31/12/2010

Poemará

Os pólos do homem



As lembranças nos remetem


A uma procura interminável...


Em inquietudes crescentes


E sentimentos que afloram


Raios que convergem


No sentido dos pólos de nós.


Em sentimentos completos


No amor


E na vida se dão para o mundo


Contemplação...


Enamorados enamoram


Festejados e vigiados pela natureza


Em silêncio escutam a voz do coração...


É amor.


Ao despertar em brados


Festejam, escutam essa voz


Num verbo só


Em conjugação a amantes


Escultores do corpo e da alma


Do sono e do despertar


De quem nasce a cada instante


De um lado e de outro.


Nilson Ericeira

Para minha mãe

Mãe


Meu universo

Céu de mim

E amor incondicional

Mãe

Deusa de luz

Morada segura

Fonte inquebrantável

Que nasce da flor.

Mãe

Criatura de Deus

Que tomamos para nós

Mulher mãe

Guerreira em defesa das crias

Em cada cria uma história

Tomarei teu ser em poemas assim.

Nilson Ericeira

Para reflexão...


O ser humano não é obra do capital

Neste final de ano eu tive tempo para refletir sobre as atitudes humanas no que se refere a corrida desenfreada do ter mais e do ser mais. Contexto em que é comum, mas não deveria ser principalmente em repartições públicas e em outras instâncias sociais, abordagens em nada educadas do tipo: quem é você? De onde você é? Sabe com quem está falando? Diante desse desnível, costumo responder minha feliz origem, sou de bem aí de Arari. Às vezes essa abordagem transpira insipiência, falta de tato e letramentos. Que bom que nunca confiei em cursos de reciclagem e condicionamento para humanos, pois o primeiro se adéqua a coisas e o segundo, a outros animais, conforme a recompensa.

É que, no mundo “moderno”, acabamos nos identificando pelo ter e pelo ser. Entendo que o capitalismo por si só não justifica tal destempero e pressa alucinante ao poder, ao ter, ao ser e ao status maior possível. A nossa condição de resgatar e estabelecer valores é fundamental para que convivamos numa sociedade capitalista, (como é o nosso o caso) sem deixar que objetos estéreis nos sufoquem, nos emudeçam, nos transformem e até nos devorem, antes mesmo que nos transformemos em pó. Os seres humanos serão sempre mais fascinantes que as máquinas, estas são objetos e sempre serão manuseados, usados, descartados, como são infelizmente submetidas certas pessoas nos mais diversos ambientes sociais, jogadas no canto como se fossem frutos de uma geração espontânea ou de experiências em laboratórios, depreciados e até colocados no lixo, que mesmo regenerados na reciclagem, não se bolem, não gemem, não respiram, apenas transformam-se em seres não menos estéreis... Que coisa!

Os homens, ao contrário, são criaturas de Deus, criado a sua imagem e semelhança, afeitos a emoções, razões, sentimentos, trocas, relações, ossos, postura, posições ideológicas, biológicas, físicas, humanas, pátridas, e apátridas, interações... Alguns pensam, outros pensam e raciocinam, aqueles sensatos pensam, racionam, refletem, alimentam-se não só de comidas, mas de tudo que nutre corpo e alma. Então, celebra-se a vida! Um Ser excelso diz: “se os olhos forem bons, todo teu corpo será iluminado.” Mas o tempo e as relações sociais definem nossa relação tão menos ou tão mais animalesca, conforme for a nossa competição. Queira que nosso guia de luz não se canse de tanta ingratidão de nós uns com os outros e de nós para com Ele (nosso vetor, começo meio e fim) e, no seu imenso e incomensurável amor, nos perdoe. O homem é dotado de amor, o maior dos sentimentos, por isso não deve deixar de olhar e enxergar sempre em si e nos outros, um ser humano feito para dar e receber e se permitir, nas suas relações, que as coisas não vivas servem apenas para satisfazer necessidades de vida nas relações mecânicas e não como um sinônimo de poder que ultrapasse o limite do racional. Infelizmente vê-se muito isso. Trata-se de egoísmo destrói e provoca solidão. E que solidão: a de se sentir só, mesmo quando acompanhado, de mudo, mesmo que emita sons lamentavelmente inaudíveis, de surdez mesmo com um dos sentidos aparentemente perfeitos, e de cegueira total mesmo em imenso clarão.

O homem pode começar em si próprio e a partir daí morrer para a sociedade se agir com irracionalidade diante do seu semelhante. Assim como pode multiplicar-se em boas ações, lições e ensinamentos que poderá deixar para seus iguais. Exemplo desses valores, percebe-se pelos pais que não se cansam, esgotam ou esvaziam em lutar pelos seus filhos (isso é amor); na verdadeira igreja que acolhe e agrega; na família na sua base sólida que concebe justiça e igualdade; o Estado que socializa políticas diversas e num só sentido igualitário (isto não deveria ser utopia), sem preceitos e preconceitos para a comuna; o homem despido dos seus narizes e umbigos produzidos fatalmente para o mal e, principalmente, da vital necessidade da permanente construção de uma teia social que se desenvolva a partir do que é justo porque é para todos e não porque privilegia quem está no poder.

Que nestes natais às vezes produzidos de estética e furor possamos refletir e nos encontrar com o verdadeiro Natal todos os dias de nossas vidas e que não percamos a esperança melhorar nas nossas relações como verdadeiros filhos de Deus. Que nunca nos sintamos solitários e que nenhum bem seja maior que o amor. Que nunca consigamos ser o outro, mas nós mesmos, pois tal projeção nos leva a inveja, ao sentimento de avareza, pobreza de espírito e fraqueza e isso acaba nos tornando homens estéreis, algumas vezes satânicos. Tudo isso para dizer que o ser humano não é obra do capital.


Nilson de Jesus Ericeira Sousa

Poeta, jornalista, professor, psicopedagogo e estudante de Direito

Blog: jornalistanilsonericeira.blogspot.com

Arari acontece


Na hora do almoço

Ainda no mês de novembro de tive o prazer de receber a visita do amigo Luiz Fernando. Pessoa de fino trato e de intelectualidade comprovado. Mas o que mais o faz ser admirado por todos inclusive por mim é a sua imensa capacidade de servir ao próximo. Sempre faz isso de forma simples, sem rodeios e o mais importante com o coração. Deus tem escutado os clamores dos justos.
No detalhe, o professor Luís Fernando de quem tenho orgulho de me considerar amigo.

