31/01/2011

RETIFICA-SE TEXTO DE:

DA MATÉRIA PUBLICADA EM 27/01/11, INTITULADA ARARI EM SINAL FECHADO, RETIFICA-SE O SEGUINTE TRECHO,  na Avenida Deputado Manoel Ribeiro (Estrada Velha), LEIA-SE AVENIDA MARIA RIBEIRO.

Os buracos das ruas e avenidas de Arari tem gerado um verdadeiro caos no trânsito, principalmente aos sábados e domingos com o funcionamento mais intenso do comércio; principalmente na Avenida Doutor João da Silva Lima; na Avenida MARIA RIBEIRO (Estrada Velha). Para que se tenha uma idéia, os moradores do bairro Malvinas estão se mudando de suas casas em decorrência de muitas água e lama do período chuvoso. Sem falar que as ruas trafegáveis não têm sinalização de espécie alguma... Os acidentes têm sido constantes - muitas pessoas sem habilitação desfilam normalmente sem que nada absuletamente nada aconteça. às vezes pensamos que o certo é o errado e o errado é o certo

30/01/2011

A ESCRAVIDÃO DO ÓDIO É A PUTREFAÇÃO DA ALMA

Estou lendo dois livros: A Moreninha, de Joaquim Manoel de Macedo e Cartas entre Amigos – saber ganhar ou perder, de Gabriel Chalita e padre Fábio de Melo. Não é que eu seja um leitor organizado, devorador de livros, embora os tenha em boa companhia e saiba o valor dessa fonte da qual não consigo mais viver sem ela, até porque não despertei nos meus tempos de primário, ginásio, colegial. Só acordei aqui em São Luís quando comecei a estudar para o vestibular.

Defendo que a escola, a igreja, as instituições de forma geral, deveriam incentivar e proporcionar este tempero para a alma. Poderia ser pensado um projeto de interesse à leitura. Posso fazer isso sem nenhum ônus.

Do livro da Gabriel Chalita e padre Fábio abstrair ensinamentos e posto neste espaço jornalístico como forma de contribuição. Pode até ser que outras leituras possam ser feitas e eu sempre imagino que outros lêem de forma diferente de meu enxergar.

A escravidão do ódio é a putrefação da alma. Apodrecemos quando negamos ao outro o que sonhamos para nós mesmos... míseras atitudes ainda existem. Existem famílias que tratam seus ajudantes como seres de em comer da mesma comida e nem beber da mesma água.

A construção dos meus sentimentos passam por essas lembranças que mora em mim. É melhor convivermos com a simplicidade. Os nossos pais nos mamam porque somos seus filhos. Nossos pais nos oferecem uma segurança e um controle que não encontramos em outro lugar.

Dar as mão apesar do suor e do cansaço. Ainda que de forma limitada, ela nos encaminha ao conhecimento dos segredos do mundo. A vida só tem sentido de locarmos os corações das pessoas, apesar dos calos que incomodam, ainda é a melhor saída.

A palavra é guardiã, mas é preciso tomar cuidado com a cegueira provocada pelos aplausos, parece sedutor demonstrar poder destruindo o inimigo. Os advogados não podem mentir, não podem comprar testemunhas, não podem criar fatos inexistentes. Podem e devem argumentar. A vitória de uma causa no exercício de uma profissão nascida para a defesa do direito é o sonho e a cotidianidade do Direito. É deitar e dormir e continuar sonhando com o Direito. Nadar contra a correnteza fortalece os músculos da honradez. Como é bom olhar para os filhos sem disfarces.

O jornalista que forja uma manchete pode ganhar aplausos na alta tiragem de seu veículo de informação, mas perde na conversa estranha com a sua consciência.

Vale apena jogar lama no outro por algum quinhão a mais. E não ficam sujas as mãos que jogam lama. Não acredito que existam seres humanos que exista da destruição do outro, como não acredito que, para viver, tem que sugar o sangue alheio. Acreditar nisso é desacreditar na humanidade. Os pais não podem educar os filhos como se fossem os únicos do mundo. É na divisão da refeição que ensina deixar a outro uma parte daquilo que me daria prazer. É no detalhe que se forja um caráter.

29/01/2011

Educadores de Timon pedem afastamento de gerente

Data de Publicação: 28 de janeiro de 2011 às 14:57 – site:Simproesemma

Cerca de 150 educadores da rede estadual lotados na regional de Timon reuniram-se na tarde do dia 27, em assembléia geral, para discutirem vários problemas que têm prejudicado o processo educacional daquela região.

A principal questão, no entanto, foi a manifestação de repúdio às atitudes autoritárias do gerente regional Maurício Ângelo da Silva, que de forma recorrente, tem perseguido a categoria, provocando assédio moral contra a educadores.

Segundo os trabalhadores timonenses, a insatisfação é unânime no que se refere à gestão de Maurício Ângelo da Silva. Para isso, foi solicitado à Secretaria de Estado de Educação (Seduc) que sejam adotadas medidas administrativas cujo intuito é estancar os atos abusivos do gerente.

Na assembléia foi destacado também temas como férias e trabalho aos sábados. No que se refere às férias, os educadores reclamam que o gestor regional vem trabalhando desde julho do ano passado, para reduzir os 45 dias garantidos por lei. Naquele mês, houve apenas 15 dias de descanso. Agora, ele quer conceder apenas 15 dias.

Outra insatisfação discutida pela categoria é quanto ao trabalho aos sábados. Os servidores reclamam que são forçados a desenvolver suas atividades neste dia da semana, onde segundo eles, não é encontrada justificativa para tal alteração no calendário escolar.

O SINPROESEMMA esteve representado na assembléia por intermédio do presidente Júlio Pinheiro e pelo secretário de Comunicação, Júlio Guterres. Na ocasião, Júlio Pinheiro discorreu sobre o processo de negociação entre o Sindicato e o governo estadual quanto à elaboração, aprovação e implantação do Estatuto do Educador.

Sobre o movimento a favor da substituição do gestor educacional, Pinheiro observou a necessidade de mudança, haja vista os trabalhadores sentirem-se prejudicados pelas atitudes abusivas e desnecessárias. “Cabe à secretária de educação Olga Simão tomar uma providência o mais urgente possível”, disse ele, ao tempo que orientou os manifestantes quanto ao encaminhamento de documento à Seduc.

Os diretores do SINPROESEMMA aproveitaram a oportunidade para visitarem as novas instalações do Sindicato naquela regional.

Na assembleia foi aprovada uma moção de repúdio, cuja íntegra segue abaixo.

MOÇÃO DE REPÚDIO E PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS

As (os) trabalhadoras (es) da rede pública estadual de educação do Estado do Maranhão, da Regional de Timon, reunidas(os) em assembléia geral, realizada no dia 27 de janeiro de 2011, manifestam REPÚDIO às atitudes autoritárias do gerente Maurício Ângelo da Silva que, de forma recorrente, tem perseguido professoras (es) e patrocinado ASSÉDIO MORAL contra a categoria docente da referida regional.

Manifestam ainda, insatisfação com a gestão do Sr. Maurício Ângelo da Silva, ao tempo em que solicitam à Secretaria Estadual de Educação que sejam adotadas medidas administrativas visando estancar os atos abusivos do sobredito gerente.

Timon, 27 de janeiro de 2011.

Poema, apenas!

Um verso meu
Estende-me a mão,
Amiga
Que te dou este verso meu
Que me declaro
Derramo-me em amor,
Te dou meu ser,
Apenas.

Leia estes versos meus
Que te darei poemas,
Encantos, jardins e essências...
Aceite estes versos teus
Que te darei meu necta,
Amor,
Apenas.
Mais um verso
Que poema
Serena, morena
Então aceite estes versos meus
Que é teu poema,
Apenas.

Nilson Ericeira

MEU PORTO SEGURO, MEU CHÃO E TUDO...


Senhor Clemente(Creccy), meu pai, interagindo sobre Arari com este repórter


SAI A LISTA DOS ALUNOS APROVADOS PARA ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc), em parceria com a Fundação Sousândrade, divulgou nesta sexta-feira (28) o listão com os nomes dos 11.595 estudantes selecionados no processo seletivo classificatório para distribuição dos alunos na 1ª série do ensino médio da rede estadual de ensino. Eles irão estudar nos colégios da Região Metropolitana de São Luís. A lista do processo classificatório poderá ser consultada no endereço www.educacao.ma.gov.br.

A lista traz os nomes de todos os alunos que se inscreveram no processo, incluindo aqueles que optaram por escolas em que a procura por vagas superou a demanda ofertada. Isto é, o número de inscritos foi maior que o número de vagas.

Os alunos que não se inscreveram no processo classificatório terão vagas garantidas nas escolas da rede estadual de ensino. Eles poderão se matricular no período de 14 a 16 de fevereiro.

De acordo com a superintendente de Informática (Suinf) da Seduc, Glenda de Lourdes Ferreira dos Santos, as matrículas serão realizadas a partir da próxima terça-feira (31) até o dia 11 de fevereiro. Os alunos portadores de necessidades especiais devem comparecer aos locais de matrículas munidos de comprovantes.

No caso especifico dos alunos que participaram do processo classificatório para escolas que a demanda superou a oferta, eles devem acessar o endereço www.educacao.ma.gov.br no link matricula 2011. Em seguida, preencher os espaços com os dados do cartão de inscrição para saber em que escolas irão cursar o ensino médio, turno e data da matrícula.

As escolas com maior procura foram os seguintes centros de ensino: Liceu Maranhense, São José Operário, Paulo VI, Mário Meireles, Governador Edison Lobão, Geraldo Melo e Estado da Guanabara (São José de Ribamar). Em média, 13% dos alunos inscritos não compareceram aos locais das provas.

