NÚMERO DE AGENTES DA GUARDA MUNICIPAL.

SE ESTE FATO FOR VERDADEIRO, NO QUE NÃO ACREDITO, MESMO, COM A DISPUTA ELITOREIRA MUITO ANTES DA ELEIÇÃO, ENTRE A GOVERNADORA ROSEANA SARNEY E O PREFEITO JOÃO CASTELO, CASO SEJA VERDADEIRO: É MUITO LAMNTÁVEL.

O CERTO É QUE DIZ O JORNALISTA JOSÉ MACHADO: “ATÉ AGORA NADA DE CONCRETO FOI FEITO PELA GOVERNADORA, NEM JOÃO CASTELO NA ILHA DE SÃO LUÍS...” “EM QUATRO ANOS VOCÊ TEM QUE PROVAR A QUE VEIO, POR QUE DÁ MAIS QUATRO ANOS PARA UMA PESSOA QUE NÃO TABALHO”? “ISSO É MUITO MAIS UMA BRIGA DE RETÓRICA, DE POLÍTICA”... “CASTELO TEM QUE SER JULGADO PELOS QUATRO ANOS”.

17/10/2011

O Estado sem Estado

Todos queiramos ou não somos envolvidos diretamente na construção de um novo Maranhão. Não que deixemos de acreditar nos aspectos geográficos e/ou potencialidades, na nossa cultura rica e diferenciada, na sua gente, na educação transformadora e libertadora, nas ideologias, nas nossas diversidades e valores históricos, na transpiração e propensão para o bem, enfim, mas por que é urgente que se aponte a novos caminhos para o mesmo Maranhão em sentido material, ocupados por seres humanos, que se alimentam não só de comida e às vezes nem dela (dada a condição sub-humana que vive grande parte da população), com capacidade de resignar e superar obstáculos que parecem intransponíveis, porém que no juntemos para a permanente construção de um Estado que prime pela dignidade e pelo respeito aos direitos humanos, pela legalidade e reconhecimento de que o que é público deve ser social e público no sistema. Que nos respeitemos uns aos outros mesmo que não estejamos do mesmo lado, na mesma política, afinado com as mesmas siglas, na mesma casa, na mesma rua, no mesmo bairro, no mesmo município e no estado inteiro. Isso é salutar e democrático. “Ninguém obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude da lei”, é preceito. Mas somos levados desde tempos idos da civilização a conquistar uma conduta urbanística e civilizada, acreditando na lei como elo entre o direito e a contemplação da justiça. E isso independe de que tenha no momento a procuração, o poder. O Estado é o Estado, o que é particular não pode e nem dever ser confundido e vice versa.


Temos assistido a cenas de terror e violência que assolam este território. Esta não é e nunca deve a ser a regra, mas de um pensamento eu sei que muitos comungam: o de que falta estado neste Estado e já faz tempo. O Estado no seu papel essencial parece-me perder para o crime e, bem antes disso, nos levou a essa situação. As cenas recentes do Morro do Zé Bombom, no Coroadinho, em São Luís, ao que nos parece, é apenas uma pequena amostra da ausência de Estado, da falta de cidadania e vanglória de que o mal vence o próprio mal, e apologia ao crime. Isto é a infelicidade de uma polis. Isto é decadente. O fim do Estado... Não queiramos isto e nem aceitemos como se tudo estivera na sua normalidade. Precisamos reagir com políticas públicas reais e não com assistencialismos definidas pelo tempo da eleição. Todos os poderes compreendem isto.


A que ponto nos empurraram? Quer dizer que chegamos ao obscuro abismo do descrédito! Eu sei e os políticos profissionais sabem quem muito bem antes destas conseqüências, ali, onde também tem gente digna e honrada e nos quatro extremos do Maranhão, falta-nos políticas públicas de todos os gêneros, sensibilidade, dignidade e amor. Dói-me ver maranhenses de todas as idades sem Estado. Não faço parte da corrente dos que acredita que quem é criminoso já é caracterizado pelo gen, pela raça, cor da pele, ou de ancestrais ou outra incerta qualquer, muito pelo contrário, acredito e sei que quem é criminoso faz parte uma desagregação moral e social que quando tecida na sociedade é reflexo da ausência de estado e da banalização da miséria humana, cujo grosso caldo traduz-se na corrupção política. A corrupção na política talvez seja a violência maior, extrema e exterminadora de vidas, cujas práticas para o mal estabelecem campos de extermínio; do outro lado, quando os recursos e as políticas públicas são direcionadas para seu fim de forma planejada e com responsabilidade de seus mandatários, convergem para o bem comum, estabelecem os pilares do Estado concreto.


Enganam-se os ludibriadores de consciências achando que ninguém conhece suas manhas e artimanhas. Triste é o estado, que por meio de seus agentes, faz de conta que tudo é normal. Então, é normal matar, agredir, ferir, desafiar, desrespeitar, desoportunizar? É normal ter como única opção o crime? Isso é atípico. É crime. Transgressão que não deve ser exaurida numa imagem de TV ou numa notícia de Jornal, ou mesmo num comentário âncora, pois faz parte de seu mundo e que não se traduz em toda a verdade e sim, por mais preparado que o seja, no fragmento da verdade. Não há mídia, portanto discurso, que justifique o crime. Se o papel do estado é matar, já existe um estado paralelo sobressaindo-se de tal maneira que aterroriza homens e mulheres de bem que não fazem parte e não acreditam no crime, não desejam isso para si nem para seus irmãos.


Ainda bem que é do bem a maioria. A mesma que acredita na existência do Estado e sua vocação para a justiça. Punir o crime com o crime é lascar as últimas pedras de uma lápide, ferir de morte a justiça e ameaçar o Estado Democrático de Direito, ante a leis postas ao encontro da própria justiça. Desagregar pessoas de bem que tem o direito fundamental de ser livre, o direito de Estado, não o de letra minúscula diluído neste texto e em cenas que já estão sendo banalizadas por uma minoria, não o estado que é vencido pelo crime, mas o que nos disponibilizar meios de alcançar a felicidade no sítio que amamos. Oh minha cidade, deixe-me viver! Não é utopia, nem sonho, pois é o que se deve desenhar nas procurações por que passamos em todas as safras eleitorais. A democracia nos permite negar ou ratificar o que queremos. É normal o “olho por olho e dente por dente”? É normal ressuscitar um código e tirar de cena quem de tão criminoso confronta com o próprio crime? Sistema falido! Não, estado decadente, capenga, subjugado, autofágico e sonoro aos ouvidos de um reinado com discursos que são recheados de imperfeições.


Estas reflexões não há espaço para o crime, muito menos a violência no seu fim último. Mas por outro lado permitem a mim, na condição de cidadão que observa fatos e coisas, aprende com os que sabem, indigna-se e entristece, conversa com pessoas comuns iguais a mim. Por isso, vos peço juntemos os pilares do nosso Estado.