Mais um detalhe: Luís Fernando é nome forte do PT de Arari e muito me ajudou na minha campanha.

30/12/2010

Cidade Operária

O conjunto Cidade Operária está mesmo abandonado pelo Poder Público. No detalhe, uma cratera que se abre cada vez, mais toma conta da avenida. Fica em frente a um sinal, na avenida principal, defronte de um posto de gasolina e próximo ao Colégio Paulo VI e da UEMA.
Lembrando que esse local é um cruzamento de avenidas de entrada e saída da Cidade Operária, com grande movimentação de veículos. Nele há um semáforo e, quando abrem o sinal de uma lado ou de outro, os motoristas acabam entrando na via um do outro, ou seja, na contramão.

Essa é uma situação que já perdura há vários meses e nenhuma providência por parte da Prefeitura de São Luís foi tomada. Em 2011, espera-se que pelo menos essa buraqueira que tem congestionado o trânsito desde o retorno da UEMA até o acesso à grande Cidade Operária.
A Cidade Operária é mesmo despresada pelas autoridades estaduias e municipais. Porém, na época de eleição, é intensa a campanha dos candidatos a vereador, deputado, senador, governador e prefeito. Quando passa a eleição o que se vê é um bairro totalmente abandonado.  

25/12/2010

Arari e meu Natal

Arari e meu Natal...
Estou em Arari, não obstante, ainda não sair de casa, nem mesmo para olhar as pessoas que passam nas ruas. Estou um pouco adoentado, frio, gripe e dengue. Não sou médioco, sou jornalista, graças a Deus.


Estou no lugar que mais gosto na minha vida, Arari, principalmente na casa de meus pais. Mesmo um pouco doente, só tenho alegria. Eles são parte da minha alegria e o todo em minha vida. .

Mostro fotos de minha mãe e eu interagindo quando produzia alguns textos, dos quais não consigo viver. Não sei se escrevo bem ou mal, mas eu sei que não consigo ficar sem fazê-lo. Acho que em algum caminho eu vou trilhar, ou para alguma coisa deve servir.

Minha mãe é uma leitora voraz de jornais. Têm muitas informações que ela me diz em primeira mão. E quando não tem jornal para ler sente-se mal...

Ontem à noite o clima de Arar era frio, isto é, o clima da natureza, temperatura, pois as pessoas estavam eram fervendo em relação ao que chamam de Natal. Nisso entram, festas, bebidas, desrespeito às pessoas com poluição sonora e falta de respeito ao direito indisponível.

Agora, 20h, chove lentamente, minha mãe prossegue na cozinha, inquieta e sábia, fala com TiTiti (uma gata que ela cria). Eu não aprecio esta atitude, mas se ela gosta, conversa e trata bem essa nova enteada, eu até já estou me acostumando. Depois eu conto mais. Tomara que eu tenha algo mais útil.

22/12/2010

uma caçambinha de plástico

• Nilson de Jesus Ericeira Sousa



Mas o que tem a ver uma caçambinha de plástico com o Natal

Não é de hoje e nem deste inverno que as pessoas supervalorizam o Natal e a chegada de um novo ano com o prenúncio de que devemos nos confraternizar, abraçar o nosso irmão e esquecermos as nossas diferenças, como que se apenas no Natal, especificamente no mês de dezembro, devêssemos externar tais sentimentos de fraternidade, amor ao próximo, união, obediência a Deus...

Mas que bobagem, se devemos nos amar o ano inteiro, o tempo todo e por toda a vida! Mas pelo comportamento da maioria, temos que obedecer a “ética” de um consumismo voraz e tão acelerado quando desnorteador.

Mas como eu gostei e me marcaram tanto àquelas duas caçambinhas de plástico que Papai Crecy me dera naquela noite de Natal frio e de muita pobreza material, ali na Rua Da Franca. E como eu esperei por tanto tempo que Papai Noel lembrasse de mim, uma vez que rondava as casas vizinhas e não encostava com seu trenó imaginário num número tão fácil, uma vez que naquela casa constituía-se em nossa manjedoura e nos dera vida.

As grandes ações nem sempre vêm recheadas de um pérola ou esmeralda ou um de um outro mineral valioso qualquer, mas vêm regadas de um sentir que deixa marcas, como as deixadas por aquelas caçambinhas amarradas no punho da minha rede fria no mês de dezembro em Arari. Acordei com a sensação que Papai Noel não esquecera de mim e, de fato, me acompanha por toda vida. Ele, o menino Deus, é objeto incessante dos meus pensamentos, da minha, glória, do meu sofrer e resignar, mas e principalmente do meu respirar. Esse pai que me dera o presente me fez acreditar num Papai Noel diferente. Não necessariamente de barbas e com voz roca, mas pode ser de barba ou sem barba, alto ou baixo, branco ou negro, pobre ou rico, que tem a voz do coração independente do timbre, mas que sabe amar e na sua sabedoria de amar demonstre em gestos que só o amor vale apena. Um Pai sem rótulos e sem modismos, mas que ame e acolha todos.

Nesse sentido, entendo que os pais precisam mostrar para seus filhos o verdadeiro valor do Natal e de sua simbologia para os humanos. Para que Cristo veio ao mundo? Estes ensinamentos nos formarão numa sociedade menos violenta e eficaz nas relações humanas. È necessário agirmos com o mesmo calor dos nossos discursos ou então seremos hipócritas travestidos de bons moços.

Eu sei que neste Natal não terei aquelas mesmas caçambinhas, mas pudera já faz tanto tempo. Mas de uma coisa eu tenho certeza de Jesus Cristo tem visitado a minha família numa simbologia regada no amor que retribuo a meus semelhantes com a mesma grandeza que faz valorizar atitudes que nos levem ao bem.

O fio da minha caçambinha por um segundo escapou-me da minha mente, resgato agora para esticar o seu fio condutor a tantos pais que dão o seu máximo para os seus filhos na grandeza desse sentimento e responsabilidade que lhes foram designadas por Deus.