As provas para ingresso de alunos na primeira série do ensino médio na rede estadual foram realizadas em 15 escolas da região metropolitana de São Luís. A Seduc registrou uma média de disputa de 5,32% por vaga no total de colégios.

fonte: ASCOM/SEDUC

Conselho de Gestão debate ações no período chuvoso

O plano de combate a enchentes no Maranhão foi assunto da 1ª reunião do Conselho de Gestão Estratégica das Políticas Públicas do Governo. Estavam presentes o vice-governador, Washington Luiz, representantes da Defesa Civil, os metereologistas da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), Guter Reschke e Márcio Eloi e secretários de Estado.
Na reunião, foi discutido o planejamanto de prevenção de enchentes a médio e longo prazo, além de medidas corretivas como a remoção de pessoas dos lugares de riscos. Em virtude disso, o Governo criou por meio de decreto os Comitês de Prevenção às Vítimas das Enchentes, que tem a participação da Defesa Civil; o Comitê Operacional relacionado diretamente aos problemas imediatos na saúde e na segurança e o Comitê de Parcerias com a Polícia Rodovíaria Federal, no sentido de prestar socorro aos vitimados.
Chuva
De acordo com o laboratório de Metereologia da UEMA, nos últimos 28 dias, choveu 410 mm em São Luís. A média para janeiro é de apenas 250 mm, a previsão é que até o fim do mês chova mais 150 mm. "Muita chuva ainda vai cair. Os meses que mais chovem no estado são fevereiro, março, abril e maio", lembrou Guter Reschke.
Planejamento
Entre os temas abordados estavam a colaboração das prefeituras municipais do Maranhão, o detalhamento diário das chuvas no estado e o planejamento sobre os custos orçamentários das ações de prevenção e estratégias que amenizem consequências às vítimas.
A participação dos metereologistas na reunião contribuiu para mostrar a importância do estado ter o detalhamento diário das previsões de chuvas e a Defesa Civil alertar sobre intensidades delas. Eles sugeriram usar equipamentos meterológicos via satélite, nas cidades maranhenses, principalmente, nas que apresentam riscos de enchentes, como Pedreiras, Bacabal e Trizidela do vale.
Retrato de eventos chuvosos ocorridos no Maranhão
Em 2009, Trizidela do Vale foi uma das cidades atingidas pelas fortes chuvas que resultaram em desmoronamento de casas e mortes. Em comparação ao Rio de Janeiro, no Maranhão tem chovido bem mais. O que implica nos resultados das chuvas nesses dois estados é a situação geográfica. "No caso do Rio, o relevo é mais rugoso e a população habita em morros e regiões serranas, onde o solo é frágil, argiloso e de fácil deslizamento", explica Márcio Eloi. As enchentes também são resultados das degradações ao meio ambiente como aterro de rios, camadas de asfaltos, queimadas e desmatamentos.
Fonte: Secom /MA

Conselho de Gestão debate ações no período chuvoso

O plano de combate a enchentes no Maranhão foi assunto da 1ª reunião do Conselho de Gestão Estratégica das Políticas Públicas do Governo. Estavam presentes o vice-governador, Washington Luiz, representantes da Defesa Civil, os metereologistas da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), Guter Reschke e Márcio Eloi e secretários de Estado.

Na reunião, foi discutido o planejamanto de prevenção de enchentes a médio e longo prazo, além de medidas corretivas como a remoção de pessoas dos lugares de riscos. Em virtude disso, o Governo criou por meio de decreto os Comitês de Prevenção às Vítimas das Enchentes, que tem a participação da Defesa Civil; o Comitê Operacional relacionado diretamente aos problemas imediatos na saúde e na segurança e o Comitê de Parcerias com a Polícia Rodovíaria Federal, no sentido de prestar socorro aos vitimados.

Chuva
De acordo com o laboratório de Metereologia da UEMA, nos últimos 28 dias, choveu 410 mm em São Luís. A média para janeiro é de apenas 250 mm, a previsão é que até o fim do mês chova mais 150 mm. "Muita chuva ainda vai cair. Os meses que mais chovem no estado são fevereiro, março, abril e maio", lembrou Guter Reschke.
Planejamento
Entre os temas abordados estavam a colaboração das prefeituras municipais do Maranhão, o detalhamento diário das chuvas no estado e o planejamento sobre os custos orçamentários das ações de prevenção e estratégias que amenizem consequências às vítimas.

A participação dos metereologistas na reunião contribuiu para mostrar a importância do estado ter o detalhamento diário das previsões de chuvas e a Defesa Civil alertar sobre intensidades delas. Eles sugeriram usar equipamentos meterológicos via satélite, nas cidades maranhenses, principalmente, nas que apresentam riscos de enchentes, como Pedreiras, Bacabal e Trizidela do vale.

Retrato de eventos chuvosos ocorridos no Maranhão

Em 2009, Trizidela do Vale foi uma das cidades atingidas pelas fortes chuvas que resultaram em desmoronamento de casas e mortes. Em comparação ao Rio de Janeiro, no Maranhão tem chovido bem mais. O que implica nos resultados das chuvas nesses dois estados é a situação geográfica. "No caso do Rio, o relevo é mais rugoso e a população habita em morros e regiões serranas, onde o solo é frágil, argiloso e de fácil deslizamento", explica Márcio Eloi. As enchentes também são resultados das degradações ao meio ambiente como aterro de rios, camadas de asfaltos, queimadas e desmatamentos.

Fonte: Secom /MA

28/01/2011

EDUCAÇÃO



Nilson de Jesus Ericeira Sousa

Só se faz educação com amor

Recentemente meu filho perdeu a sua professora que estava o ajudando a encontrar o mundo, decifrar os signos e consolidar uma das fases da alfabetização. Deus levou a professora de JV para fazer o que tão bem fez na terra: amou os seus pequeninos da mesma forma que nos ensinou o nosso Pai. Confesso que meu filho de sete anos, ainda não percebe completamente a importância dos seres humanos em nossas vidas. No sentido de uma agregação de quem faz questão do outro como despertador dos primeiros sinais de amor e carinho aos seus cúmplices e, quando num momento emitiu muxoxos, e admitiu a saudade eterna vinda da partida brusca, inesperada de não mais revê-la no início do seu novo ano letivo. Foi o que conseguiu abstrair o seu velho pai metido a entender os mundos diante de obstáculos hediondos, na emissão de pequenino de físico, frágil, mas que tem agigantado nossos corações para o amor. E ele me atirou um discurso, depois de tanta insistência, como que se tratasse de alguém que já entendia aquela relação de amor, abnegação, entrega, bem-querer, bem-dizer e bem-formar, puramente peculiar aos professores a quem insistem chamar de tios (sem nenhum demérito).

Trata-se de uma professora alfabetizadora que Deus chamou para seu exército e deixou sua marca de amor em cada [coraçãozinho] de pequeninos escultores de letras e sons que ainda estão aprendendo a produzir. A omissão do nome da professora é proposital em respeito a dor seus familiares.

Esta deixa da vida real ilustra esta peça com o intuito de fortalecer a idéia de que nenhum educador transmite, interage, convive, socializa-se e ajuda a transformar seres humanos para melhor, sem que, a premissa maior de sua leitura seja o amor. O amor deve estar presente em todas as letras, nas relações humanas, na educação, pois é essencial. É célula que sugere querer bem, aceitar o outro como irmão, nas diversidades e com elas. Presume-se que, quem aceita o desafio do magistério o queira pelo salário, pela formação, pelo conhecimento que a cada momento exige mais qualificação, mas é previsível que o tempero que tempera as relações sociais que mais sabor dá é o sentimento universal de quem deseja para o outro o que sempre quis para si próprio: amar e ser amado, respeitar e ser respeitado. Pelo amor de Deus não nos reciclem, não somos objetos. A educação é política pública macro de desenvolvimento humano e não permite colchas de retalhos ou arremedos. Contexto em que entendo indispensável que os referenciais, não apenas os tão falados e fadados referenciais curriculares, mais os referenciais a que se deve investir das autoridades educacionais, prescinde de que tenham o mínimo de qualificação, formação, sensibilidade, militância e amor para que possam em assim sendo, unirem-se aos outros protagonistas do sistema com a finalidade precípua de formar pessoas, numa sociedade capaz de criticar, auto criticar e, principalmente, conviver sem homofobias e esteriótipos.

No nosso Estado, a cada aferição, medidas, indicadores (como queiram), são muitos os especialistas que se assustam a tal realidade (Se as provas são feitas com realidades completamente diferentes, eu vou achar que somos menos desenvolvidos que outros Estados). O processo é que está equivocado e não busca inclusão com diz na publicidade persuasiva e de linguagens. Não obstante, e por puro desprazer, não me tenho pautado por isto, mas, sei, sou perdoado, pois não sou especialista e nem gozo de sapiência ou das prerrogativas de xeretas e hipócritas. E não serei chamado para esse banquete.

A educação em qualquer estado da federação republicana brasileira, e a educação deveria ser realmente republicana, em outros países atrasados ou não, não deviam se pautar apenas por números, pois os números são estéreis, embora abstraídos de uma realidade educacional-social, não comem, não bebem, não se permitem interações sociais, não têm sentimentos (a professora Silvana Machado (da Seduc) a quem tive a honra de escutar, com certeza diria não é bem assim e me mostraria o X da questão. Eu sinto saudade de você!). Os homens são dotados de vontades e interesses e aí entra a questão mais interessante no processo dialético: os envolvidos precisam ter interesses precípuos e recíprocos. Eis o questionamento o que faz uma instituição de ensino diferente uma da outra (muitas vezes de muros fronteiriços). O Estado não só precisa cumprir preceitos constitucionais a partir da letra e da compreesão das leis ordinárias ou republicanas aplicadas apenas da forma que entende o intérprete, mas considerar o que quis dizer o legislador (pura questão de hermenêutica). A LDB é um bom exemplo de omissão com esta desculpa.