Nilson de Jesus Ericeira Sousa
Poeta, jornalista, professor, psicopedagogo e estudante de Direito

14/10/2011

Dia dos Professores: e atenção para esta chamada!

• Nilson de Jesus Ericeira Sousa


Todo sabemos que inúmeras foram as negociações entre os professores, representados pelo Sindicato e movimentos paralelos, com os representantes do Governo do Estado. Muitas foram as reuniões na Seduc, instituição do governo que deveria ser também da sociedade. Entretanto, várias destas reuniões foram adiadas para um momento posterior por causa das vírgulas, que neste contexto, tem semântica e pausas muito maiores com o argumento de que o governo deveria estudar textos, propostas e adequações de tabelas, que quando tecidas em números representam nada menos que níveis, referências e valores em salário que é fruto do labor dos profissionais da educação e de uma história nem sempre só de convergências.

Após tanto vai-e-vem e negociações veio à greve que, em números também somaram aos 21 itens não atendidos e 77 dias de intensa greve, e mais de 30 dias do famoso acórdão, com tantas reuniões com este e aquele gestor, cujos prejuízos para o sistema de ensino ainda diluem-se por toda rede e encontram ressonância nos resultados que na educação constroem-se como se fora uma lavoura em que ninguém planta o fruto e sim a semente. Poucos são os que se atrevem a isto. Contexto em que há cuidadoso, zeloso e amoroso desprendimento com o preparo da terra, com a adubação do solo e uma série de outros fatores naturais e artificiais, e as mãos dos homens e, principalmente, de Deus. Então, que Deus tenha piedade dos professores ante as intempéries e fatos fortuitos que às vezes previsíveis intitulam-se de má-fé.

Nesse ínterim, forjou-se na Seduc, nas ambiências dos departamentos uma caça às bruxas feitas por “amigos” da governadora e em nome dela, criaram decretos virtuais que ninguém viu, fazem os funcionários de chacota, ou ioiô em que o ódio disseminado por alguns tecnocratas é de tal maneira que fez e faz vítimas, assemelhadas a substâncias tóxicas de usinas nucleares, só que os cânceres produzidos por estas são muito mais nocivos que daquelas, uma vez afetarem vidas e consciências.

Enquanto isso, os profissionais da educação esperaram ainda por cerca de dois meses como tem esperado quase a vida docente inteira, para que as primeiras referências fossem apenas adequadas ao Piso Nacional de Salário, sem interstício, sem um centavo de diferença de uma classe para outra e nos seus níveis e, ainda, com a promessa de um crediário a ser pago em longos meses pelo governo. Nada mais que isso! E continuou no bojo de um pacote que exclui referências e níveis. Mas isso é coisa de quem certamente não vive com o salário de professor, muitas vezes sendo apenas na rubrica. Repete-se e repete-se...

Mas há ainda um alento, com a perspectiva de que o Plano de Cargos e Salários será e discutido e votado pela Assembléia, em que nossos deputados terão a real oportunidade de declarar de que lado estão, se discursam em consonância com suas práticas ou se, realmente valorizam o professor e a educação do Maranhão.

Lá na Casa do Povo esperamos que haja uma discussão límpida e transparente nesse sentido. Isto é possível acontecer. Não, não falo de desalento e pessimismo, pronuncio-me a respeito de fatos reais, pois bem antes que isto aconteça, a classe fora surpreendia com uma medida do governo - fabricada certamente por quem de tanto fabricar tabelas tornou-se insensível mesmo sendo professor na rubrica e apadrinhando quantos queira desde que seja da sua família ou de seus interesses -. Referi-me a uma semi-reforma no Estatuto do Magistério (que fora tão preservado por quase toda mídia em governos anteriores que tiveram semelhante intento), no que o Sinproesemma denominou de “Pacote de Maldades”. Sentido em que o professor tem algumas de suas conquistas ceifadas e/ou incorporadas ao vencimento sem, contudo, ser levada em consideração direitos conquistados na luta, no labor histórico das ruas, como no caso específico da GAM, instituto que jamais deveria ser objeto de quaisquer discussões. Enquanto isso, outros direitos iguais os das Titulações e Promoções ibernam na eficientíssima Superintendência de Recursos Humanos (Seduc) com o argumento de que só falta à governadora assinar. Então governadora, a culpa é sua? Não acredito sinceramente.

Escutei de viva voz da senhora então candidata à reeleição, num comício em Vitória do Mearim, de que o seu governo protagonizaria uma revolução na área da educação. Mesmo tendo consciência de que revolução nenhuma se forja apenas na oratória, em monólogo, elogios, ou de outras figuras persuasivas. Dei crédito a isto, mas sei também que uma revolução na educação prescinde de atores e, neste caso, de atores muito especiais: professores, alunos e do engajamento da sociedade organizada. Ainda há tempo! Contexto em que cabem os professores que são os profissionais da educação, militam todos os dias, conhecem o sistema, interagem com nossos irmãos na dialética do saber ser, saber conhecer, saber conviver, saber viver... Por favor não nos deixem fora dessa revolução! Vá aos prédios onde funcionam as escolas públicas estaduais, veja o estado em que se encontram (dá um texto só o sistema físico, a maioria dos seus secretários não conhece o contexto educacional do estado, com raras exceções), pois assim a senhora vai perceber que de lá ecoa um eco diferente. Eco de gente, de ser humano, que iguais aos outros em muitas fomes, e uma delas é do saber. Imagine se a área pedagógica da Seduc fosse gestada por quem não gosta de livros? Por quem acha-se dona do sistema educacional. Talvez a explicação para a depredação das bibliotecas meninas de seus olhos, os Faróis da Educação. Ali, na escola e em outras instâncias de ensino, se comportam estudantes de todos os níveis, que não são maranhenses inferiores, mas maranhenses iguais a nós, que desejam dias melhores para todos da mesma forma que acredito sinta todo homem desta polis. Imbua-se, portanto, rodei-se, permita ser abraçada por homens bons, de verdadeiros políticos, de pessoas em que o vício do empreguismo ainda não as impregnou, não de almas viajantes e sonolentas, perseguidoras, mal realizadas e desafetas à inteligência em cujos pesadelos de suas maldades já não as deixam dormir em paz. São pessoas que se julgam vitalícias na estrutura da Seduc, porque têm a garantia da velha e boa amizade de que gozam com a governadora do Estado do Maranhão ou com a sua família. Não é sou eu que falo, vejo e sinto isso. Eles propalam seu nome como se você fosse uma pessoa má e chicoteiam funcionários discordantes a suas práticas. O meu excesso de pleonasmos e anacolutos faz parte do respeito que tenho pelas pessoas de maneira geral, não os constrangendo da mesma forma que mereceria o respeito de forma recíproca. Eu torso para que haja a redenção na educação e toda sociedade seja contemplada com a revolução que se forja nas salas quentes e sem ventiladores, na fala de estrutura de maneira geral, que não é culpa de um só governo, afinal a educação formal se forma nelas, volta para ela e forma seus construtores em processo interativo: atores que só na educação pode-se dizer envolvente e plural em todos os sentidos. Fora disso não forma, mas deforma.