Nilson de Jesus Ericeira Sousa

Poeta, jornalista, professor, psicopedagogo e estudante de Direito



16/12/2010

Nesse enigma do amor...

Nesse enigma do amor...


Meu bocado de sorte

Ainda bem que Deus me protege

Nas asas de minha imaginação

Encaminha-me a um porto seguro:

O teu amor só para mim.

Nesse bocado de sorte

Caminho em trilhas à tua sombra

Feito menino ninado

Esperança, abrigo e proteção.

Esse amor verdadeiro que me vira à cabeça

Estonteia-me, é certo

Mesmo discreto,

Nessa viagem incessante

Só busco a ti...

Nilson Ericeira

Sintaxe de amor eterno

Êta amor eterno

Que num coração em festas

Que amizade à dor suporta

Ser assim

És assim

Ser mulher!

Que guarda segredos

Que só eu sei

Mais os que a vida fez

Em todos os braços

Donos nossos abraços

Uma homenagem a ti

Que enalteces amor

E, em cada tempo e por todo tempo

Em minha ignorância

Crepúsculo diante de ti

Levo-te por toda vida

Que nesta minha ida não sem ti

Que na minha própria vida só abstraiu em ti

És um canto deste de meu ser

Fragmento primeiro

Meu pó e significância do todo

Que sem ti evapora

És minha sintaxe

O muro que não separa iguais

Evolução de vida

Estradas em

Outros caminhos que a tua luz me – ensina

Nilson Ericeira

Blogger in Draft

Blogger in Draft

29/11/2010

Introspecção




Eu olhei para tempo


Mas ele passou


Me liguei naquele tempo


E passou como passam todas as outras


E que só em Deus não passará...


Senti as coisas com o tempo


Algumas passaram


Outras moram dentro de mim


Insisti nesse tempo


Mas essas horas se vão... esvaem-se,


Eu permaneço intacto


Pior de que antes


No corpo, na alma, no ser


De impressões hediondas


De um tempo apartado


De visão estética


Perambulo todos os dias


E vou a muitas cidades que o tempo levou


Outras a que o tempo passou


Porém insisto nesses caminhos


Descaminhos, eu sei


Mas quero um porto seguro


Um amigo, um irmão


Nesses mundos que eu habito


Habitei hediondos, sombrios, casarões


Moquifos, cubículos com fomes e sedes


Mas há em mim um paraíso, oásis


Jardins de esperanças, aromas e flores


Nesse velho tempo esquecido


Nesse moço olhar


Um olhar para o tempo


Mas ele se foi


Nesse brotar


Com esse mesmo olhar


Tentarei semear


Sementeiro, talvez!


Quero cantar, correr pelos mundos


Em risos, brinquedos, criança


E nesse eterno menino


Resgatar esse tempo nesse mesmo lugar


Que sedimentei, semeei e amei.

Nilson Ericeira

Firulas de amor

Firulas de amor




Estou chegando


Para pintar em sonhos sorrisos de eterno amor


Vou plantar sementes


E seguirei estradas


Nessa corrente


Farei firulas


Reacenderei esta chama


Farei fogueiras


Por onde for


Só para conquistar você



Eterno amor


Trouxe meu tesouro


Meu boizinho pintado, meu vaqueiro-mor


Encantadoras índias


E a vaqueirama toda animada para conquistar você



Eterno amor


Meu encanto


És meu norte, minha vida é você


Que maravilha todos se animam nesta festa


Como é bonito todos se alegrando!


Em homenagem a meu-bem-querer.



Eterna flor!


Já pintei em mim este jardim de sonhos


Vou reger meu boi pintado


Meu batalhão inteiro pra homenagear você


Tanger com o batalhão inteiro


Minha musa, meu-bem-dizer.


Nilson Ericeira

Enigma do amor

Ela nem sabe

Eu sou dela

Ela nem liga

Estou com ela

Ela nem diz

Não sabe que eu existo

Existo para ela

Ela nem nota

Faço charme e ela não vê

Ela não quer me enxergar

Mas me enxergo nela

No corpo, na alma e no cheiro dela

Ela tem uma beleza rara

A minha não vê

Me arrasto por ela

Ela desliza em mim

Em desfaçatez

E faço juras assim...


Nilson Ericeira

20/11/2010

Eu temo

Que o tempo passe

Do amor esvair-se

Que o homem morra em si

Que o sentimento passe,

Ultrapasse-o.

Que o amor tão efêmero

Não seja eterno

Que o sonho inércia

Latência sejam profundos

Que não nos despertemos do ócio

Consócio do mal.

Eu temo que outros

Não obedeçam a Deus

E que usem seu nome

Por iguarias ou moedas

Mas temo também essa bomba

Explosão

Que não tem estimulado a Paz.


Temeroso eu sou do estupro de ações

Que amesquinham

E levam os justos aos tribunais.


Eu temo a indiferença

O desamor

A maquinagem

O riso fácil

Aperto maldito

As palavras indigestas.

Temo esse mundo

De asneiras e tolices

A besta-fera que se passa por santa

O sedutor elogio de bocas malditas.


Eu temo está acompanhado

E ser solitário

Mesmo festejados por gentes.

Temo a desesperança dos que como eu

Entregaram sua vida a causas

E sucumbem escravos.

Nilson Ericeira



17/11/2010

O Maranhão pode sim

Entendo que o processo político-eleitoral foi positivo para o PT no Maranhão. Não obstante o respeito que tenho por militantes históricos que não concordarem com a minha opinião, assim como me é facultado do mesmo direito (a democracia assim nos permite e fortalece), entendo que o PT ganhou principalmente com a eleição do companheiro Washington Oliveira, vice- governador eleito do Estado do Maranhão; com a eleição dos deputados estaduais e federal e também com a votação dos outros companheiros que muito bravamente enfrentaram a diversidade de nosso Estado na campanha eleitoral.

Nesse contexto, eu também tive o privilégio de ter colocado o meu nome à disposição do Maranhão, no qual agradeço honrosamente 814 votos recebidos neste pleito, muito especialmente em companhia do estimado companheiro Raimundo Monteiro, Presidente Estadual do PT.