A educação se forja na verdade das relações humanas. “Se teus olhos forem bons, todo teu corpo será salvo”. Os bichos, ao contrário, apenas se condicionam, embora não possamos escamotear que os pensantes agem às vezes, iguais a lacraias, escorpiões ou outros animais peçonhentos, traiçoeiros. O riso, o abraço e o beijo, símbolos que deveriam acalentar e sinalizar harmonia do ser com o ser, muitas vezes são sinais visíveis de traição. Não gosto de citar autores até porque tenho enorme dificuldade para memorizá-los, mas Mahatma Gandhi, dizia que a verdade sempre prevalecerá, mesmo que a mentira se repita infinitas vezes. Mas devemos nos fundar em bons exemplos que a educação no dá e a vida dessa forma contempla serem humanos bons, sarados de alma, preparados para interagir, aprender e ensinar com seus semelhantes. Isto é educação! Política de valoração do homem para dentro de si próprio, para sua autoconstrução em permanente estado de encontro com sigo e com o outro.

Penso que cada um tem sua parcela nessa empreitada rumo ao descobrimento do prazer, do gosto pelo estudo, enxergar e amar. Eu penso assim. Ensinaram-me na Seduc, com professores que jamais me ensinariam a amar com desamor (dissimulado), mas como educadores que me apoiei para dissipar insipiências. Hoje acredito que decreto não resolve a questão da educação do Maranhão, nem mesmo em países cujo regime ainda é de exceção. No Maranhão, há muitos passos a serem seguidos e não podemos mais nos equivocar, a não ser que queiramos o nosso mapa de linhas compostas apenas pelo que nos diminui, enfeia e atrasa. Já ouvir de secretários de educação de nosso Estado de que não era momento de apontar culpados. Eu, de minha safra, não há mesmo como encontrar culpados, pois seria uma lista muito grande. Penso que qualquer mudança que se queira fazer na educação, passa em primeiro lugar pelos referenciais a que vamos adotar. Com referenciais de injustiça, entendo que dessa maneira não se chega a lugar nenhum, pois compreendo que não se constrói educação sem amor, sem compreensão, sem motivação, sem conhecimento dos valores que temos à nossa disposição, sem agregação de humanos e de sentimentos nobres a que os atores do processo ensino aprendizagem descobrem e redescobrem – retroalimentação do ser. Fora disso é apenas e tão somente figura de retórica. Vamos apenas assistir ao trem da nossa história descarrilar e as conseqüências: ah, estas nos trarão tão mecânicos quanto os teclados que obedecem apenas a nossos comandos que se diga de passagem já estão programados. A educação não precisa de pitadas de amor, mas do amor por inteiro, pois amor na educação irradia como o sol e nos rega iguais as chuvas tão necessárias que são para nossa oxigenação.

Nilson de Jesus Ericeira Sousa

Poeta, jornalista, professor, psicopedagogo e est. de Direito

Blog.: jornalistanilsonericeira.blogspot.com

nilsondearari@ig.com.br

EDUCAÇÃO

* Nilson de Jesus Ericeira Sousa

Só se faz educação com amor


Recentemente meu filho perdeu a sua professora que estava o ajudando a encontrar o mundo, decifrar os signos e consolidar uma das fases da alfabetização. Deus levou a professora de JV para fazer o que tão bem fez na terra: amou os seus pequeninos da mesma forma que nos ensinou o nosso Pai. Confesso que meu filho de sete anos, ainda não percebe completamente a importância dos seres humanos em nossas vidas. No sentido de uma agregação de quem faz questão do outro como despertador dos primeiros sinais de amor e carinho aos seus cúmplices e, quando num momento emitiu muxoxos, e admitiu a saudade eterna vinda da partida brusca, inesperada de não mais revê-la no início do seu novo ano letivo. Foi o que conseguiu abstrair o seu velho pai metido a entender os mundos diante de obstáculos hediondos, na emissão de pequenino de físico, frágil, mas que tem agigantado nossos corações para o amor. E ele me atirou um discurso, depois de tanta insistência, como que se tratasse de alguém que já entendia aquela relação de amor, abnegação, entrega, bem-querer, bem-dizer e bem-formar, puramente peculiar aos professores a quem insistem chamar de tios (sem nenhum demérito).

Trata-se de uma professora alfabetizadora que Deus chamou para seu exército e deixou sua marca de amor em cada [coraçãozinho] de pequeninos escultores de letras e sons que ainda estão aprendendo a produzir. A omissão do nome da professora é proposital em respeito a dor seus familiares.

Esta deixa da vida real ilustra esta peça com o intuito de fortalecer a idéia de que nenhum educador transmite, interage, convive, socializa-se e ajuda a transformar seres humanos para melhor, sem que, a premissa maior de sua leitura seja o amor. O amor deve estar presente em todas as letras, nas relações humanas, na educação, pois é essencial. É célula que sugere querer bem, aceitar o outro como irmão, nas diversidades e com elas. Presume-se que, quem aceita o desafio do magistério o queira pelo salário, pela formação, pelo conhecimento que a cada momento exige mais qualificação, mas é previsível que o tempero que tempera as relações sociais que mais sabor dá é o sentimento universal de quem deseja para o outro o que sempre quis para si próprio: amar e ser amado, respeitar e ser respeitado. Pelo amor de Deus não nos reciclem, não somos objetos. A educação é política pública macro de desenvolvimento humano e não permite colchas de retalhos ou arremedos. Contexto em que entendo indispensável que os referenciais, não apenas os tão falados e fadados referenciais curriculares, mais os referenciais a que se deve investir das autoridades educacionais, prescinde de que tenham o mínimo de qualificação, formação, sensibilidade, militância e amor para que possam em assim sendo, unirem-se aos outros protagonistas do sistema com a finalidade precípua de formar pessoas, numa sociedade capaz de criticar, auto criticar e, principalmente, conviver sem homofobias e esteriótipos.

No nosso Estado, a cada aferição, medidas, indicadores (como queiram), são muitos os especialistas que se assustam a tal realidade (Se as provas são feitas com realidades completamente diferentes, eu vou achar que somos menos desenvolvidos que outros Estados). O processo é que está equivocado e não busca inclusão com diz na publicidade persuasiva e de linguagens. Não obstante, e por puro desprazer, não me tenho pautado por isto, mas, sei, sou perdoado, pois não sou especialista e nem gozo de sapiência ou das prerrogativas de xeretas e hipócritas. E não serei chamado para esse banquete.

A educação em qualquer estado da federação republicana brasileira, e a educação deveria ser realmente republicana, em outros países atrasados ou não, não deviam se pautar apenas por números, pois os números são estéreis, embora abstraídos de uma realidade educacional-social, não comem, não bebem, não se permitem interações sociais, não têm sentimentos (a professora Silvana Machado (da Seduc) a quem tive a honra de escutar, com certeza diria não é bem assim e me mostraria o X da questão. Eu sinto saudade de você!). Os homens são dotados de vontades e interesses e aí entra a questão mais interessante no processo dialético: os envolvidos precisam ter interesses precípuos e recíprocos. Eis o questionamento o que faz uma instituição de ensino diferente uma da outra (muitas vezes de muros fronteiriços). O Estado não só precisa cumprir preceitos constitucionais a partir da letra e da compreesão das leis ordinárias ou republicanas aplicadas apenas da forma que entende o intérprete, mas considerar o que quis dizer o legislador (pura questão de hermenêutica). A LDB é um bom exemplo de omissão com esta desculpa.

A educação se forja na verdade das relações humanas. “Se teus olhos forem bons, todo teu corpo será salvo”. Os bichos, ao contrário, apenas se condicionam, embora não possamos escamotear que os pensantes agem às vezes, iguais a lacraias, escorpiões ou outros animais peçonhentos, traiçoeiros. O riso, o abraço e o beijo, símbolos que deveriam acalentar e sinalizar harmonia do ser com o ser, muitas vezes são sinais visíveis de traição. Não gosto de citar autores até porque tenho enorme dificuldade para memorizá-los, mas Mahatma Gandhi, dizia que a verdade sempre prevalecerá, mesmo que a mentira se repita infinitas vezes. Mas devemos nos fundar em bons exemplos que a educação no dá e a vida dessa forma contempla serem humanos bons, sarados de alma, preparados para interagir, aprender e ensinar com seus semelhantes. Isto é educação! Política de valoração do homem para dentro de si próprio, para sua autoconstrução em permanente estado de encontro com sigo e com o outro.

Penso que cada um tem sua parcela nessa empreitada rumo ao descobrimento do prazer, do gosto pelo estudo, enxergar e amar. Eu penso assim. Ensinaram-me na Seduc, com professores que jamais me ensinariam a amar com desamor (dissimulado), mas como educadores que me apoiei para dissipar insipiências. Hoje acredito que decreto não resolve a questão da educação do Maranhão, nem mesmo em países cujo regime ainda é de exceção. No Maranhão, há muitos passos a serem seguidos e não podemos mais nos equivocar, a não ser que queiramos o nosso mapa de linhas compostas apenas pelo que nos diminui, enfeia e atrasa. Já ouvir de secretários de educação de nosso Estado de que não era momento de apontar culpados. Eu, de minha safra, não há mesmo como encontrar culpados, pois seria uma lista muito grande. Penso que qualquer mudança que se queira fazer na educação, passa em primeiro lugar pelos referenciais a que vamos adotar. Com referenciais de injustiça, entendo que dessa maneira não se chega a lugar nenhum, pois compreendo que não se constrói educação sem amor, sem compreensão, sem motivação, sem conhecimento dos valores que temos à nossa disposição, sem agregação de humanos e de sentimentos nobres a que os atores do processo ensino aprendizagem descobrem e redescobrem – retroalimentação do ser. Fora disso é apenas e tão somente figura de retórica. Vamos apenas assistir ao trem da nossa história descarrilar e as conseqüências: ah, estas nos trarão tão mecânicos quanto os teclados que obedecem apenas a nossos comandos que se diga de passagem já estão programados. A educação não precisa de pitadas de amor, mas do amor por inteiro, pois amor na educação irradia como o sol e nos rega iguais as chuvas tão necessárias que são para nossa oxigenação.