Um outro bom conselho de um humilde jornalista-professor que realmente quer o que fala e que, mesmo sem seu chão, abstrai-se e pensa um estado justo e igualitário para todos. Sem que haja a confusão que se formou na estrutura da Seduc em que alguns gestores marcam servidores e recebem ordem do além mesmo sendo signatário de uma aliança que também a elegeu. A ausência de um telefonema do nosso vice-governador Washington Oliveira faz com que o que acredito ser justo prevaleça e o que eminentemente injusto prevaleça. Com a boa desculpa de que precisava interagir com ele. Bem melhor saíram-se aqueles que não o apoiaram, não o admiram e nem prezam pela, neste caso, sinceramente de uma amizade. Como é o nosso caso. Tanto que resolvi não importuná-lo, tendo em vista que outros nem precisaram de telefonemas de ninguém. Acomodam os seus e monossilabicamente destratam quem tem história. O labirinto dos tecnocratas que têm aversão a livros cabe a extensão de suas casas nas ambiências e bens públicos. Isto é terrível. Pergunte para eles! Vá às escolas. Mas não os levem, pois maquiadores excepcionais e profissionais que são, pois de tão bons no que fazem, serão capazes de iludir Sua Exª (faça como o fez César Pires que foi a várias escolas sem avisar, tenho isto registrado). (Eu sei que outros secretários já o fizeram da mesma forma, outros não o fizeram porque não sabe nem onde fica as escolas, isto para não ser injusto).

Reivindico que não se inspire nesse tal mutirão que de tão irônico chega ser trágico, pois os professores têm prejuízos contabilizados mensalmente em seus salários e, nem por isso ainda não fizeram algum mutirão para reaverem seus prejuízos.

Nesse sentido, uno-me aos profissionais da educação no Dia dos Professores. Um dia que se guardou na folhinha como se fora só dos professores, mas o é de toda sociedade, inclusive e principalmente daqueles que têm a procuração do povo para os representarem em todos os níveis. É bem verdade que o é assim como são todos os dias letivos, assim como marcam suas explanações na interação da sala de aula, os professores do Maranhão fazem parte do processo de desenvolvimento que todo e qualquer governante responsável deseje. Coloque-os na sua agenda e planejamento para o desenvolvimento que aporta aqui.

Lembro-me de que 90% das negociações entre governo e Sindicato, nesses poucos 33 anos que trabalhei na Seduc, os profissionais avançaram em suas carreiras representados desde idos tempo da Apema e, então, as suas conquistas são históricas. Tempo histórico bastante significativo para que os professores da rede pública estadual de ensino tivessem direitos consagrados.

A senhora governadora Roseana Sarney relutou a elevar os 15 primeiro níveis salariais e suas respectivas referências do Magistério para o Piso Nacional de Salário. Nesse ínterim, foram consumidos dos professores, dos estudantes e da sociedade, 77 dias só de uma greve sem contar a postergação para novos estudos, adequação de tabelas que nunca passaram de ganho de tempo e a manutenção de tecnocratas que só tem dificultado a vida dos professores e {enfeiando} o seu governo, a mesma coisa não se pode dizer de parentes e amigos dessa minoria de ineficientes e insipientes assessores, com raríssimas e honrosas exceções. Então para tudo: mais uma suposta adequação, que mais antes não existissem, dado o tamanho dos prejuízos que nos foram confirmados. Ao mesmo tempo em que apressaram a divulgar que os salários do Maranhão como se fosse um dos maiores do país. Eu já assistira a esse filme antes. Lembra dos subsídios? Essas cenas, com personagens de uma mesma corte, mas contrariados. Como podem querer, pretender, associar, aos professores a culpa, o ônus, ou fracasso por uma decadência que é fruto de anos de desconstrução? Logo os professores que tem a sina de ensinar, formar, transmitir, fazer-se ouvir e interagir e transformar. Atores que são desse processo não podem ser responsabilizados pelo ônus do engano, muito menos do desengano e desencantos. Na tarefa de encantar e formar não são as URES que recebem alunos de salas super lotadas, muitas sem a adequação digna, não precisa ir longe pra ver escolas totalmente quebradas em situações insalubres. Nesse sentido, com todo respeito que tenho pelas autoridades de meu Estado, seus assessores na Seduc, com raríssimas e honrosas exceções, não tem condições de participar de revolução que não seja voltada para seus egos, umbigos, insipiências e outras partes narcisas do tamanho de um elefante.

em dentro de si próprios. Educação não se coaduna com deseducação, grosseria, mentiras, má-educação, má-gestão, despropósito tortura psicológica e outras coisas mais. Digo e provo, pois este tecido é todo baseado em fatos. Talvez essa autoconfiança seja em virtude da forte e admirável amizade que alegam ter com a senhora a sacrificar toda uma coletividade tão essencial, louvo por isso. Acredito que realmente a senhora preza as suas amizades. O seu nome, governadora, é apresentado na linha de frente de quaisquer que seja a desestabilização que haja nas ambiências da educação. O anúncio com certeza não é de revolução. Ponto continuando.

Nilson de Jesus Ericeira Sousa

Poeta, jornalista, professor, psicopedagogo e estudante de Direito

12/10/2011

O SIMPROESEMMA É ILUDIDO PELO GOVERNO E CHAMA A MINI-REFORMA DO ESTATUTO DE PACOTE DE MALDADES:

O SIMPROESEMMA É ILUDIDO PELO GOVERNO E CHAMA  A MINI-REFORMA DO ESTATUTO DE PACOTE DE MALDADES: OBSERVE OS ITENS DO ESTATUTO SANGRADOS PELO GOVERNO CORTANDO NA CARNE A PERSPECTIVA DE MILHARES DE PROFESSORES. CEIFA DIREITOS CONSAGRADOS, DESRESPEITA DIREITOS ADQUIRIDOS E AINDA USA A CALADA DA NOITE PARA IMPOR SEUS INTENTOS. NÃO HÁ MAIS O QUE ESPERAR. É HORA DE REAGIR.
 OU TUDO OU NADA.


O SIMPROESEMMA É ILUDIDO PELO GOVERNO E CHAMA A MINI-REFORMA

O SIMPROESEMMA É ILUDIDO PELO GOVERNO E CHAMA  A MINI-REFORMA.
NÃO HÁ MAIS O QUE ESPERAR. É HORA DE REAGIR. OU TUDO OU NADA.