Contexto político em que o PT, em Brasília e aqui no Maranhão, pode contribuir com o desenvolvimento humano do nosso Estado. Para isso, é preciso manter as nossas convicções naquilo acreditamos, muito mais que isso, deixar a disputa política para a eleição no seu tempo certo e determinado, no momento conveniente ao embate político. Agora é hora de nos unirmos ao governo de Dilma Rousseff, fortalecemos o nosso sentimento de Partido ideológico forte e capaz, com seu quadro técnico servir o Maranhão e o Brasil. Os desafios que temos no nosso Estado são muitos. Se por um lado, o fosso social a que estamos nos entristece, de outro, nos fortalece a seguir lutando com a convicção de que os bens públicos são patrimônios públicos e que as políticas públicas devem ser revertidas a quem lhes deu forma: o povo. É esse é o único sentido de governar. Há quem tenha dito que governar é fazer o povo feliz!

No Maranhão, há uma grande expectativa no sentido de o PT possa efetivamente fazer parte das discussões e ações no processo de desenvolvimento do Estado, passando pelo enfrentamento e possível resolução de inúmeros problemas que nos enfeiam em relação à dignidade da pessoa, do ser gente na sua plenitude. Esperamos muito mais. Acreditamos que o povo, a população de cada lugarejo desse imenso território, possa de uma forma ou de outra, influir no processo de desenvolvimento humano do Maranhão que, mesmo que o estado esteja permanentemente em nós, ainda buscamos um outro no mesmo ente federativo, idealizado, portanto, justo, acolhedor e próspero e, que, acredito que só por meio do governo e sociedade seremos capazes de reverter ou eliminar dados que nos enfeiam, e que sejamos capazes de transformar nossos sonhos em ações concretas que possam ser sentidas por todas as pessoas componentes que são na realidade o verdadeiro mapa deste Estado. Seja com a melhoria das condições de vida, ou ainda mais pela dignidade respeitada em todos os sentidos da plenitude do ser.

Quando se fala em Política Pública, fala-se na realização do ser humano na sua plenitude, dignidade e na preservação dos direitos dos cidadãos. Nisso eu acredito e sei que o Maranhão pode sim.

Nilson de Jesus Ericeira Sousa

Poeta, jornalista, professor, psicopedagogo e estudante de Direito

Blog: hhttpwww://jornalistanilsonericeira.blogspot.com



16/11/2010

Canção de Amor


Canção de Amor (22.09.08)


Cantarei eterno amor

Regarei teu ser

Igual eterna flor

Flor da formosura de ti

Em mais que este querer assim

Tresloucado em sonhos incessantes

De um amante só

Que a sós

Vive esse sem-tir


Que Diva divagou em mim

No olhar do meu ser ao corpo dela

Igual à-toa nuvens passageiras em mim

Que matreira desfaçatez deste sentir

Mulher única e fôrma de meu desejo

Amante de um amor platônico

Que, entre outras

És a única que defino em mim

Fonte sábia de amor

Céu em azuis iguais de uma primavera contigo

Só e alucinante na busca de ti


Mulher virgem para mim

Feito fôrma acoplas em sonhos perfeitos

Mas que ilusão

Já é noite outro sonho está por vir

E preciso rever meu enredo

Fechar-me em mim

Para outra vez te possuir

Nilson Ericeira

14/11/2010

Outras imagens da candidatura de Nilson Ericeira


No povoado Pimental com a presença da militância

As pessoas esperaram até o final os pronunciamentos de Nilson Ericeira e Monteiro


Nota de Pesar

Arari mais triste

Registro com muita tristeza e dor o falecimento neste dia 14 de novembro, de Raimunda Abas (dona Dica Abas), como era reconhecidamente amada e tratada pela comunidade arariense. Dona Dica era viúva de Benedito de Jesus Abas (Biné Abas, meu padrinho), que foi vereador e prefeito de Arari.

Lamento profundamente o falecimento de dessa grande mulher, mãe e também por ter tido o privilégio, a honra e a glória de ser seu afilhado. Minha madrinha, que Deus a receba no céu com a mesma intensidade que a fez uma mulher digna, honrada, humana e sensível, multiplicando dessa maneira todas as boas ações e práticas cometidas por ela na Terra e que se consolidem como um anjo de Deus em sua glória celestial.

Existem pessoas que não morrem, apenas despedem-se de nós, para que em outro plano possam alegrar ainda mais o nosso Pai. Adeus minha madrinha!

Nilson Ericeira

06/11/2010

Outras imagens da candidatura de Nilson Ericeira







Sê-de-vida

Minha mãe Eliesita Ericeira
Meu pai Crecy e tia Antônia

Sê-de-vida



Que valeu a pena

Mesmo com ausência de alguns

Que valeu a pena pescar

Correr, viver, amar...

Sentar-me à sombra das árvores

Passarinhar

Correr nos campos que agora não existem mais

Andar no sol quente

Em vento morno

Barriga colada na costela

A fome doía

A procura de alimentação

Valeu viver a vida

Falar a verdade

Mesmo que quebrassem os ossos

Alguns

Valeu seguir exemplos

Respeitar, tomar bênção,

Pegar não mão, sofrer junto.

Valeu sufocar aquele velho grito no

Peito, desse jeito,

Perfeita repressão...

Valeu a pena falar, escutar e sumir

Valeu a lápide, a pedra, a poeira, o pó e o chão

Valeu o grito de gol mesmo que não o fora

Muito mais a torcida que o evento

Muito mais as pessoas que suas ações

Valeu a pena sorrir para aquela criança

E ainda muito moço

Senti-me sênior

Muito mais forte e sem opressão

Foi muito bom pular a cerca

Dividir o pão

E nessa vida beber de todas as águas

É a certeza de que outras sedes ainda virão.

Nilson Ericeira


Rios de encanto

Rios de encanto
É riso e encanto


Eu sei

Não mereço

Ser de ti é constante acerto

Em erros e desacertos

Bússola convergente

Desta gente feliz

Palavras a mais

Sintaxe de tudo

Mas a outra sintaxe não define teu ser

Apenas meu eu sem brio

Resvala na luz que ofusco de ti

Porém, ser de Deus devo a honra

De ter prescrutado

E encontrado o caminho

Que é muro, peça gigante

Um amor que imana de ti

É essa Paz esse porto

Que seguro eu sobrevivo de ti

És a evolução

Revolução da minha vida

Estradas, caminhos

Que só há essa luz

Que é sombra

De um brilho que jorra de ti.