Nilson de Jesus Ericeira Sousa
Poeta, jornalista, professor, psicopedagogo e est. de Direito

Blog.: jornalistanilsonericeira.blogspot.com
nilsondearari@ig.com.br

O Vice-governador do Maranhão Washington Oliveira

Do site do Governo do Maranhão

Vice-governador lança pedra fundamental da Embrapa Cocais

O vice-governador Washington Luiz Oliveira, representando a governadora Roseana Sarney, participou do lançamento da pedra fundamental do Centro de Pesquisa Agropecuária de Cocais e Planícies Inundáveis, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O evento aconteceu na tarde de quinta-feira (27), na Área de Proteção Ambiental (APA) do Itapiracó, em São Luís.

A solenidade contou com a presença do presidente da Embrapa, Pedro Arraes; dos secretários Cláudio Azevedo (Agricultura, Pecuária e Pesca), Conceição Andrade (Desenvolvimento Agrário), Pedro Fernandes (Cidades e Desenvolvimento Urbano), Israel Ferreira (Assuntos Estratégicos), Tadeu Palácio (Turismo); do superintendente federal do Ministério da Agricultura, Fernando Machado; e do chefe da Embrapa Cocais, Valdemício Sousa.

Segundo Washington Luiz Oliveira, as obras de instalação de Centro de Pesquisa Agropecuária de Cocais e Planícies Inundáveis começarão em fevereiro e terão prazo de um ano para serem concluídas. “É uma iniciativa que vai contribuir muito para o desenvolvimento da agricultura maranhense”, afirmou o vice-governador.

Solenidade de lançamento da pedra fundamental

“É necessário fortificar a Embrapa Maranhão para que o órgão traga mais qualidade na pesquisa agropecuária local, de maneira que possamos desenvolver propostas e tecnologia para os nossos agricultores”, afirmou Washington Luiz.

Obras

A unidade da Embrapa tem foco na exploração sustentável da agropecuária nos ambientes dos Cocais e das Planícies Inundáveis e pretende contribuir com a preservação da APA Itapiracó. A área possui 87 hectares, mas apenas quatro serão utilizados para as instalações da Embrapa Cocais.

A construção dos prédios será feita de modo a preservar a vegetação nativa. A linha de atuação da unidade contempla o desenvolvimento e a adaptação de máquinas agroindustriais para apoiar pequenos e médios negócios agropecuários no Maranhão e em outros estados.

Pesquisadores

“A Embrapa Cocais terá um núcleo qualificado de pesquisadores que vai trabalhar com o pequeno agricultor. Por isso, estamos muito felizes em colocar esta unidade no Maranhão e esperamos continuar essa parceria com o estado”, frisou o presidente da Embrapa, Pedro Arraes.

Washington Luiz discursa durante a solenidade

O secretário Cláudio Azevedo ressaltou que, ao assumir a Sagrima, reuniu-se com chefe geral da Embrapa Cocais para discutir ações em conjunto. “A governadora Roseana Sarney pediu maior interação com o órgão, a fim de melhorar o rendimento dos nossos produtos, principalmente do pequeno produtor”, ressaltou o secretário.

O centro de pesquisa da Embrapa conta com uma equipe de 23 empregados atuando, temporariamente, em instalações cedidas pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), no bairro Anil. Quando estiver com a sede própria concluída, a unidade terá 60 empregados, sendo 26 pesquisadores. Trabalhará principalmente para atender as necessidades de pequenos produtores e na agricultura familiar, no que diz respeito a técnicas de cultivo de baixo custo e rentáveis.

No Maranhão, a Embrapa trabalhará em todo o estado com prioridade para 38 municípios da Região dos Cocais e da Baixada Maranhense. “Também estenderá seus serviços aos estados do Pará, Tocantins e Piauí”, completou Valdemício Sousa.

A construção da Embrapa Cocais é uma meta do Programa de Fortalecimento e Crescimento da Embrapa (PAC Embrapa). A nova Unidade já recebeu R$ 6.797.000,00 de recursos do programa para investir em obras e equipamentos. Outros R$ 18 milhões, captados por meio de emenda parlamentar de bancada, serão destinados ao custeio da Unidade e às obras da sede, de laboratórios e de campos experimentais. Parte dos recursos também servirá para a realização do Zoneamento Agroecológico do Maranhão.

Fonte: Secom

27/01/2011

ARARI EM SINAL FECHADO

Passei cinco dias em Arari, no período de 20 a 24 de janeiro e algumas coisas me chamaram atenção. Postarei em tópicos não como afronta individual a pessoa física de quem quer que seja, mas pelo dever de fazer jornalismo e dessa maneira, contribuir com o município de Arari.

• Posto de abastecimento de combustível fechado desde dezembro, segundo informações. Com isso cresce o comércio clandestino de combustível, tendo os condutores de motos e automóveis terem que se submeterem a esse tipo de transgressão, ou mesmo se deslocarem a Vitória do Mearim a cerca de 11 km de Arari ou a Miranda do Norte que fica a 30 quilômetros.

• O abastecimento d’água de Arari que continua precário e com dias e horas alternadas durante o dia. Além disso, o sistema de abastecimento poderia de água poderia levar o nome era de sistema de vento, uma vez que nas torneiras saem mais vento que água, então, em vez de hidrômetro, deveria o sistema instalar [ventrômetro]. Pesar que esse sistema foi inaugurado com as pombas do ministro Edson Lobão, do deputado Manoel Ribeiro, do prefeito da cidade Leão Santos e outras autoridades... Essa água é vento, De discursos estamos cheios, ou melhor, de ventos ...

• Os buracos das ruas e avenidas de Arari tem gerado um verdadeiro caos no trânsito, principalmente aos sábados e domingos com o funcionamento mais intenso do comércio; principalmente na Avenida Doutor João da Silva Lima; na Avenida Deputado Manoel Ribeiro (Estrada Velha). Para que se tenha uma idéia, os moradores do bairro Malvinas estão se mudando de suas casas em decorrência de muitas água e lama do período chuvoso. Sem falar que as ruas trafegáveis não têm sinalização de espécie alguma... Os acidentes têm sido constantes - muitas pessoas sem habilitação desfilam normalmente sem que nada absuletamente nada aconteça. às vezes pensamos que o certo é o errado e o errado é o certo.

• Também o sistema de telefonia celular – A empresa Claro APENAS disponibiliza os serviços com uma certa eficiência; todas as demais não funcionam. Para se ver que em Arari em muitos aspectos ainda estamos na pré-história. Ainda jogamos merda no Rio Mearim e outros dejetos...

• Reclamações dão conta da irregularidade na coleta de lixo. Talvez seja por ausência de posto de combustível. Já pensou ter que se deslocar para os municípios de Miranda do Norte ou Vitória do Mearim para abastecer. A irregularidade é no calendário da programação da coleta ...

• Tenho informações de que os professores da rede municipal estão com os seus salários do mês de dezembro-2010 atrasados e mais o terço constitucional a que todos os servidores têm direito. Mas logo-logo o Sindicato e a prefeitura se apressam em resolver essa situação...

• Tenho conhecimento que a Prefeitura de Arari e o Ministério Público (em Arari) assinaram um TAC – Termo de Ajustamento de Conduta – resultado: a demissão dos funcionários contratados. Nada contra o ordenamento, mas esta medida tem que ser tomada também em períodos próximos aos que antecedem as eleições, por exemplo, a do período próximo passado. Por que não obedecer a Constituição Federal em todos os momentos da vida pública? Perguntar não ofende.

O QUE DIZ O SINPROESEMMA

SINPROESEMMA anuncia greve


Data de Publicação: 27 de janeiro de 2011 às 13:47

Em reunião realizada na última terça-feira (25 de janeiro), entre o governo do estado e o SINPROESEMMA, a secretária de Educação do Estado, Olga Simão, apresentou proposta para implantação apenas em 2012 do novo Estatuto do Educador.

De acordo com o presidente do SINPROESEMMA, Júlio Pinheiro, depois de ter se reunido e discutido a contraproposta do governo, a direção decidiu por não aceitar, uma vez que não houve recomposição salarial em 2010 e certamente também não haverá este ano, quando se percebe uma indisposição do governo em negociar com a categoria.

“Temos perdas salariais. Em reunião dissemos que não concordamos com a proposta do governo”, disse indignado o presidente. “Queremos a implantação já. Caso isso não seja possível, o caminho natural é a greve no início do ano letivo”, anunciou Pinheiro, informando que essa posição foi anunciada no final do ano passado e agora, reafirmada no referido encontro com a secretária e assessores da Seduc.

Segundo Júlio Pinheiro, não dá mais para esperar. O sindicato buscou todas as formas para encaminhar a proposta do novo Estatuto durante todo o ano de 2010. “O prazo esgotou-se e não podemos mais protelar uma decisão tão séria”, ressalta.