O SIMPROESEMMA É ILUDIDO PELO GOVERNO E CHAMA A MINI-REFORMA

OUTRO ASPECTO DA SANGRIA

O SIMPROESEMMA É ILUDIDO PELO GOVERNO E CHAMA  A MINI-REFORMA DO ESTATUTO DE PACOTE DE MALDADES: OBSERVE OS ITENS DO ESTATUTO SANGRADOS PELO GOVERNO CORTANDO NA CARNE A PERPECTIVA DE MILHARES DE PROFESSORES. CEIFA DIREITOS CONSAGRADOS, DESRESPEITA DIREITOS ADQUIRIDOS E AINDA USA A CALADA DA NOITE PARA IMPOR SEUS INTENTOS. NÃO HÁ MAIS O QUE ESPERAR. É HORA DE REAGIR. OU TUDO OU NADA.

O SIMPROESEMMA É ILUDIDO PELO GOVERNO

O SIMPROESEMMA É ILUDIDO PELO GOVERNO E CHAMA  A MINI-REFORMA DO ESTATUTO DE PACOTE DE MALDADES: OBSERVE OS ITENS DO ESTATUTO SANGRADOS PELO GOVERNO CORTANDO NA CARNE A PERPECTIVA DE MILHARES DE PROFESSORES. CEIFA DIREITOS CONSAGRADOS, DESRESPEITA DIREITOS ADQUIRIDOS E AINDA USA A CALADA DA NOITE PARA IMPOR SEUS INTENTOS. NÃO HÁ MAIS O QUE ESPERAR. É HORA DE REAGIR. OU TUDO OU NADA.



DESEDUCAÇÃO DO MARANHÃO

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Sinproesemma repudia “pacote da maldade” contra os trabalhadores da educação
Data de Publicação: 11 de outubro de 2011 às 18:39
O que deveria ser um Projeto de Lei com o objetivo único de alterar a tabela salarial dos professores da rede pública estadual de educação, com base em reajustes negociados com o sindicato e aprovados pela categoria, tornou-se uma arma nociva para carreira dos professores, considerada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma) como o “Pacote da Maldade”.
Esse é o espírito de revolta comum entre os educadores com relação ao Projeto de Lei 248/11 encaminhado pelo governo do Estado à Assembleia Legislativa, na quinta-feira passada,6, surpreendendo os sindicalistas e a categoria que estavam em pleno processo democrático de assembleias regionais, se posicionando com relação à proposta de reajuste salarial apresentada pelo governo, para o cumprimento legal do Piso Salarial Nacional.
Além da tabela, que prevê o Piso, o governo incluiu no PL mudanças significativas na carreira do educador, que somente deveriam acontecer com a implantação do novo Estatuto do Educador, que ainda não foi sequer discutido e aprovado pela categoria. Pelo projeto, o governo muda a estrutura de cargos, suprimindo 10 referências funcionais da tabela, que contém 25 referências; fixa percentuais de gratificação com cálculos equivocados que trazem prejuízos e ainda define as tabelas salariais com parcelamentos de reajuste para 2012 não aprovados pela categoria, nas suas assembléias regionais.
A maioria das assembléias decidiu aceitar a proposta de reajuste salarial do governo, em escala decrescente de 38,84% à 12%, como medida emergencial, mas não aceita a previsão de reajuste para 2012, porque entende que esse percentual deve entrar na pauta de debate que vai definir as regras da carreira, na discussão do Estatuto do Educador, cujo projeto o governo deve enviar ao Legislativo até o dia 24 deste mês.
“Mas o governo, mais uma vez, com essa medida, quer ganhar tempo e mostrar sua disposição clara de enrolar os trabalhadores”, desabafa o presidente do Sinproesemma, Júlio Pinheiro. “A categoria entende que é o momento de resolver a questão do Piso Salarial e não da carreira, mas de forma arbitrária, o governo quer impor uma mudança na estrutura da carreira, sem nenhuma discussão com a categoria, e não vamos aceitar esse golpe”, afirma o presidente.
Enquanto a direção do sindicato realizava o debate democrático com a categoria, que são as assembléias regionais, para discutir o reajuste proposto pelo governo, para a surpresa dos trabalhadores, o Executivo enviou o Projeto de Lei, cujo conteúdo, segundo o presidente, desfaz tudo que havia sido discutido nas mesas de negociação: “Em nenhum momento das negociações com o governo foi cogitada qualquer alteração na estrutura da carreira”, enfatiza.

Por trás de um simples reajuste salarial, que o Estado é obrigado a fazer devido à obrigatoriedade de cumprimento do Piso Salarial Nacional do Magistério, o governo do Maranhão embute um conceito novo de carreira que reduz a gratificação e define por conta própria uma nova estrutura de carreira, ou seja, uma simples tabela salarial passa a ser um complexo definidor de rumo que produz prejuízo iminente aos trabalhadores”, desabafa o presidente.
Resposta oficial do Sinproesemma
No início da noite desta segunda-feira, 10, a direção do Sinproesemma entregou na Secretaria de Estado de Educação (Seduc) documento oficial do sindicato questionando o conteúdo do Projeto de Lei, respondendo a todos os itens da mensagem do governo, considerada pela direção, um verdadeiro “golpe de maldade” para a categoria.
Primeiro, o sindicato explica que o Supremo Tribunal Federal reitera a concepção de Piso para vencimento-base, e o governo do Estado propõe conceder o piso proporcional em jornada de 20h, pois o valor de R$ 1.187,00 (que é o do Piso Salarial Nacional), proposto pelo governo para as referências iniciais da tabela, é o somatório da jornada de 20h mais a Gratificação de Atividade de Magistério (Gam), uma conquista dos educadores públicos do Maranhão.
O sindicato também esclarece aos gestores, no documento, que não há consenso entre sindicato e governo com relação a quaisquer alterações na estrutura da carreira e na política salarial, as quais que devem ser feitas dentro da discussão do Plano de Carreira, no Estatuto do Educador, o que ainda não aconteceu.
Modificações nas referências funcionais - Projeto de Lei do governo
Redução da GAM
No documento encaminhado à Seduc, o sindicato também se posiciona contra a estratégia do governo de reduzir os percentuais da Gratificação por Atividade de Magistério (Gam). Na proposta salarial do governo, está inclusa a incorporação de 20% da Gam. No entendimento do sindicato e da categoria, quem ganha 100% de Gam, com a incorporação de 20%, restam ainda 80% para incorporar e quem ganha 130%, restam ainda 104%, pois 20% de 130% equivalem a 26% (130-26=104). “Porém, no artifício de cálculo utilizado para fixar o restante da Gam aos salários, o governo reduz a gratificação em cerca de 20%, um prejuízo para a categoria, que não iremos aceitar”, explica.
Percentuais calculados com prejuízos aos trabalhadores - Projeto de Lei
“Entendemos que é preciso manter em termos percentuais o restante da Gam, sendo inaceitável qualquer cálculo nominal, com mecanismo de redução de 104% para 82,54% e de 80% para 66,67%”, diz o ofício.
Reajuste avaliado nas assembleias
Ainda no documento, a diretoria do sindicato informa oficialmente o resultado das assembléias regionais, nas quais a maioria dos educadores aprovou, em “caráter emergencial”, a proposta de recomposição salarial na escala decrescente que inicia com 38,84% até 20%. No reajuste de 20%, o governo propõe parcelar em três etapas, sendo a primeira parcela de 12%, neste mês de outubro, e as demais somente em 2012.
A categoria aceita o reajuste de 20%, com a parcela inicial de 12%, mas não admite o parcelamento restante para 2012, que deve ser reavaliado nas discussões em torno do Estatuto do Educador e da carreira.
Após a entrega do documento, a direção do sindicato foi informada que somente terá uma nova conversa com os representantes do governo na próxima terça-feira, 18. Enquanto isso, permanece a palavra do secretário de Estado de Educação, João Bernardo Bringel, de que não haverá votação do Projeto de Lei, na Assembleia Legislativa, enquanto o tema não for debatido e acordado com a classe trabalhadora. Assim, espera a direção do Sinproesemma.