Nilson Ericeira

30/10/2010

ELEIÇÕES/2010 - outras imagens


Nilson Ericeira, interage sobre segurança pública
 com o sargento Beca, como é respeitosamente
conhecido e reconhecido pelas pessoas
de bem que moram em Arari.

Em Pimental, Nilson Ericeira fala ao povo, acompanhado
dos compnheiros Luis Fernando e Monteiro

25/10/2010

Reminiscência ou histórias da alma II

Reminiscência ou histórias da alma II
A hora do almoço na casa de Palaio


Era uma alegria geral. Colocávamos os tamboretinhos ou toquinhos de madeiras no chão e nossa vó Maria (Bibi) servia o almoço.

Minha vó colocava a comida nos pratos e renovava quantas vezes fossem necessárias. Meu avô Eulálio (Olaio) espiava a criança saciar a fome.

No que caiam farelos pelo chão, imediatamente ralhava: - Olha! Comam mas estraguem”, e tenha intento.

Éramos felizes. Nossa vó Maria vivia a lida de quem tinha que se virar para sobreviver numa vida difícil e doméstica. Ela ajudava o meu avó, fazendo azeite de côco (que cheiro bom), plantando na horta, colhendo, molhando as plantas e tirando madeira no Rio Mearim, para fazer lenha de fogão.

Meu avó pescava, campeava, botava carro-de-boi e vendia banana, frutas e legumes. Era assim a nossa vida rica. Lembro-me do pé de saboneteiro, da porteira e do acesso à beira do rio.

A casa de Olaio ficava exatamente onde passou a ponte Itapoã e que agora o cenário é completamente diferente.

Prece-poema

Prece-poema



Acordei com saudade de você


O tempo frio não me desconcentrou


Nem mesmo na aurora em nossa cidadezinha


Sentei-me no mesmo banco, na mesma praça


De frente para a igreja


E a matriz que nos vigiava solenimente


As andorinhas já se punham em seus cantos


Para, após algazarra febril,


Silenciarem...


Abrigos, moradas que as gerações cultivam


O rio, o tempo, o ar e o céu me embebeciam por ti


Hoje me nutrem de saudades


E ativismos.


Num instante, olhei para mim


Vi-me ao teu lado


Iguaiszinhos naquela aurora


Quando contávamos nossas histórias,


Nossos encantos e sonhos...


Olhei para ti, projetei-me novamente naqueles sonhos


Sonhos pueris, de meninos


E, em minha bicicleta velha, velozmente


Em pensamento fui a tua direção


Ao teu encontro


Vi-me na praça fazendo hora para vê você chegar


Com aquele traje colegial


Rosto de menina, passos de uma musa


E, como se, em minhas mãos, pudessem cruzar o que


No pensamento já se formara: o amor


Amor menino, pueril, intrépido, feliz!


E via-jante em sonhos


Sonhos que naquela praça vão-e-vem


Em outros afagares, em outros toques e risos


Vão e vem, divagam noutros encontros e


Desencontros que a vida faz,


Mas nas tuas mãos seguro ainda


Em cordas vocais


São veias aortas que me unem a ti


Refugiados num tempo pulsado no coração


Em outras cores e tons de um querer eterno


Que faz, fez-se em ti


E é essa morada em mim.


Nilson Ericeira

23/10/2010

Outras imagens da candidatura de Nilson Ericeira

Seu Antoniho Prazeres, seu filho Ivaldo Prazeres e Nilson Ericeira

16/10/2010

Estradas do Maranhão






A magem é muito forte, mas é o que se vê em várias Brs e Mas, no Maranhão e em outros estados do Brasil.

Em troca de alguns trocados famílias pedem dinheiro, podem ser algumas moedas. Neste caso, quando perguntado quanto ganhava por dia, o senhor que abre e tapa o buraco, numa espécie de simulação, disse: “uns trinta a trinta e cinco reais por dia, isso quando o dia tá bom, né sô”!

É cena do começo do mês de outubro de 2010, com um detalhe, essa estrada foi recuperada pelo governo Jackson Lago, em 2008.

Importantes cidades que esta rodovia facilita a vida da população.

Cajarí, Viana, Penalva, Pedro do Rosário, Matinha, Olinda Nova do Maranhão, São João Batista, São Vicente de Ferrer, Cajapió, Bacurituba, São Bento, Peri Mirim, Palmeirândia, chegando até Pinheiro.











12/10/2010

Poemará

O amor, apenas



Não quero você para uma transa,

apenas

Que você a vida inteira,

Apenas

Não quero você por um momento,

Apenas

Quero você o tempo inteiro,

Apenas

Quero do teu corpo meu necta,

Apenas

Não quero você assim distante,

Apenas

Quero você por inteiro,

Apenas

Mas quero você de corpo,

Na alma, apenas

Não quero você na minha solidão,

Apenas

Quero você na minha vida inteira,

Apenas...

NIlson Ericeira

DIA DOS PROFESSORES

E EDUCAÇÃO

Notáveis professores

Não é de hoje que se discutem melhores salários e condições de trabalho aos professores. Não é de hoje que se credita, às vezes, e injustamente o fracasso da educação a esses mestres que, apesar da vital importância, são apenas um dos agentes na engrenagem do saber e aprende a fazer fazendo, no aprender a ser, no aprender a conviver, no construir, no desconstruir e redescobrir, neste mundo “oficineiro” hoje tão injusto para os bem intencionados. O que se sabe é que o professor é um entre os diversos atores que influenciam diretamente na transformação de seres humanos e que para que isto aconteça realmente e na essência é vital que políticas públicas sejam sentidas por toda a sociedade, principalmente a que a política de educação seja efetiva, compacta, eficaz e responsável.

No Maranhão, os desafios e aspirações tomam contam dos atores da educação, pois a iminência da continuação de um novo governo, que necessariamente não é obrigado ser o mesmo, não pode e não deve se permitir cometer equívocos. Não obstante, na minha particular insipiência e de horizontes obscuros, vislumbro pequenas luzes nesse túnel repetitivo e costumeiro. Temos que ter necessariamente um novo caminho a seguir nessa política que, apesar de não ensejar resultados imediatos, mas que deva ser planejada a política educacional de agora em diante, para um período cheio de governo e assim a sociedade possa auferir melhores resultados nessa roça, digo, seara, que insiste em “coivarar” plantações inteiras em métodos corriqueiros.