ORÇAMENTO

O presidente da entidade fez uma retrospectiva na luta do sindicato no ano passado. Ele lembrou que em campanha no final do ano (dezembro/2010), a categoria buscou apoio junto à Assembléia Legislativa por meio dos deputados estaduais Rubens Júnior (PCdoB) e Marcelo Tavares (PSB) para que fosse emendado orçamento do governo que garantissem as despesas previstas no novo Estatuto.

Mesmo com movimento de sensibilização dentro e fora da AL, a maioria dos deputados estaduais votou contra as emendas de complementação orçamentária que previam recursos para a valorização dos educadores, apresentadas pelos deputados Rubens Júnior e Marcelo Tavares durante votação do Orçamento do Estado. A emenda de Rubens Júnior previa recursos no valor de R$ 160 milhões e de Marcelo Tavares, atual presidente da casa, previa recursos no valor de R$ 40 milhões.

“O governo intencionalmente não alocou recursos”, disse Pinheiro, atribuindo a responsabilidade da iminência de uma greve no início do ano letivo, ao governo.

Texto: Leocândida Rocha - Ascom/SINPROESEMMA

O QUE DIZ A SEDUC

Gestores aprovam iniciativa do governo em fixar calendário letivo para o exercício de 2011

Pela primeira vez nos últimos oito anos, o calendário escolar da rede estadual de ensino será iniciado e encerrado no próprio ano - vai de fevereiro a dezembro de 2011. A definição prévia do período letivo pelo Governo do Estado tem sido motivo de elogios por parte não somente de professores, estudantes, pais de alunos, mas principalmente dos gestores das escolas.

Com esse esforço empreendido pelo governo, o calendário da rede estadual se alinha ao período letivo das redes de ensino privada e do Município. Para a gestora da Regional de São Luís, Sonia Maria Maciel, a definição do calendário escolar no mesmo ano é um dos avanços conquistados pela educação, fruto da ação e planejamento desenvolvidos pelo Governo Roseana Sarney.

“Os educadores maranhenses apóiam a secretária Olga Simão e toda a sua equipe pelo trabalho que está sendo realizado com o objetivo de melhorar a estrutura educacional do estado, a qualidade do ensino e, por conseguinte, os indicadores”, ressaltou Sonia Maciel.

A gestora geral da Unidade Integrada “Odylo Costa, filho”, Maria de Jesus Lindoso, enfatizou que para a definição do calendário escolar com início e término no mesmo ano, a Seduc tomou uma série de medidas, tais como a nomeação de professores excedentes de concurso público e o mapeamento das necessidades das escolas em relação a pessoal docente.

Outro aspecto positivo do calendário é a garantia de que os alunos da rede estadual poderão participar de exames nacionais, como Enem e Prova Brasil, sem defasagem de conteúdo, competindo em igual condição com estudantes da rede privada. “Com o calendário favorável, nossos alunos terão maiores chances de aprovação nesses exames”, pontuou o gestor geral do Liceu Maranhense, Deurivan Rodrigues Sampaio.

“Todos, nós, gestores, apoiamos as mudanças que estão sendo implementadas pelo Governo do Estado em prol do desenvolvimento da educação maranhense”, reforçou o gestor geral do Liceu Maranhense.

Data: 26/01/2011

Fonte: Ascom/Seduc

Do site da Seduc.

26/01/2011

BASTIDORES DA EDUCAÇÃO DO MARANHÃO


UMA PEQUENA CONTRIBUIÇÃO DESTE BLOG À EDUCAÇÃO DO MARANHÃO, DE FORMA IMPARCIAL E PRIMANDO PELA ÉTICA, RESPEITO E, PRINCPALMENTE EQUILÍBRIO.

(Home » Mídia » Notícias » Outros » 2011 » Janeiro)


Data de Publicação: 25 de janeiro de 2011 às 22:28


Sinproesemma não aceita calendário escolar proposto pelo Estado


O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma) reafirmou, em reunião acorrida nesta terça-feira, 25, com a secretária de Educação, Olga Simão, a sua posição contra a proposta de calendário escolar apresentada pelo governo do Estado para o ano letivo de 2011.
O sindicato não concorda com a inclusão de aulas aos sábados, como propôs o governo, por meio da Secretaria Adjunta de Ensino, em reunião ocorrida no início deste ano, da qual participaram, além do presidente do Sinproesemma, Júlio Pinheiro, os diretores Carlos Campelo (Políticas Sociais) e José Brussio (Formação Sindical).
Segundo Júlio Pinheiro, o governo propôs à categoria, além das aulas aos sábados, o início do ano letivo para o dia 21 de fevereiro e o encerramento no dia 23 de dezembro, e ainda determina que os educadores façam o planejamento das aulas nas escolas e não fora da escola, uma prática que, ao longo dos anos, já se tornou “uma cultura da rede de ensino”. Na jornada de 20 horas semanais, 16 são dedicadas às aulas e 4 horas ao planejamento e preparação do conteúdo que será utilizado nas aulas.
“A proposta do governo criou uma animosidade com a classe trabalhadora”, frisou o presidente. Ele reafirma que o sindicato se posiciona contra a proposta de calendário do governo porque a exigência das aulas aos sábados fere o preceito legal da jornada de trabalho: “as aulas ampliariam a jornada, o que daria direito de horas extras aos professores, mas o governo não paga horas extras e nunca pagou, portanto a ampliação da jornada seria ilegal”, ressaltou Pinheiro.
O presidente informa que o objetivo do governo é corrigir o calendário em 2011 para evitar que o período letivo encerre no ano seguinte, como vem acontecendo há cerca de sete anos, em decorrência das paralisações dos trabalhadores em busca de melhores salários. O governo argumenta que as aulas aos sábados aconteceriam apenas este ano e que a partir de 2012 não haveria mais necessidade da correção. “Porém, a proposta fere os direitos dos profissionais com relação à jornada de trabalho e por isso precisa ser reavaliada pelo governo”, argumenta Júlio.
Conteúdo
Júlio Pinheiro vai mais além para justificar a posição do sindicato contra a proposta do governo: “Do ponto de vista do conteúdo, as aulas aos sábados não produzem rendimento aos alunos e sim prejuízos, porque a participação deles é insuficiente. Portanto, as aulas serviriam apenas para cumprir um calendário”.
Recesso negado
Além da posição contrária à proposta do calendário, o Sinproesema repudia a medida do governo em negar o direito de recesso dos trabalhadores da educação que ocupam o cargo de supervisor escolar.
A decisão contraria o Estatuto do Magistério, em seu Art. 73, o qual estabelece que “Os professores e especialistas em Educação, quando em efetiva atividade de magistério, terão direito a 45 (quarenta e cinco) dias de férias, em conformidade com o calendário escolar e tabela previamente organizada”.
A vice-presidente do Sinproesemma, Benedita da Costa, detalha que todos os educadores têm direito a 45 dias de férias, sendo 30 dias em julho e 15 em janeiro, assegurados pelo Estatuto do Magistério. “Portanto, a medida não tem fundamentação legal”, conclui Benedita.
Texto: Cláudia Leal – Ascom/Sinproesemma

25/01/2011

Flor

Na noite e no amanhecer
Sempre estás
Mesmo não precisando plantá-la
Precisei regar-te
Flor
Tão simples
Tão bela
Aprofundas em mim esse amor
Na forma mais pura
Essência em teu perfume
Irradia amor...
Depreende pureza
E quer me amar
Flor !
Gosto de tudo.
Querer infinito
Mensagem...
Um pouco de minha existência
E inspiração.
Nilson Ericeira

24/01/2011

Associação dos Produtores Familiares do povoado Trizidela II realiza reunião visando a melhorias

Aconteceu ontem, dia 23 de janeiro, domingo, às 9h, na sede da Secretaria de Produção, do município de Arari, mais uma reunião da Associação dos Produtores Familiares do povoado Trizidela II. Na reunião foram expostos alguns pontos da pauta anterior, bem como a confirmação da composição da sua diretoria. Além disso, ainda foi possível discutir, com cerca de trinta associados presentes na reunião, os pontos relacionados à ligação da transmissão de energia elétrica para as residências de cerca de 50 famílias rurais e, também, a questão da estrada que, segundo os moradores e as palavras do próprio presidente Manacés: “é urgente que esta estrada seja feita pelo poder público, pois assim vai facilitar muito a nossa vida”, enfatizou.

Outro aspecto também importante foi uma arrecadação de cinco reais de cada associado (presente à reunião), para o pagamento de tachas relacionadas à legitimação da referida associação no Cartório de Arari. A partir desse momento, passa então a entidade associativa a ter existência jurídica.

OUTRAS FOTOS DA GINCANA DA ESCOLA MILTON ERICEIRA


22/01/2011

OUTRAS IMAGENS DA GINCANA DA ESCOLA MILTON ERICEIRA


ESCOLA MILTON ERICEIRA




O QUE SE FAZ COM AMOR TRAZ RESULTADOS

A escola estadual Milton Ericeira realizou a culminância  de projetos que envove educação física, entretenimento e atividades lúdicas. Um dos obejtivos dessas atividades é integrar alunos que estão estudando em outras escolas da rede estadua-municipal em Arari, tendo em vista que os alunos, mesmo sendo da mesma escola, estudam em pre´dios diferentes.
De responsabilidade do editor: A escola tem esse tipo de dificuldade em razão de um precipício do Rio Mearim que, a cada dia se agrava mais, colocando em risco todo corpo dessa instituição de ensino. Tenho conhecimento que foram muitas as demandas no sentido de que provid~encias fossem tomadas, mas paletivo apenas tm sido feitos. Que há empecilhos para a construção de um outro prédio. Isso eu não tenho dúvidas. O que será entaõ.
Retomando o texto - A atitude dos alunos, dos professores, dos gestores e todo corpo da escola em promover uma gincana de integração do corpo de alunos é salutar e merece aplausos. É assim que se semeia as sementes da educação. Com boas atitudes dentro do contextos. Presenciei a chegada dos alunos e o anúncio entusiasmado ao microfone de um dos organizadores. Coloco muita fé nos que fazem as peças da educação se encaixarem com esperança, com preensão e amor.