Partes de mim,

Parte de mim,
anda em mim.
A outra parte vaga,
assim...
Parte de mim,
é amor.
A outra parte,
sem norte.
Parte de mim,
é parte,
que parte meu ser.
Parte de mim é você,

é poema.
Parte mim é um todo,
a outra parte incompleta.
Parte de mim,
Não é parte,
é sonho.
Essa parte de mim é você,
você não me faz...
Não está.
Parte de mim respira,
junta-se a meu todo,
agoniza.
Parte de mim,
Inspiração, poema,
solidão.
Parte de mim,
é isso tudo,
e o que não sei...

Nilson Ericeira
Robrelli

Arari áurea da vida

Nosso tempo
Nossa terra
Nossa vida
Nosso amor.

Esse lago
Nesse Rio
Essa ilha
Esse igarapé
Nesse tempo
I-panema,
Nosso amor.

Essa gente
Esse tema
Nesse enredo
É Arari,
Minha áurea,
Nosso amor.

Nessa aurora
Nessa manhã
Neste tempo
Essa gente,
Meu amor.

Nilson Ericeira
Robrielli

POR QUE HOJE É DIA DAS CRIANÇAS

Meu Sol


Essa estrela brilha além de mim
Além dos astros, galáxias, enfim.
Além de minhas possibilidades
É uma luz que é estrela além de mim
É força que me conduz

Meu Sol
Que ilumina minha alma
Abre meu riso
Irradia amor
E escancarou meu coração
É sol que ilumina minha alma
E espírito

Renova-se em raios fulgurantes
E sedimenta amor...
É astro, estrela, constelações, universo
É Ser, coração e alma de
Um homem-menino
Que na vida me ensina amar.

Nilson Ericeira
Robrielli

10/10/2011

Fôrma

Encontro em ti
Tua forma
Uma forma que me satisfaz
Na fôrma que te guarda
Que meu coração encaixa
Tua parte em mim.

É flor!
É mulher.
Desejo imenso de quem quer mais
Que graça tu és
A minha fôrma
Eterno bem-querer.

És a única
E única que me completa,
Excita, acalma,
Me acalma.
É flor, mulher!

De divina forma
Êxtase que me completa
Órgãos de mim
Partes minhas
Imensa ternura,
Eterno jardim.

Nilson Ericeira
Robrielli

07/10/2011

Ed Wilson recomenda um diálogo de qualidade entre ouvintes e âncoras

O RÁDIO TECE A CIDADE

Hoje escutei uma entrevista do jornalista Sandro Moraes com o jornalista e professor Ed Wilson. A entrevista aconteceu na Rádio São Luís, no Programa Ligou é Notícia.

Há cerca de um ano e meio fui à Ufma, matei a saudade. Vi-me lá! Hoje lembrei da minha história acadêmica, por meio dessa bela entrevista.

Assuntos pertinentes à Rádio vieram à tona. Não Somente isso, a entrevista ganhou pulso e adentrou pelas Teorias da Comunicação e do Rádio.

Considerei de alto nível tanto do ponto de vista do conteúdo quanto da forma. Tanto entrevistado quanto entrevistador acrescentaram muitas informações ao público ouvinte.

A sala de aula estendeu-se à rádio numa verdadeira aula de comunicação.

Não conheço pessoalmente Ed Wilson, mas o admiro pela capacidade e inteligência. Tenho lido alguns de seus textos, percebe-se que se trata de um professor muito preparado. Que outros estudiosos de comunicação possam se espelhar no discernimento contextualizado que Ed Wilson reproduz na fala, discurso oral e no texto escrito.

A entrevista foi recheada de conteúdo significativos, polissêmicos, ideológicos..., enfim assuntos de extremo interesse da sociedade que estão intimamente ligados à sociedade.
Muito boa essa iniciativa. Que outros intelectuais sejam convidados a participar de programas desse nível.










05/10/2011

a cidade, o equilibrista e a fábrica de letras... meu aforismo





para equilibrar minhas palavras não uso de recursos que não sejam coisas feitas pelo povo: de onde sou, de onde vim, para onde vou...
o que você tem? estranhei! pois para esta pergunta não deveria ter personagens inversas. e seguir no meu devaneio, já que
eu desejei ser uma ilha. sou uma ilha cercada de palavras por todos os lados. por cegueira não conhecia os livros, não conheço: são fontes. e, fontes de inesgotáveis mundos. tenho refletido sobre minhas palavras, que pretensão: se não são minhas, são de quem me as entrega de presente sem perceber, mas de forma muito generosas. elas são das pessoas comuns do meio do povo, são dos meus amigos letrados ou não, são desses seres andantes que me deparo. hoje foi um dia desses. vi, ouvi, senti pessoas de diferentes idades, cor, raça, origem,religião, metida, adiantada e quietinha, jovens idosos e idosos jovens, mulheres, enfim: eu vi pessoas. os carros que passam freneticamente esteticamente pomposos, de nada valem, diante de seres humanos. a cidade estava agitada e comecei a pensar de quem são meus textos que não são meus? se eu apenas escrevo a impressão que as pessoas me dão. hoje posso tomar como bom exemplo, as pessoas nos ônibus lotados e eu sacolejando igual minha mente que aquece estas letras, no meio deles me deslocava dois passos e voltava dois com cuidado para não me debater no contraste da minha altura e estatura entre meus braços e o teto do ar bus.


