16/10/2017

CARRO ROUBADO FAZ UM ANO E NADA



Dia 14 de outubro completou um ano que o meu irmão, professor José de Ribamar Ericeira Sousa, teve o seu automóvel tomado de assalto, na porta de sua residência, sem que até hoje, tivesse alguma informação a respeito do paradeiro do automóvel.
O automóvel subtraído foi um logan Renault, cor prata, modelo 2012, placa OIR 7082 – São Luís - MA. O carro foi tomado de assalto por cinco elementos armados com armas de fogo.
Até hoje não se tem informações sobre o que fora feito com o automóvel, quais os meliantes, ou algo que se possa entender como razoável!
Dá para imaginar um professor, com o salário que recebe, com aluta que tem para se deslocar para o trabalho, que compra o carro em muitas prestações e lhe é violentamente tirado de assalto! De quem é a responsabilidade objetiva pela segurança dos cidadãos?
É muito estranho o silêncio a respeito deste caso.

Coração vertente




Quando a saudade chega e o amor abastece o peito
Quando o amor nos alaga e nos faz transbordar
Já é sinal de o amor desabrocha de qualquer jeito
Mas quando a saudade nos toma nos fazendo chorar É sinal de que o coração verte água e pode até se alagar Quando meu amor desse jeito quer me acomodar É pra fazer firulas do fundo do mar .
Esse coração-oceano que se aconchega pra amar Um coração sente uma saudade que provoca ausência de ar Ah um amor que me leva pra onde a saudade levar Quando o vento me levar vou sentindo essa saudade que faz me lembrar Desse amor no peito que me alaga no meio do mar É um coração-oceano que me faz de amor transbordar.

Nilson Ericeira

PENSAMENTO DO DIA: Os amigos são seres especiais que Deus coloca em nossos caminhos e que nos sentimos seguros e amados com as suas presenças. Isto nos custa a construção e conquista de um amor verdadeiro. (Nilson Ericeira)

PARA REFLEXÃO SE COUBER: Todos os dias temos a oportunidade modificar determinados comportamentos que nos diminuem, ainda assim esperamos para o próximo dia, para a próxima oportunidade, mas o tempo que passa não volta. (Nilson Ericeira)

Culto à personalidade



Há pessoas que se regozijam em ser belos e únicos, pois além de narcisos exercem o culto à personalidade.
Uma característica básica dessas pessoas é se autoelogiarem o tempo inteiro, como se fossem os melhores em tudo. Narcisos por excelência entendem que os espelhos e outras lentes só refletem os seus rostos, um ser único e perfeito e belo.
O narciso nunca demonstra que não sabe, pois quer ser protagonista sempre, porém acaba esbarrando em suas próprias armadilhas quando é desmascarado em virtude suas futilidades. 
 Verdadeiros deuses que não admitem ser contrariados nem pelos seus aliados! No fundo sabem que o que geralmente lhes rodeia é podre e de estética, mas mesmo assim, desfrutam do deleite e da ilusão de que são os melhores em tudo.
Voga em sua vida o culto à personalidade, auto proclamando-se nas 24 horas do dia e, até quando dorme, sempre sonha que está no céu de seus ímpetos, subjugando pessoas e atraindo ao reino da fantasia.
Penso que gostar de si próprio é natural ao limite do nosso reconhecimento incluindo nossas fragilidades e certezas, mas pensar ser o que não somos é, no mínimo, uma cegueira. Para tanto, quem age assim, tem o convencimento de que realmente é o fruto de suas perturbações.

Arari em capins, marrecos e uruás...



Na razão de um tempo,
na proporção do meu coração.
Veias que circulam em meu corpo, meu ser, minha estação.
Meu amor, minha vida, minha contemplação.
Arari o pedacinho do sol, da lua, dos astros.
Meu céu de amor, oásis em mim.
Meu cantinho no trecho,  meu boqueirão...
Meu cofinho de palha, meançaba e põe maromba pra eu descansar.
Meu rio que me alaga e me alimenta.
Alimento da minha poesia que adocica meu ser.
Vejo-te em graúnas, patativas, bigodes, japis, bem-te-vi!
Capins, marrecos e uruá...
Matreira casinha de palha que se quisera lá.
Terra do pescado, da melancia, do amor e de curimatãs.
Quem me dera outra vez pescar de landruá.
Minha terra querida para sempre eu vou te amar.
Meara em mim esse amor que me faz transbordar

Nilson Ericeira