MOMENTOS ESPECIAIS

NILSON ERICEIRA
ESTOU EM ARARI. CIDADE DE MEU CORAÇÃO. SE EU PUDESSE  DAQUI NÃO SAIA.
É ONDE MAIS ME SINTO BEM NA VIDA. ENCONTRO ALEGRIA.
AQUI TENHO UMA GENDA NATURAL. VISITO AS PESSOAS E CONVERSO MUITO. ESCUTO, PRINCIPALMENTE.
TENHO TIDO DIFICULDA PARA ATUALIZAR MEU BLOG, PORÉM REFLETE MINHA INSIPIÊNCIA.
POSTEI UM POEMA. A POESIA MORA EM MIM, EMBORA RECONHEÇA FALTA DE RIQUEZA NESSE QUESITO...
NÃO TENHO VIVIDO OS MELHORES MOMENTOS DA MINHA VIDA. FUI SANGRADO DE MORTE, MESMO ASSIM TENHO MEU FILHO, MINHA MÃE, MEU PAI E MINHA ESPOSA QUE SÃO MINHAS FORTALEZA. VIVER FORA DA SEDUC, ONDE COMECEI MENINO AINDA, NÃO TEM SENTIDO PARA MIM. MESMMO RESPEITANDO A REVOLUÇÃO A QUE SE PROPÕE A GOVERNDORA ROSEANA SARNEY. ENTREI NA LISTAS DOS REMANEJADOS PORQUE NÃO ACEITEI COLOCAREM A EXPRESSÃO DEVOLVIDO. FAZER O QUÊ, PODE SER QUE EU E MEUS COLEGAS "DEVOLVIDOS" RESOLVAMOS OS PROBLEMAS DA EDUCAÇÃO DO MARANHÃO.

Poema

Rastros e memórias


O tempo passou

E meu abrigo se foi

As vigas, o teto e tudo

Só um fio daquele amor

Na coluna surgiu

E sucumbiu...

Sou escombros, ventos

Rastejo memórias...

A casa desmoronou

Escuto vozes mesquinhas

Vejo gente hedionda

E meu peito sangrou...

Nem sombra daquele menino

Que a sua vida doou...

Agora sou de natureza morta

No meio do oceano...

Ao traquejo das águas

Aos leos vou levando essa vida...

No designo do tempo

Ao relento, descoberto

Desde meu umbigo ceifou.

Nilson Ericeira

18/01/2011

DESILUSÃO

Sentei-me à beira da casa
Naquela ponta de viga sobressalente
A chuva fina tocava meus pés
Dali eu não podia partir
Aliás, dali não deveria ter nunca me ido
A lugar nenhum...
Antes eu esperasse que a chuva fina tocasse os pés
Molhasse minhas canelas finas
Meu corpo franzino a morrer de frio
E eu saísse deslizando na percata velha
Dali eu não deveria ter saído
Esperasse mais coachar os sapos nas poças de lama
Girinos quase falantes
Grilos quase falantes de doer os tímpanos
Luz tosca no meu rosto
Barrica conformada
Sofrimento não tinha
Aliás, dali não deveria ter saído
Sofrimento não tinha
Escutar chuva fina outra vez na palha molhada
E com a rede esticada embolar-me naquele amor
E desfrutar de tudo outra vez
E então, sofrimento não tinha...
Nilson Ericeira

Outras fotos da posse de Olga Simão


Não há legenda nas fotos porque julgamos
 desnecessário, uma vez se tratar de pessoas
 públicas(autoridades), portanto, conhecidas
 e ou funcionários permanentes ou contratados...
e pessoas de maneira geral que prestigiaram
a solenidade.

Prometo postar todas as fotos e não repeti-las, uma vez que são muitas...
Colocarei neste blog de secretários de Educação anteriores numa verdadeira remissão histórica.

JORNAL CORREIO DE NOTÍCIAS

Deu na mídia: jornal Correio de Notícias: WWW.correiodenotícias.com.

Edição do dia 14 de janeiro de 2011, sexta-feira

• Prefeituras do Maranhão na Mira do ministério Público;

• Operação Varredura da polícia Militar captura três da CCPJ;

• Palácio dos Leões integra roteiro de passeio nas férias

• Secretário de esporte e lazer se reúne com empresários estrangeiros;

• BNB lança linha de crédito na ordem de R$ 100 milhões;

Estas são as principais manchetes desta edição. Nosso propósito é despertar entre os maranhenses o desejo por outras mídias que não as consideradas grandes mídias e, principalmente ter acesso a uma pauta diferenciada.

PROFESSORES EXCEDENTES

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão - SINPROESEMMA terça-feira, 18 de janeiro de 2011


Sinproesemma convoca excedentes de concurso para reunião

O Sindicato dos Trabahadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma) convoca todos os excedentes do concurso 2009 para professor da rede estadual a comparecerem a uma reunião no dia 18 de janeiro (terça-feira), às 9 horas, na sede do sindicato (rua Henrique Leal, 128, Centro - Reviver). Na reunião, serão discutidas as medidas jurídicas e políticas (mobilização) para cobrar do governo do Estado a convocação e nomeação de todos e todas.

O Sinproesemma considera importante a nomeação recente de mais 459 professores aprovados no último concurso público do Estado, realizado em dezembro de 2009, mas questiona a não convocação dos outros 1.515 profissionais que também foram aprovados e esperam há mais de um ano pela nomeação.

“A posição do Sindicato é de que o Governo do Estado já deveria ter chamado todos os 5.320 professores que fizeram o concurso público. A Seduc diz que nomeou 3.346, faltam portanto 1.974 professores para serem nomeados. Achamos importante a chamada dos 459, mas, é pouco, tem que chamar todos. Outro fato que estamos cobrando do governo é a chamada dos excedentes do último concurso público e a consequente eliminação dos contratos. O governo fala em qualidade, mas perpetua o contrato precário”, destaca do diretor de comunicação do Sinproesemma, Júlio Guterres.

Contratos

De acordo com matéria divulgada pela assessoria de comunicação da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), a secretária Olga Simão assinala que, “mesmo com a convocação, a Seduc ainda necessitará de professores contratados em seu quadro”. “A Seduc tem um déficit significativo de docentes, uma conseqüência da falta de concursos para o setor nos últimos anos”.

Mas o presidente do Sinproesemma, Júlio Pinheiro, questiona essa posição da Seduc, com relação aos contratos temporários. “Se a Seduc reconhece a carência de profissionais, por que não chama os aprovados em concurso e os excedentes? Consideramos essa iniciativa negativa e afrontosa, pois o sindicato vem cobrando publicamente concurso público para trabalhadores da educação – funcionários e professores – e ao invés de pelo menos chamar os concursados excedentes do último concurso, a governadora decide prorrogar contratos, mantendo a precariedade do trabalho profissional na área da educação, já que os temporários ganham salários bem abaixo da média e ainda não têm direitos trabalhistas, como décimo terceiro salário, férias, entre outros”, desabafa indignado o presidente do sindicato, Júlio Pinheiro.

Ele alerta que “o sindicato cobrará para este ano letivo a nomeação de todos os excedentes do último concurso”. E ainda que o sindicato vai denunciar ao Ministério Público a carência de mais de 12 mil professores na rede pública estadual de ensino e mais a necessidade de outro concurso para a efetivação de servidores do apoio.

FONTE:SITE DO SIMPROESEMMA

17/01/2011

EDUCAÇÃO DO MARANHÃO

OS DIRIGENTES DO SIMPROESEMMA REÚNIRAM HOJE, DIA 17, SEGUNDA-FEIRA, COM A SECRETÁRIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, OLGA SIMÃO, COM O SECRETÁRIO CHEFE DA CASA CIVIL, LUÍS FERNANDO SILVA E COM TÉCNICOS DA EDUCAÇÃO.
PRESUME-SE QUE NA DISCUSSÃO ESTÃO:
* A NOMEAÇÃO DOS EXCEDENTES;
* REVISÃO DA REMOÇÃO DE PROFESSORES DOS ÓRGÃOS DA SEDUC;
* PLANO DE CARGOS E SALARIOS;
* AUMENTO SALARIAL DA CATEGORIA, UMA VEZ QUE, COM O SALÁRIO MÍNIMO PARA R$ 545,00 O SALÁRIO DOS PROFESSORES E DOS SERVIDORES DA EDUCAÇÃO EM ALGUNS CASOS FICA MUITO DEFASADO.

EDUCAÇÃO DO MARANHÃO

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão - SINPROESEMMA segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
  
Sindicato

Seduc divulga data da posse e lotação de concursados

Data de Publicação: 17 de janeiro de 2011 às 18:36

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) divulgou o cronograma com as datas para a posse e lotação dos 459 professores recém-nomeados pelo governo do Estado. Os docentes foram aprovados no concurso público realizado no fim de 2009. Os professores deverão comparecer, a partir de amanhã (dia 18 de janeiro) à Superintendência de Administração de Recursos Humanos da Seduc (Avenida Getúlio Vargas, nº 1.908 - bairro Monte Castelo), no horário das 9h às 18h.

A lotação dos novos docentes nas escolas de São Luís e do interior do Maranhão acontecerá a partir de 1º de fevereiro, das 9 às 18h, nas sedes das Unidades Regionais de Educação (UREs), correspondentes a cada candidato empossado. A lista de nomeados pode ser consultada no site: http://www.diariooficial.ma.gov.br , por meio do suplemento do executivo, com a data 30 de dezembro de 2010.