e seguir minha viagem numa linha que não costumo seguir: e não é que “embarquei” no bicho errado. o bicho era amarelinho, velhinho, barulhento. muito barulhento e de fumaça preta e batia seca nos poucos buracos da cidade, mas não era só meu os bichos são de todo mundo que urge nessa parafernalha com ares de novo. e tome bestialidade de um andante interiorano que nem parece conhecer são luís. e de novo, os ônibus da capital cultura e humana mesmo só o texto da propaganda. e tome sola de sapato nas calçadas de volta a um ponto que me levasse ao ponto central da polis, ou seja, ao norte que se coincidia com o meu norte para aquela ocasião. e tome retinido de sirene e zine e o ônibus range, o relógio no seu tic que agora não mais tac, de uma senhora a poucos metros perto de mim indicava que tempo mais uma vez me pé-seguia. ouço vozes, vejo pessoas e carros, a cidade está é um labirinto. o sol brilhava de frente para mim como algum tempo não via,batia no meu olhos vermelhos que de tão verdes estão vermelhos e esparramava suas múltiplas cores, mas já era tarde. perdi o rumo e na condução errada desci meio matuto e tomei uma vespinha de um senhor que negociou os trocados que de tão parcos eram também impiedosos com os que os desejassem. por três? eu topo. Negócio fechado. Rosna a motocicleta que de tão amarelinha me faz lembrar a frustração da saída e desliza na avenida do fundador da cidade de são Luís, que mesmo em 1612, já nada mais sabe da cidade que cresce e com ela a fúria urbana, egoística, estéril e frigida. isso mesmo. não nos falamos somos indiferentes. Ir... chegou! é também de paulo vi a minha sina, de explicar-me a um catedrático curandeiro que nada me pergunta, nada me diz, não me toca, não abro a boca nem mesmo pra naufragar ante as crateras que se ffroam numas dessa tites que sofremos, emudece diante da minha sina... faço valer-me de minha animada retórica e de pretensão intelectual me auto-consulto num dia-gnóstico: duas pílulas, água, leite. Ovos! Café! nem pensar! tou frito. e de que me alimento? de letras? sim de letras? que forma o vocábulo remédio, dissera indignado com voz de consultor de manicômio. mas sigo a uma cobertinha cheinha de gente em pé, mudas, indiferentes, olhavam tanto para frente e alto, e colocavam as mãos nos olhos que pareciam ver cometas. eu: estrelas! não me assustei pois haveria de fazê-lo também caso quisesse voltar a tempo de desdenhar de quem procurei. tenho que pagar? e adiantado respondeu a monossilábica fantasminha. e para minha surpresa tive que despi de uma das minhas identificações. de funcionário público ou obreiro de textos seguir mais encucado que antes e mais doente do que tinha estado.


cheguei e as pessoas continuam produzindo textos para que eu os transcreva. pois o povo, apesar de sofrer, é divertido e tem uma sabedoria que os filósofos nem chegam perto.


as minhas pernas desacostumadas de tanta pressa já não querem mais. até que enfim cheguei a uma parada que vejo, pessoas, mas não me aproximo e sigo dislexo entre o começo deste aforismo que me acontece estranhamente. que só recentemente parei para pensar. são palavras, versos, textos, que começam com sinais menores pois alguém possa querer nos plagiar. e sigo roubando vozes, escutando, enxergando, descobrindo nos outros o que eles têm de melhor.


Nilson Ericeira e os anônimos



NOTA DE INTERESSE PÚBLICO

NOTA – GOVERNADORA

A Secretaria de Estado de Comunicação Social (Secom) informa que a governadora Roseana Sarney sentiu-se mal nesta terça-feira (4) quando se deslocava de helicóptero de São Luís com destino ao município de Esperantinopólis, onde assinaria ordem de serviço para obras de pavimentação de rodovia.

Roseana Sarney deixou São Luís com uma leve dor de cabeça, mas no caminho, devido à turbulência na aeronave, teve um mal-estar, mudando a rota para Bacabal, onde descansa.

A governadora retorna ainda nesta terça-feira (4) a São Luís e amanhã (5) retoma a agenda de trabalho no interior do estado, nos municípios de Nova Colinas e Fortaleza dos Nogueiras.

Governo Roseana

DESEDUCAÇÃO

Diretores e professores são vítimas de constrangimento e retaliação


Data de Publicação: 4 de outubro de 2011 às 15:23

Quase cinco meses após o final da greve dos trabalhadores da rede estadual de educação, professores e dirigentes sindicais ainda sofrem retaliação do governo do Estado, com descontos indevidos nos salários, transferências de locais de trabalho forçadas, constrangimentos, discriminação e cerceamento de atividades sindicais nas escolas.

Em Viana, por exemplo, o coordenador da Regional, Williandckson Garcia, denuncia que o professor Mauro Rodrigues foi transferido, contra a sua vontade, no início de agosto desse ano, da Centro de Ensino Fundamental Estevão Carvalho para o Centro de Ensino Médio Dom Honleto de Angelis. Além da transferência injustificada, o professor praticamente ficou sem salário no mês de setembro passado, porque foram atribuídas ao trabalhador 27 faltas, sendo 15 referente a julho – mês de férias coletivas dos professores – e 12 referentes ao período da greve.

O coordenador considera a atitude do governo, contra o professor, uma medida arbitrária: “Primeiro a punição com transferência, por ele ter atuado como um dos líderes do movimento grevista, depois os descontos indevidos, pois todos os professores tem direto às férias de julho e a reposição de aulas não ministradas no período de greve, podem ser repostas até o final do ano letivo”, argumenta o coordenador. Ele afirma ainda que o sindicato tomará providências judiciais contra a medida do governo.

O mesmo caso se repetiu em Peritoró, onde o coordenador do núcleo do Sinproesemma mno município, Daniel Deivys, também teve 27 faltas, sem justificativas, reduzindo em mais de 80% o salário de setembro do professor.

Constrangimento e discriminação em Codó

Em Codó, o coordenador regional do sindicato, Jean Pierre Siqueira, sofreu discriminação e constrangimento dentro do Centro de Ensino Médio Luzenir Matta Roma, durante tentativa da direção de impedir o seu acesso à sala dos professores para a entrega do jornal D’Classe, veículo de comunicação do Sinproesemma com os trabalhadores em educação. No momento, o coordenador estava acompanhado pela professora Roselane da Silva Soledade, que faz parte da diretoria do núcleo.

Jean Pierre explica que tentou argumentar com a diretora adjunta da escola, do livre acesso em espaço público, do direito dos professores a ter acesso às informações produzidas pelo sindicato e do seu direito constitucional de entrar no local para deixar o informativo na sala dos professores, mesmo assim a diretora promoveu uma cena de constrangimento do dirigente perante a comunidade escolar e ainda abriu processo judicial contra a professor. “Nós que sofremos a discriminação por parte da direção da escola, sem fazer nenhum procedimento ilegal, e ainda temos que responder processo”, lamenta Jean Pierre.

O diretor de comunicação do Sinproesemma, Júlio Guterres, também criticou a ação do governo. “É uma prática anti-sindical e um crime contra a organização do trabalho. O governo poderá responder judicialmente por esses atos”, frisa o diretor.

O presidente do Sinproesemma, Júlio Pinheiro, ao receber as denúncias dos professores, também lamentou a postura do governo, que, segundo ele, se configura como perseguição política: “Não há sentido ocorrer descontos de faltas referentes à greve, se já houve acordo de reposição de aulas. O impedimento da entrada de dirigentes sindicais em escolas é cerceamento da liberdade de atividade sindical. Vamos tomar providências com relação aos atos denunciados pelos professores”, ressalta o presidente.