No Maranhão, ainda se pensa e executa projetos e ações a cargo dos professores que, às vezes, são submetidos a salários aviltantes. Pensam, os “intelectuais”, na ação com o sentido no seu resultado imediato, sem levar em consideração, entretanto, da inconstitucionalidade do que receberá em salário o mestre para aquela safra. Que paradoxo! Nessa educação ainda existem aqueles que pensam que são o suprassumo da sapiência, mas não passam de pessoas desinformadas, malqueridas, desagregadoras, e o pior: submetemo-nos às suas ordens. Que paradoxo! Mas neste texto, ainda bem que também cabem os professores no seu eterno amor por seus alunos nos seus laboratórios que nos dias letivos emitem vozes de esperança para quem sabe, o Maranhão que se vive agora, seja a esperança de um Maranhão bem melhor e para as futuras gerações.

No Maranhão, há a esperança de creditarmos a nossos mestres os seus planos de cargos, as suas gratificações por mérito que de tão automáticas passam anos para serem implantadas, as suas condições de cidadania e que, a sua voz não somente seja ouvida, em passeatas, recursos últimos de suas reivindicações, ou, ainda, quando decidem radicalizar, fincar o pé, construir greves, chamar a atenção dos indiferentes. Esperamos que sejam planejadas as ações efetivas e que possamos dar saltos bem mais substanciais no sentido de que educação seja tratada no contexto de uma política macro, essencial e produtiva, como premissa primeira de uma política de desenvolvimento humano do nosso Estado, em que as pessoas sejam enxergadas em todo esse torrão.

Nossa homenagem no Maranhão é para os professores de todos os níveis, de todas as escolas, de todos os espaços, que comem, vestem-se, dormem e vivem: um ser com defeitos e virtudes, mas que da sociedade e do governo devem advir reflexões muito especiais. Só pensarmos que nossos filhos, em boa parte das horas estão aos cuidados e ensinamentos desses mestres. Só pensarmos que os nossos professores nos trouxeram até aqui e com muita justiça para render-lhes esta homenagem no Dia dos Professores. Esse som que escutamos agora é de cada sala de aula e de todos os lares maranhenses que os aplaudem com muita vibração.

A cordaremos todos os dias com muitas vozes que pretendem despertar milhares de seres humanos à construção de um mundo muito melhor. As salas de aula não podem e não devem ser silenciosas mesmo quando todos emudecem, pois ali está sendo semeada a esperança de um Maranhão melhor, mais justo, mais irmão, mais emergente no sentido de que todos os seus filhos devem e precisam ser acolhidos com justiça e grandeza. A mesma grandeza com que nos chamam e nos assediam na época das eleições, talvez! É assim que interagem os professores do Maranhão e, é assim, que segurando as nossas mãos transformam nossa visão, reconhecem os nossos traços e nos fazem buriladores de textos como este que é lavra de todos que me apontaram e me apontam os caminhos da justiça e da nobreza, da honestidade nas relações e na acepção mais plena desta expressão. Parabéns professores do Maranhão!

Nilson de Jesus Ericeira Sousa

Poeta, jornalista, professor, psicopedagogo e est. de Direito

Blog: HTTP://ribanceiramaranhense.blogspot.com

ELEIÇÕES/2010


Nilson Ericeira agradece votos recebidos em Arari


O ex-candidato a deputado estadual, o jornalista Nilson Ericeira, concedeu entrevista na Rádio Progresso FM, de Arari, sábado dia 9 de outubro. A entrevista desse dia foi conduzida por Cleilson e dia 10, domingo, por Zeca Lobo.

Na primeira entrevista, Nilson Ericeira agradeceu os votos que obteve em Arari, e em todo o Maranhão. Enfatizou a importância de sua família nesse pleito (seus pais, seus tios, irmãos, primos e demais parentes) ao mesmo tempo em que agradeceu a honrosa ajuda dos amigos e dos que entenderam que política se faz com coerência, ética, seriedade e, principalmente, respeito ao ser humano. Razões de permanecer na luta, segundo ele próprio declarou.

Já domingo, dia 10 de outubro, Nilson Ericeira, foi entrevistado por Zeca Lobo, no programa “Companhia do Brega”. A irreverência e inteligência de Zeca Lobo somaram-se a retórica de Nilson Ericeira que interagiram sobre política, educação, saneamento básico e, principalmente o nível de vida de muitos moradores de Arari. Nesse sentido, o entrevistador tirou dois pontos positivos e dois negativos na visão do entrevistado, na disputa eleitoral.


Os ouvintes participaram ativamente do programa demonstrando carinho e respeito por Nilson Ericeira, ao mesmo tempo em que aproveitaram para saber qual o futuro político do ex-candidato a Deputado estadual.

Inteligentemente Zeca Lobo ofereceu uma palavra para que Nilson Ericeira agradecesse ou demonstrasse o que aconteceu na campanha.

No que Nilson Ericeira valeu-se da expressão: ”solidariedade.”

Quando o foi facultado que formulasse uma frase:

Ele respondeu prontamente: “Deus é maior que tudo.”


Dando prosseguimento a entrevista, Nilson Ericeira interagiu com os ouvintes Antônio Neto, com senhor João e, por último, com José Luís, que procurou saber se o mesmo era pré-candidato a prefeito de Arari.

08/10/2010

EDUCAÇÃO

E EDUCAÇÃO

Notáveis professores

Não é de hoje que se discutem melhores salários e condições de trabalho aos professores. Não é de hoje que se credita, às vezes, e injustamente o fracasso da educação a esses mestres que, apesar da vital importância, são apenas um dos agentes na engrenagem do saber e aprende a fazer fazendo, no aprender a ser, no aprender a conviver, no construir, no desconstruir e redescobrir, neste mundo “oficineiro” hoje tão injusto para os bem intencionados. O que se sabe é que o professor é um entre os diversos atores que influenciam diretamente na transformação de seres humanos e que para que isto aconteça realmente e na essência é vital que políticas públicas sejam sentidas por toda a sociedade, principalmente a que a política de educação seja efetiva, compacta, eficaz e responsável.