Por mais nomeação
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (SINPROESEMMA) considera importante a nomeação recente de mais 459 professores aprovados no último concurso público do Estado, realizado em dezembro de 2009, mas questiona a não convocação dos outros 1.515 profissionais que também foram aprovados e esperam há mais de um ano pela nomeação.

“A posição do Sindicato é de que o governo do Estado já deveria ter chamado todos os 5.320 professores aprovados no concurso. A Seduc diz que nomeou 3.346, faltam portanto 1.974. Achamos importante a chamada dos 459, mas, é pouco, tem que chamar todos. Outro fato que estamos cobrando do governo é a chamada dos excedentes do último concurso”, destaca do diretor de comunicação do SINPROESEMMA, Júlio Guterres.
Por essa razão, o SINPROESEMMA está convocando todos os excedentes do concurso 2009 para professor da rede estadual a comparecerem a uma reunião no dia 18 de janeiro (terça-feira) às 9 horas, na sede do sindicato (rua Henrique Leal, 128, Centro - Reviver). Na reunião serão discutidas as medidas jurídicas e políticas (mobilização) para cobrar do governo do Estado a convocação e nomeação de todos e todas.

Fonte:Simproesemma

Que país é esse

Que país é esse
Mas que país é esse
No meu país não tem pistoleiros de aluguel
Não têm precatórios
Nem matam índios queimados
Dizimados
Não tem genocídios e etnocídios
Gente e cultura mortas
Mas não é esse país que é pátria
Mãe gentil
És tu Brasil!

Nilson Ericeira

EDUCAÇÃO - Da Assecom / Gab. do dep. Rubens Pereira Júnior

Rubens Jr: orçamento para educação está abaixo do esperado


O deputado Rubens Pereira Junior (PCdoB) criticou, na Assembleia Legislativa, o aumento de 3% previsto para o setor da Educação em 2011, no orçamento elaborado pelo governo estadual.

“O reajuste dos servidores da educação no Maranhão será de acordo com o previsto orçamento, um acréscimo de no máximo três 3%. Isso é um absurdo, a inflação já é bem maior do que isso”, declarou o comunista.

Rubens Pereira Junior defendeu uma urgente valorização da categoria e a implantação do novo Estatuto do Educador. “O Estatuto do Educador já foi prometido diversas vezes nos períodos eleitorais passa a eleição, e a prática que nós percebemos é que nada se altera”, disse o parlamentar.

Segundo o deputado valorizar a educação é também garantir repasse orçamentário para categoria e realizar investimentos para os servidores e na rede física escolar. “A educação não melhora e não valoriza com comerciais publicitários, com propagandas”, questionou Rubens Junior.

Rubens Pereira Junior criticou o governo estadual por novamente não aprovar o Estatuto do Magistério. “No ano que vem deverá ser criado o milésimo primeiro grupo de trabalho para discutir o novo Estatuto do Educador. Ao final da discussão, o Governo do Estado vai dizer; não temos previsão orçamentária porque não tem, não tem”, disse o parlamentar.

Segundo ele, o governo do estado não vai poder fazer concurso público e nenhuma ação na área da educação será executada se não tiver a previsão orçamentária.

“A emenda que propus para a Educação sinalizava com a possibilidade de poder ter um reajuste salarial, de termos o Estatuto do Educador ano que vem. Rejeitar a Emenda é dizer que ano que vem, não adianta discutir, não adianta fazer reunião, não adianta se juntar que não vai ter previsão orçamentária para valorizar os Educadores do nosso Estado”, finalizou Rubens Pereira Junior.



16/01/2011

A casa de paizinho



Um retrato que não sai da minha memória


Na Rua de Santa Luzia – Arari – MA. Era uma casa grande com muitas portas e janelas e tinha um quintal grande. O vizinho da direita era senhor Jorge Oliveira, um enfermeiro de primeira hora e contador de muitos causos que já nos deixou há algum tempo. Da parte esquerda, a professora Benedita Ericeira esposa do senhor Raimundo Ericeira (nossos tios). Meus avós maternos são Pedro Paulo Ericeira e Cacilda Rosa Chaves Ericeira. Parte da minha infância eu traquinei entre a casa de paizinho e casa de meus pais.

Nessa residência funcionava um comércio com três portas de frente e uma para o lado da casa dos tios, duas janelas de frente, uma no fundo copa e dezenas nos corredores, coberta com telhas antigas e pintada de branco. Ali tudo era muito rústico, a começar pela cômoda de paizinho que era cheia de bregueços. Tinha uma porta de entrada para com acesso ao que chamavam de sala de visitas e uma outra entrada pelo jardim (onde rentintim, o cacho de Raimundo Ericeira, me mordeu quando fui levar curimatãs pegas na mitra para vovó Sinhá); a sala de visitas ficava eternamente fechada e tinha ladrilhos grandes e decorados, o quarto de mãezinha era de assoalho. A sala de visitas só se abria quando havia alguém “mais importante”. Pedro Ericeira foi vereador, presidente da Câmara e vice-prefeito de Arari.

Do Lado da casa de Raimundo Ericeira, havia um portão grande para entrada de cavalos e outros animais, ao mesmo tempo em que mãenzinha cultivava uma horta e aves. Ainda no quintal, existia o lado do jardim e um peitoril onde era cultivado um outro tipo de plantação. Ali existiam bananeiras, laranjeiras da terra (que mãezinha fazia doces que iguais não há), samambaias e outras plantas ornamentais. Do lado central do quintal, havia duas mangueiras, um pede caju e uma azeitoneira, bem na divisa da cerca dos fundos tinha um pé de coqueiro. Ali brincávamos próximo ao armazém de paizinho. Os banheiros eram no quintal e tinha uma parte só de lavagem e a centinha separada.

Lembro-me do pica-pau furando as estacas da cerca do fundo, assim como me lembro dos pés de manga de seu Jorge. Pareciam às frutas mais saborosas e nos instigavam ao desafio de tê-las para nós. Não o fazíamos porque temíamos ao próprio dono e a paizinho que não admitia tal atitude. Levávamos horas e horas brincando no quintal. Posso dizer eu e meus primos que inventávamos mil e uma peripécias. Eu e Tânia Lobo éramos mais “explorados” por paizinho porque ele nos denominou espertos e queridinhos dele. Naquele quintal, éramos vaqueiros, casais, desbravadores de estradas da nossa imaginação. Engenheiros que a viagem ao lúdico nos faz. Pontes, carros, casinhas, bois, porcos e arvoredos, chuva, sol e o céu de nós... Do Lado direito, tinha um pé de goiaba prata. Eram as mais saborosas que já degustei.

Lembro-me também do tanque que ficava entre o correndo estreito de muitas janelas e sala que saia no jardim. Ele enchia ou com chuvas ou com muitas caminhadas dos meninos de senhor Marajá. Na cozinha fogão à lenha, na copa um contorno escultural que nos remetia às casas coloniais; no corredor uma série de oito janelas de dois vãos, um quartinho onde paizinho colocava apetrechos da fazenda e de seu dia-a-dia. Após o almoço, sentava-se em uma cadeira preguiçosa e bradava a seus súditos do que precisava. Fumando seu tabaco de fumo forte chega enchia de fumaça nos quatro cantos da sala, enquanto um quadro da grande ceia nos vigiava sobre a proteção das orações da velha Sinhá. Na quitanda, a velha Zifi (irmã de mãenzinha) arrastava com sua destreza incomum. Ali, caixotes de arroz, farinha, sal, açúcar bruto e café. A preta Lourdes com sua cisma se fazia de rogada e dificultava operações dos menores na cozinha ou em qualquer compartimento de consumismo. Mesmo assim, Cacilda dava um jeito de diblar à censura.

Serviam a Fazenda Velha, o preto Justino, os vaqueiros Dazico Lobo (encarregado do gado e da fazenda) e depois Manoel (Mano). Mas essa é uma outra bela história. Nesse contexto não podemos esquecer de Canuto.

Na hora do almoço, paizinho apimentava a sua comida e sempre perguntava por mais comida. Mãezinha economizava e sempre, nesse quesito, desagradava o coronel. Colocava os netos na perna e orgulhava-se disso. À noite a cena se repetia e ele não agüentava ouvir dizer que comida fazia mal a alguém. Sempre dia que a barriga não sabia se era dia ou noite e então tudo podia! Ele também tomava umas pingas e andava o dia inteiro de lá e pra cá reclamando e dizendo como deveriam ser as coisas. A velha Cacilda, como uma rosa, o obedecia em quase tudo.

São desses cenários que reconstruo tantos outros que a minha abstração me dá e assim vou vivendo a vida.

Nilson de Jesus Ericeira

15/01/2011

Gente generosa de coração e alma

Nilson de Jesus Ericeira Sousa

Há um certo tempo venho sentindo saudade de algumas pessoas, embora eu tenha convicção de que elas estão eternizadas em mim. Sempre pergunto por meu dileto amigo, conselheiro e orientador no meu começo insipiente na Seduc. Tenha certeza doutor Raimundo Nonato Cassas que ficara sedimentada em mim a imagem de um cidadão preocupado com educação, com o esporte (principalmente com o futebol), de elevado senso de justiça sempre disposto a orientar os que precisam.

Naquele tempo, finais dos anos 70 e começo dos anos 80, percebi que você era muito ligado à sua família, muito bem relacionado com os políticos, com outras autoridades e principalmente com funcionários da Educação. Levava horas e horas recebendo funcionários, políticos comunitários e tantos quantos lhe procurassem. Sempre com o mesmo espírito de homem público que tem consciência de seu dever. Acho até que acabei assimilando um pouco disso. Olha a pretensão!