FONTE: DO SITE DO SIMPROESEMMA

POUCAS E BOAS



SE BEM QUE ESTA NÃO É DAS BOAS, MAS FAZ PARTE DA VIDA DAS AUTORIDADES QUE TÊM QUE VIAJAR O ESTADO INTEIRO, A MAIORIA DAS VEZES FAZEM POR MEIO DE AERONAVES, BOM SERIA SE FIZESSE TODAS ELAS POR VIA RODOVIÁRIA. NÃO PRECISA DIZER POR QUE!

A GOVERNADORA ROSEANA SARNEY, QUE SEGUNDO FONTES, JÁ ESTAVA COM DOR DE CABEÇA, SOFREU COM AS TURBULÊNCIAS DO HELICÓPETERO QUE A CONDUZIA A ESPERANTINÓPOLIS. A GOVERNADORA TEVE APENAS UMA MAL ESTAR, MAS JÁ ESTÁ CONDUZINDO AS AÇÕES DE SEU GOVERNO.

COMENTÁRIO DE UM RADIALISTA – UFA! DISSE: “VOU EXPLICAR ISTO NÃO É PROBLEMA SÓ DA GOVERNADORA ROSEANA SARNEY. É DE JÁCKSON, DE LOBÃO, DE FIQUENE, DE ZÉ REINALDO E TODOS QUE JÁ FORAM GOVERNADOR”. ESQUECEU-SE, PORÉM QUE A GOVERNADORA JÁ FOI GOVERNADORA POR TRÊS VEZES E CAMINHA PARA ÚLTIMO MANDATO, SEGUNDO PALAVRAS DELA PRÓPRIA. UFA!

E CONTINUA O RADIALISTA: ESTE PROBLEMA, PRESTE ATENÇÃO! VOU EXPLICAR...” E SEGUIU COM OUTROS COMENTÁRIOS.

PATRIMÔNIO HISTÓRICO SEM ÁGUA – PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE - MUITAS RECLAMAÇÕES VEM DO CNTRO DE SÃO LUÍS DO MARANHÃO. QUASE SEMPRE RECLAMAM OS MORADORES DA FALTA DE ÁGUA. ORA BOLAS! PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE!
É HUMANO NÃO TER ÁGUA PARA NECESSIDADES VITAIS?

PRÉ-CANDIDATO A PREFFEITO PODE? – PRÉ-CANDIDATOS A PREFEITO JÁ SE MOVIMENTAM EM TODO O MARANHÃO. SE JÁ TEM ATÉ PRÉ-CANDIDATO A GOVERNADOR, POR QUE NÃO HAVERIA DE TER A PREFEITO? SEGUNDO FONTES, O DEPUTADO CHICO GOMES É PRÉ-CANDIDATO A PREFEITO DE VIANA.
EM ARARI, MINHA TERRA NATAL, PELO MENOS OITO NOMES SE ORGANIZAM, TEM GENTE ATÉ PLANTADO INFORMAÇÕES, MAS NÃO É EM HORTA.
ESTE JORNALISTA SEGURAMENTE ESTARÁ NA PRÓXIMA DISPUTA ELEITORAL À DISPOSIÇÃO DO PT. FALTA-ME ESTRUTURA, SOBRA-ME CONVICÇÃO E CORAGEM.

O MUNDO DÁ MUITAS VOLTAS – A POLÍTICA SEGUE A ALÇA DO MUNDO – ASSITI A UMA REUNIÃO PRESIDIDA PELO AGORA MINISTRO DA CULTURA GASTÃO VIEIRA, NAQUELE TEMPO EM QUE OS PETISTAS E PARTIDOS DE ESQUERDA QUIMAVAM SUOR, SANGUE E LÁGRIMAS, TIRAVAM DE SEUS PARCOS SALÁRIOS (QUANDO TINHAM), FAZIAM “VAQUINHAS” PARA AJUDAR NOS EVENTOS DO PT, EM QUE ELE DISSERA QUE ERA MUITO TEMEROSO VOTAR EM LULA NAQAUELE MOMENTO. NUMA DESSAS ALÇAS, GASTÃO FOI ALÇADO A MINISTRO. COMPETÊNCIA E PRESTÍGIO POLÍTICO ELE TEM. ISSO É O QUE IMPORTA. A HISTÓRIA NEM TANTO ASSIM.
ALTO DA VITÓRIA SEM PICHE – OLHA VOU EXPLICAR MELHOR: VOCÊ TEM UM PAI E UMA MÃE. VOCÊ QUE VAI TER QUE FAZER POR TODOS, MAS SE NÃO DER PRIORIZA... UFA! QUE EXPLICAÇÃO, PARA DIZER QUE UNS MERECEM MAIS DO QUE OUTROS NESSA ÓTICA ORTODOXA.

OPINIÃO – O QUE ACONTECE É QUE A MAIORIA DAS OBRAS QUE ESTÁ ACONTECENDO AGORA, EXECUTADAS PELO PREFEITO DE SÃO LUÍS, FORAM PLANEJADAS PARA SEREM EXECUTADAS BEM PRÓXIMO DAS LEIÇÕES. ISSO É O QUE IMPORTA, A MAIORIA DA POPULAÇÃO PRECISA CHEGAR AO PRÓXIMO PLEITO COM ESTA ÚLTIMA IMAGEM E DESFAZER-SE DAQUELA DO CAOS EM QUE SÃO LUÍS VIVEU POR QUASE TRÊS ANOS E ANTES DISTO. ISTO SE EXTENDE TAMBÉM AO GOVERNO DO ESTADO, UMA VEZ QUE UITO DO QUE ACONTECE AGORA NÃO VISA A CIDADANIA DE SEU POVO, A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA, MAS E PRINCIPALMENTE PARA PROJETAR NOMES. ACHO QUE NÃO SOMOS TÃO BOBOS ASSIM. OU SOMOS?

DESCULPAS APENAS – NÃO COSTUMO ERRAR MUITO NA QUESTÃO GRAMATICAL, PRESO POR ISSO E, MUITO MENOS NA FALA. EXPRESSO-ME DE FORMA SIMPLES, PORÉM CONVENIENTE COM O QUERO FALAR OU ESCREVER, PORÉM NÃO TENHO TEMPO PARA REVISAR MEUS TEXTOS. JÁ FALEI ISTO PESSOALMENTE PARA ALGUNS LEITORES. UMA COISA É CERTA, ENTRE NÃO ESCREVER A ESCREVER COM INCORREÇÕES, PREFIRO ESCREVER A OMITIR.