No Maranhão, os desafios e aspirações tomam contam dos atores da educação, pois a iminência da continuação de um novo governo, que necessariamente não é obrigado ser o mesmo, não pode e não deve se permitir cometer equívocos. Não obstante, na minha particular insipiência e de horizontes obscuros, vislumbro pequenas luzes nesse túnel repetitivo e costumeiro. Temos que ter necessariamente um novo caminho a seguir nessa política que, apesar de não ensejar resultados imediatos, mas que deva ser planejada a política educacional de agora em diante, para um período cheio de governo e assim a sociedade possa auferir melhores resultados nessa roça, digo, seara, que insiste em “coivarar” plantações inteiras em métodos corriqueiros.

No Maranhão, ainda se pensa e executa projetos e ações a cargo dos professores que, às vezes, são submetidos a salários aviltantes. Pensam, os “intelectuais”, na ação com o sentido no seu resultado imediato, sem levar em consideração, entretanto, da inconstitucionalidade do que receberá em salário o mestre para aquela safra. Que paradoxo! Nessa educação ainda existem aqueles que pensam que são o suprassumo da sapiência, mas não passam de pessoas desinformadas, malqueridas, desagregadoras, e o pior: submetemo-nos às suas ordens. Que paradoxo! Mas neste texto, ainda bem que também cabem os professores no seu eterno amor por seus alunos nos seus laboratórios que nos dias letivos emitem vozes de esperança para quem sabe, o Maranhão que se vive agora, seja a esperança de um Maranhão bem melhor e para as futuras gerações.

No Maranhão, há a esperança de creditarmos a nossos mestres os seus planos de cargos, as suas gratificações por mérito que de tão automáticas passam anos para serem implantadas, as suas condições de cidadania e que, a sua voz não somente seja ouvida, em passeatas, recursos últimos de suas reivindicações, ou, ainda, quando decidem radicalizar, fincar o pé, construir greves, chamar a atenção dos indiferentes. Esperamos que sejam planejadas as ações efetivas e que possamos dar saltos bem mais substanciais no sentido de que educação seja tratada no contexto de uma política macro, essencial e produtiva, como premissa primeira de uma política de desenvolvimento humano do nosso Estado, em que as pessoas sejam enxergadas em todo esse torrão.

Nossa homenagem no Maranhão é para os professores de todos os níveis, de todas as escolas, de todos os espaços, que comem, vestem-se, dormem e vivem: um ser com defeitos e virtudes, mas que da sociedade e do governo devem advir reflexões muito especiais. Só pensarmos que nossos filhos, em boa parte das horas estão aos cuidados e ensinamentos desses mestres. Só pensarmos que os nossos professores nos trouxeram até aqui e com muita justiça para render-lhes esta homenagem no Dia dos Professores. Esse som que escutamos agora é de cada sala de aula e de todos os lares maranhenses que os aplaudem com muita vibração.

Acordaremos todos os dias com muitas vozes que pretendem despertar milhares de seres humanos à construção de um mundo muito melhor. As salas de aula não podem e não devem ser silenciosas mesmo quando todos emudecem, pois ali está sendo semeada a esperança de um Maranhão melhor, mais justo, mais irmão, mais emergente no sentido de que todos os seus filhos devem e precisam ser acolhidos com justiça e grandeza. A mesma grandeza com que nos chamam e nos assediam na época das eleições, talvez! É assim que interagem os professores do Maranhão e, é assim, que segurando as nossas mãos transformam nossa visão, reconhecem os nossos traços e nos fazem buriladores de textos como este que é lavra de todos que me apontaram e me apontam os caminhos da justiça e da nobreza, da honestidade nas relações e na acepção mais plena desta expressão. Parabéns professores do Maranhão!

Nilson de Jesus Ericeira Sousa

Poeta, jornalista, professor, psicopedagogo e est. de Direito

Blog: ribanceiramaranhense.blogspot.com

EDUCAÇÃO






E EDUCAÇÃO

Notáveis professores
Uma homenagem aos professores do Maranhão

Não é de hoje que se discutem melhores salários e condições de trabalho aos professores. Não é de hoje que se credita, às vezes, e injustamente o fracasso da educação a esses mestres que, apesar da vital importância, são apenas um dos agentes na engrenagem do saber e aprende a fazer fazendo, no aprender a ser, no aprender a conviver, no construir, no desconstruir e redescobrir, neste mundo “oficineiro” hoje tão injusto para os bem intencionados. O que se sabe é que o professor é um entre os diversos atores que influenciam diretamente na transformação de seres humanos e que para que isto aconteça realmente e na essência é vital que políticas públicas sejam sentidas por toda a sociedade, principalmente a que a política de educação seja efetiva, compacta, eficaz e responsável.

No Maranhão, os desafios e aspirações tomam contam dos atores da educação, pois a iminência da continuação de um novo governo, que necessariamente não é obrigado ser o mesmo, não pode e não deve se permitir cometer equívocos. Não obstante, na minha particular insipiência e de horizontes obscuros, vislumbro pequenas luzes nesse túnel repetitivo e costumeiro. Temos que ter necessariamente um novo caminho a seguir nessa política que, apesar de não ensejar resultados imediatos, mas que deva ser planejada a política educacional de agora em diante, para um período cheio de governo e assim a sociedade possa auferir melhores resultados nessa roça, digo, seara, que insiste em “coivarar” plantações inteiras em métodos corriqueiros.

No Maranhão, ainda se pensa e executa projetos e ações a cargo dos professores que, às vezes, são submetidos a salários aviltantes. Pensam, os “intelectuais”, na ação com o sentido no seu resultado imediato, sem levar em consideração, entretanto, da inconstitucionalidade do que receberá em salário o mestre para aquela safra. Que paradoxo! Nessa educação ainda existem aqueles que pensam que são o suprassumo da sapiência, mas não passam de pessoas desinformadas, malqueridas, desagregadoras, e o pior: submetemo-nos às suas ordens. Que paradoxo! Mas neste texto, ainda bem que também cabem os professores no seu eterno amor por seus alunos nos seus laboratórios que nos dias letivos emitem vozes de esperança para quem sabe, o Maranhão que se vive agora, seja a esperança de um Maranhão bem melhor e para as futuras gerações.