Esses foram alguns valores que eu enxerguei naquele tempo e, ainda, observando a sua trajetória política de vereador e de prefeito de Itapecuru. Contexto em que, na minha opinião, destacou-se como hábil conciliador e articulador.

Naquele tempo em que cheguei à Seduc para ser servente, continuo ou offce- boy, e que me considerava menos letrado, vácuo que persigo desde lá até hoje. Esse foi o período que Deus me deu o privilégio e fomentou em mim a gratidão por ter conhecido Dr. Nonato Cassas. Era janeiro de 1979, em que vim de Arari tentar a vida na capital, mas precisamente na chefia do gabinete do secretário, o professor Raimundo Medeiros Lobato. Era apenas um jovem pueril, desinformado, fruto da exclusão não menos desigual da que vivemos no Maranhão de agora. A diferença é que agora somos mais. Mas contei com a graça de encontrar um grupo de pessoas vocacionadas para o bem, como passo a citar, se minha memória não me trair, Nonato Cassas, Ildete Dias, Maria da Graça Melo (Gracinha), Marina Belo Diniz, Maria Alda Andrade Quadros, Francisco Alves Martins (Zé Ativo), Maria Erismar de Sousa Ferraz, Marcelo, Tereza Cristina Tribuzi e Alvim (Tereza Tribuzzi). Estes dois últimos como Oficiais de Gabinete, e, ainda, Raimundo Medeiros Lobato, Secretário de Estado da Educação, Vicente (motorista do secretário) José de Ribamar (motorista do chefe de Gabinete). Estas pessoas criaram raízes em meus sentimentos, dimensionaram a minha alma e são verdadeiros referenciais além de que servem de exemplo para mim. É na fortaleza de Deus que encontro forças para suportar determinadas separações para as quais não me preparei, como por exemplo, deixar a Seduc. Imaginem o que sinto agora nesse momento de “reorganização”, para a qual os referenciais passam longe do que plantamos...

Na transição de professor Lobato para o professor Antônio Carlos Beckman, ainda no governo João Castelo, encontrei-me com Nielza da Conceição Oliveira Soares, por quem tenho profundo respeito, gratidão e admiração, (secretária do gabinete de Beckman nesse período) e com Sebastião José Martins Xerez (chefe de gabinete que sucedeu Nonato Cassas e que não diferentemente sempre me deu forças e passou a me admirar). Estes e tantos outros que também têm moradas eternas em meu coração. Poderia listar uma legião de amigos que lá construir, mas não o farei para não ser traído pela memória e, nesta produção em particular, que é uma homenagem especial a Raimundo Nonato Cassas (doutor Nonato), por reconhecer nele um ser humano muito especial e por ter contribuído muito para que eu desse outros passos e minha vida e, sinceramente sinto-me renovado na alegria de revê-lo. Mas um outro de igual valor que representa a todos nós: Francisco de Assis Ximenes Aragão Filho.

Tempos de lembranças e oficina escola – Não escondo para ninguém que a Secretaria sempre foi uma oficina escola para mim – Quando o jornalista Danilo Furtado montou e equipou a ASCOM da Seduc, lá estava eu, foca, é verdade, mas sedento para aprender a tecer e encontrei ali, Rociléia Dourado, Raimundo Castro, Lima Coelho, Marcos Caminha, Miguel Ahid, Pedro Sobrinho, Celina Mendes, Adriana Hener, Cícero Alves, Antônio José (fotógrafo e inesquecível amigo), entre tantos outros. E entre esses tantos encontrei o coração generoso de Nilson Amorim que efetivamente me descobriu como jornalista e ajudou a me proporcionar salário como tal. Assim realizei alguns sonhos e inclusive cheguei a ser Coordenador e Assessor de Comunicação da Seduc. Desse degrau eu não tropecei e não tropeçarei, pois a história não se constrói por contadores de estórias, mas pelas vias de quem a constrói.

Antes que a divagação tire-me do foco, lembro-me de uma máquina IBM eletrônica de teclas leves e rápidas e de esfera que funcionava no apoio do gabinete do secretário. Mas como pode um servente com a sua vassoura não mão receber ordens para usar as máquinas e tentar aprender ali mesmo a datilografar! Assim como não esqueço a suas mãos generosas. Sei que sou fruto de muitas mãos que se somaram as minhas e me puseram fé. Levantaram-me na magnitude de textos vivos e expressivos que homenageiam uma pessoa muito especial. Você, Nonato Cassas, que foi um dos que me empurrou para a vida na Seduc. É verdade que esta não foi uma atitude solitária como já se observa nesta peça fragmento de vida, mas contei com muitas pessoas que também são forças dessas mãos as quais me referir. Cada um do seu modo me deu forças, mas hoje especialmente homenageio esse ser humano de coração bom e generoso que me ajudou a pensar que era possível chegar a algum lugar, mesmo que naqueles dias até fome eu sofrera. Ainda não sabia de quais outras fomes eu sofreria. Lembro-me daqueles dias que você reclamava para mim por não está exercitando a datilografia, é como se não estivesse assimilando os seus conselhos... (A, S, D, F, G; Ç, L, K, J ,H). Que bom que eu encontrei pessoas como você na minha vida! Como eu desejo que outras pessoas se encontrem com outros seres humanos de igual coração. Que bom que, recentemente, dada a posse dos secretários estaduais e, entre elas a da educação, eu pude por duas vezes cumprimentá-lo e agradecer por tudo. E na sua generosidade você me revelou que ler nossos artigos.

Muitos me ajudaram e ajudam também nessa articulação do mundo das letras. Emocionei-me quando da sua revelação que é leitor destas peças e ainda bondosamente me chamou de poeta. A emoção me balançou, confesso! Alegrei-me e renasci para novas temáticas que julgo necessárias para o nosso Estado e seguirei mais forte ainda para vencer adversidades iguais a da aparente apartação material do meu umbigo com a Seduc, pois a minha vida jamais alguém pode fazê-la, visto que não se trata de decreto, reorganização, mas sim de uma história de quem acolheu e acolhe em tempo de todos os governos. Uma simbiose que a vida construiu. Aceite assim, meu abraço sincero, sem distâncias, da dimensão do amor que um filho externa a seu pai, de um reconhecimento eterno. Assim espero que se estenda esta homenagem a sua esposa professora Carmem Cassas, filhos e netos que tenho certeza se orgulham de tê-lo.

Graças a Deus, o nosso ser universal nos preparou estes momentos. Tanto que não imaginava um dia poder transcrever o tanto que você e muitos outros servidores da Educação são importantes para que eu decolasse. Quando eu pensei que daquele aparelho de telefone vermelho na sala do Secretário de Educação, pudesse ouvir a voz de um governador ou do chefe da Casa Civil. Eu ouvir. Era demais para quem foi ensinado a atender telefone aqui. Lembro-me de um outro episódio. A USAP era ‘chefiada’ por José de Ribamar Pinheiro Franco, (e só lá no último andar do prédio da Rua Grande havia água tratada), tinha um bebedouro e eu escorreguei com os copos adesivados com o escudo do Estado do Maranhão, badeja e tudo. Os copos se pode imaginar o que acontecera. Para mim o mundo tinha se acabado enquanto “tintinlintavam” os pedacinhos dos copos escada abaixo (aquela escada mesma que, apesar de hoje muito deteriorada, eu lavei com palha de aço grossa e sabão pólio). Mas ao deparar-me com a sua presença, você leu o meu semblante e sabiamente ponderou. Nervoso, contei-lhe rapidamente a verdade e imediatamente fora servida água em novos copos aos assessores que participavam de uma reunião.

Este artigo tem como simbologia a extensão a todos que de alguma forma orientam e compreendem as dificuldades daqueles que querendo aprender muitas vezes erram. É bem aí que se percebe a inquietude de um ser que nasce para ajudar outras mãos a atingirem seus fins. Você é um desses seres especiais. Ninguém se coloca em algum lugar pelas únicas mãos, mas precisam de várias mãos. Eu sou um exemplo de muitas mãos que me abraçaram e abraçam. Muito obrigado pela insistência comigo, pelos conselhos, pelo trabalho e, principalmente pela semente de esperança, de amor, de confiança, de solidariedade e de bem querer que se transformaram em insumos que me fazem a cada dia mais valente e capaz de superar até mesmo cismas ou maniqueísmos travestidos de verdades. Preciso apenas de amigos como vocês que me apontaram o caminho da verdade, do amor ao próximo e, muito mais que isso: vocês me ensinaram que a educação é essência e só poderia sê-la, pois os humanos são criaturas de Deus e você especialmente é gente generosa de coração e alma..

*Nilson de Jesus Ericeira Sousa

Poeta, jornalista, professor, psicopedagogo, estudante de Direito e servidor Seduc com 31 anos de experiência.

Blog: jornalistanilsonericeira.blogspot.com

E-mail: nilsondearari@ig.com.br

Com o tio Alysson Ericeira

O brilho do amor

Ontem 14,  foi o aniversário do meu filho João Victor. Comemoramos juntos, eu a sua mãe e nossos amigos.
Então, resolvi dedicar este poema a ele.


Meu Sol
Ilumina minha alma
Abre, provoca meu riso
Mesmo que tristeza me tente
Esse Sol
Irradia amor
E escancara meu coração
É Sol
Luz que ilumina meu ser
Invade minha alma
E espírito
Nasce o tempo inteiro em mim
Em raios fulgurantes
Sedimenta amor...
É astro
Estrela
Luz
È Ser
Éo coração e alma
Do tempo inteiro
No céu
Do corpo de um coração homem-menino
Que me ensina
A sina que Deus me deu...