INTERAGINDO – ESCUTO OS PROGRAMAS DE RÁDIO, ESCUTO E VEJO PROGRAMAS DE TV, LEIO INFORMAÇÕES DOS JORNAIS E INTERNET (CONSULTO OS BLOGS TODOS OS DIAS): COMUNICO-ME. NÃO VIVERIA SEM ESTE AR. PORÉM, ACUSARAM-ME, NO SILÊNCIO DA HIPOCRISIA, DE POSTAR INFORMAÇÕES A RESPEITO DE “AUTORIDADES”. NÃO PRECISO DE SUBTERFÚGIO, POIS SOU JORNALISTA. ESCREVO SEMPRE COM A RESPONSABILIDADE DE QUEM SABE E COMPREENDE QUE O DEVER SER JORNALÍSTICO NÃO COMPORTA MEDOS E IRRESPONSABILIDADES. É NISSO É QUE DÁ FAZER DO PÚBLICO UMA EXTENSÃO DA COZINHA DO SEU CANIL.

CIDADANIA - É UMA CONDIÇÃO DO SER. NINGUÉM PERDE A CIDADANIA POR QUE ENTRA NUM RECINTO OU POR QUE VAI FAZER ISTO OU AQUILO NO SEU LABOR, SEJA PROFISSIONAL OU NÃO. NÃO SE PRECISA DIZER QUE É UM CIDADÃO COMUM QUANDO ESTÁ NA RUA OU EM CASA. NÓS SEMPRE SOMOS O QUE SOMOS. NÃO CONHEÇO PRECEITO DE IGUALDADE QUE NOS DIFERENCIEM PELO STATUS. QUE BOBAGEM!

DOI NA ALMA E SANGRA O BOLSO - DO SERVIDOR PÚBLCO ESTADUAL (MARANHÃO) TER QUE FAZER CONSULTAS E EXAMES PARTICULARES POR QUE O HOSPITAL DOS SERVIDORES ( CARLOS MACIEIRA) "OPERA" COM APENAS DOIS TERÇOS.  E QUE ESTÃO ENCONTRANDO UMA SOLUÇÃO. ENQUANTO ISSO O SERVIDOR, CONTRA A VONTADE E ATÉ POR QUE É INSTITUCIONAL, CONSTITUCIONAL E INFRACONSTITUCIONAL, DESCONTA E NÃO PODE DESLIGAR-SE DO INSTITUTO. ISTO É UMA VERDADEIRA FORCA. UPAS!

04/10/2011

Parte de mim,

Parte de mim,
anda em mim.
A outra parte vaga,
assim...
Parte de mim,
é amor.
A outra parte,
sem norte.
Parte de mim,

é parte,
que parte meu ser.
Parte de mim é você,
é poema.
Parte mim é um todo,
a outra parte incompleta.
Parte de mim,
Não é parte,
é sonho.
Essa parte de mim é você,
você não me faz...
Não está.
Parte de mim respira,
junta-se a meu todo,
agoniza.
Parte de mim,
Inspiração, poema,
solidão.
Parte de mim,
é isso tudo,
e o que não sei...

Nilson Ericeira


Robrelli

ATENÇÃO!

TEXTOS E INFORMAÇÕES RELEVANTES DO NOSSO ESTADO. VOLTAREI COM BOAS IMFORMAÇÕES. AGUARDEM ARTIGO SOBRE EDUCAÇÃO, PERSEGUIÇÃO NA SEDUC, E A CAMPANHA FORA DO PERÍODO ESTABELECIDO POR LEI.

02/10/2011

EDUCAÇÃO

Reajuste salarial dos professores do Maranhão: como era antes do reajuste e quanto incidia na GAM. Tire suas conclusões.





Mudança na Seduc

Uma andorina me disse

 

Uma andorinha me disse que vai haver mudanças na Seduc. Talvez sejam apenas especulações, pois, pelo visto, a governadora Roseana Sarney está gostando da Educação estadual (A que é eminentemente pública, pelo menos deveria ser) do jeito que está sendo conduzida.
Especula-se que as mudanças começam pelas Secretarias Adjuntas: Para quem não sabe a Seduc está estruturada com quatro adjuntas. A de ensino, cuja titular é a professora Maria da Graça Tajra (de amizade profícua e íntima com com a governadora Roseana Sarney), a de Articulação Institucional, que é do petista Fernando Silva da quota do vice-governador Washingotn Oliveira, a de Coordenação das URES que é Virna Teixeira, que é filha de Mundico Teixeira tesoureiro do PT, também da quota do vice-governador, e por último, a de professora Carmem Cassas, que é a de Suporte ao Sistema de Ensino, é funcionária de carreira na Seduc, conhece a instituição, tem excelente aritculação com os funcionários e aproximação com os funcionários, tem trabalho e já exerceu diversas funções na educação de nosso estado, é política e particpou da coordenação da ccampnha da governadora Roseana Sarney.
Outros cargos vem na estrutura, excento o UGAM, uma espécie de espeinha dorçal da Secretaria de Educação, vem em derivação das adjuntas. Fora disso é devaneio. Hoje tenho condição de fazer uma análise racional de todos que exercem cada um desses cargos, por que chegaram a eles, como chegaram e como, em alguns casos, se tornaram vitalícios e de império nepotista.    
Acho muito difícil que haja mudanças, o que pode haver é acomodações, tendo em vista que o nome que está sendo especulado é o de Almir Coelho, Procurador do Estado. É Esperar pra ver.
Vale lembrar que cada uma dessa sub-secretarias tem atribuições específicas, porém estratégicas para o desenvolvimento do ensino no Maranhão. O peso de alguns desses cargos é eminentemente político, outros o são por política e amizade e competência vem a reboque no desempenho dessas funções. Sempre foi assim. Nunca foi diferente. Mudar por quê? 
Uma andorinha me disse que vai haver mudanças na Seduc. Talvez sejam apenas especulações, pois, pelo visto, a governadora Roseana Sarney está gostando da Educação estadual (A que é eminentemente pública, pelo menos deveria ser) do jeito que está sendo conduzida.
Especula-se que as mudanças começam pelas Secretarias Adjuntas: Para quem não sabe a Seduc está estruturada com quatro adjuntas. A de ensino, cuja titular é a professora Maria da Graça Tajra, a de Articulação Institucional, que é do petista Fernando Silva, a de Coordenação das URES que é Virna Teixeira, que é filha de Mundico Teixeira tesoureiro do PT, e por último, a de professora Carmem Cassas, que é a de Suporte ao Sistema de Ensino.
Acho muito difícil que haja mudanças, o que pode haver é acomodações, tendo em vista que o nome que está sendo especulado é o de Almir Coelho, Procurador do Estado. É Esperar pra ver.
Vale lembrar que cada uma dessa sub-secretarias tem atribuições específicas, porém estratégicas para o desenvolvimento do ensino no Maranhão. O peso de alguns desses cargos é eminentemente político, outros o são por política e amizade e competência vem a reboque no desempenho dessas funções. Sempre foi assim. Nunca foi diferente. Mudar por quê?