No Maranhão, há a esperança de creditarmos a nossos mestres os seus planos de cargos, as suas gratificações por mérito que de tão automáticas passam anos para serem implantadas, as suas condições de cidadania e que, a sua voz não somente seja ouvida, em passeatas, recursos últimos de suas reivindicações, ou, ainda, quando decidem radicalizar, fincar o pé, construir greves, chamar a atenção dos indiferentes. Esperamos que sejam planejadas as ações efetivas e que possamos dar saltos bem mais substanciais no sentido de que educação seja tratada no contexto de uma política macro, essencial e produtiva, como premissa primeira de uma política de desenvolvimento humano do nosso Estado, em que as pessoas sejam enxergadas em todo esse torrão.

Nossa homenagem no Maranhão é para os professores de todos os níveis, de todas as escolas, de todos os espaços, que comem, vestem-se, dormem e vivem: um ser com defeitos e virtudes, mas que da sociedade e do governo devem advir reflexões muito especiais. Só pensarmos que nossos filhos, em boa parte das horas estão aos cuidados e ensinamentos desses mestres. Só pensarmos que os nossos professores nos trouxeram até aqui e com muita justiça para render-lhes esta homenagem no Dia dos Professores. Esse som que escutamos agora é de cada sala de aula e de todos os lares maranhenses que os aplaudem com muita vibração.

Acordaremos todos os dias com muitas vozes que pretendem despertar milhares de seres humanos à construção de um mundo muito melhor. As salas de aula não podem e não devem ser silenciosas mesmo quando todos emudecem, pois ali está sendo semeada a esperança de um Maranhão melhor, mais justo, mais irmão, mais emergente no sentido de que todos os seus filhos devem e precisam ser acolhidos com justiça e grandeza. A mesma grandeza com que nos chamam e nos assediam na época das eleições, talvez! É assim que interagem os professores do Maranhão e, é assim, que segurando as nossas mãos transformam nossa visão, reconhecem os nossos traços e nos fazem buriladores de textos como este que é lavra de todos que me apontaram e me apontam os caminhos da justiça e da nobreza, da honestidade nas relações e na acepção mais plena desta expressão. Parabéns professores do Maranhão!

Nilson de Jesus Ericeira Sousa

Poeta, jornalista, professor, psicopedagogo e est. de Direito

Blog: ribanceiramaranhense.blogspot.com

06/10/2010

ELEIÇÕES/2010

Conterrâneos do Maranhão,

Em face do pleito eleitoral do qual disputei a uma vaga de Deputado Estadual, agradeço honrosamente os 315 votos recebidos em Arari, totalizando 814, em todo o Maranhão.

Com esse mesmo sentimento, agradeço ainda os 605 votos confiados a Monteiro – na condição de candidato a Deputado Federal - e os 10.535 votos para Dilma Rousseff. Sentido em que prosseguiremos na luta, neste segundo turno, com objetivo de elegermos Dilma – Presidente.

Declaro que em nenhum momento tenho sentimento de frustração ou desânimo, em razão das dificuldades que enfrentamos. Que sou militante e fundador do PT e pauto a minha vida no amor ao próximo, na honestidade, seriedade e retidão de caráter, valores que julgo necessários para quem faz política com seriedade e profundo respeito ao ser humano. Desse modo, tenho certeza que continuaremos seguindo firmes na esperança de conquistarmos dias muito melhores para todos.

Dirijo-me aos companheiros que me ajudaram a semear as sementes desta luta em Arari e no Maranhão e, fiquem certos, de que serei eternamente grato e que a nossa luta não será em vão.

Com o apreço de um amigo e o abraço de um irmão.

Nilson Ericeira



05/10/2010

ELEIÇÕES/2010

 Nosso comitê eleitoral
 Nilson Ericeira cumprimenta as pessoas que conduziram os trabalhos na seções eleitorais
 Nilson Ericeira dialoga sobre políticas com eleitores em Arari
 Com um amigo: um afetuoso abraço e confiança mútua
Com dona Eliesita Ericeira Sousa, uma mulher de fibra e coragem, a expressão de um amor incondicional.
Valeu mãe, você é tudo para nós...

ELEIÇÕES/2010





Votos de agradecimento


Em face do pleito eleitoral do qual disputei a uma vaga de Deputado Estadual, agradeço honrosamente os votos recebidos em Arari, minha terra Natal, e em alguns municípios do Maranhão.

De igual modo que, em nenhum momento nutro algum sentimento de frustração ou desalento, em razão das dificuldades que enfrentamos, pois sou militante fundador do PT e sempre pautei a minha vida no amor ao próximo, honestidade, seriedade, retidão de caráter, valores que julgo imprescindíveis para quem faz política com seriedade e respeito ao ser humano. Desse modo, tenho certeza que continuaremos seguindo firmes na esperança de que dias muito melhores ainda virão.

Com esse mesmo sentimento, agradeço ainda os votos confiados a Raimundo Monteiro para Deputado Federal e Dilma Rousseff para Presidente da República.

Dirijo-me aos companheiros que me ajudaram a semear as sementes desta luta em Arari e no Maranhão e, fiquem certos, de que serei eternamente grato e que a nossa luta não é em vão.

Com o apreço de um amigo e o abraço de um irmão.

Nilson Ericeira


12/08/2010

Conflito de El Dorado

El Dorado


Violentaram homens

Todos despidos

Nas lutas

Eles caíram entrincheirados

Armaram-se homens, mulheres, crianças...

Na esperança de terra e pão...

Barracas armaram, amaram-se

Ao lado, no centro, de frente

Onde era dorado o sol

De El Dorado

De Cara jás....

Tombaram homens

Em armas mortíferas.

Armaram no Pará

À morte

A má sorte dos Almis

Gabriel

Dos sem teto, sem terra sem nada...

As barricadas sucumbiram suas vozes

Nos fuzis

E canhões desse governo.

Mas outros Zés

Sem teto

Estendem suas tendas em contendas

Suas bandeiras

Símbolos de amor

E de dor

Do homem para terra

Para vida

E nova mente

Seus dentes

Ame seu corpo

E conquiste essa gleba

Brasil!
Nilson Ericeira